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	<title>imunizantes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Brasil deixa a lista de países com piores índices de vacinação infantil do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 07:27:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cobertura vacinal]]></category>
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					<description><![CDATA[País vai na contramão da tendência global e aumenta cobertura vacinal de crianças, aponta relatório da Unicef e OMS Em relatório global divulgado no último domingo (14/7), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) apontam que o Brasil, diferentemente do restante do mundo, aumentou sua cobertura vacinal [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-81a3d89f9754501e2e476fe16b11e31e">País vai na contramão da tendência global e aumenta cobertura vacinal de crianças, aponta relatório da Unicef e OMS</h4>



<p>Em relatório global divulgado no último domingo (14/7), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) apontam que o Brasil, diferentemente do restante do mundo, aumentou sua cobertura vacinal entre crianças e conseguiu deixar a lista dos 20 países com piores índices de imunização infantil.</p>



<p>De acordo com o documento, em 2023, primeiro ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil diminuiu para 103 mil o número de crianças que não receberam nenhuma dose da vacina DTP1, uma imunizante contra difteria, tétano e coqueluche. Em 2021, este número era de 687 mil. Além disso, o número de crianças que não foram imunizadas com a terceira dose caiu de 846 mil para 257 mil no mesmo período.</p>



<p>A melhora no índice é resultado direto da retomada das campanhas de vacinação feitas pelo governo Lula através do Sistema Único de Saúde (SUS). Após quatro anos marcados pelo negacionismo científico de Jair Bolsonaro, que em plena pandemia do coronavírus pregava contra as vacinas, o atual presidente colocou a vacinação em massa entre as prioridades de seu mandato.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vacinação infantil no mundo</h4>



<p>Apesar do Brasil ter aumentado a cobertura vacinal infantil, o restante do mundo vem seguindo o caminho contrário, segundo o relatório da OMS e Unicef.</p>



<p>A cobertura global de imunização de crianças ficou estagnada em 2023 – em relação aos níveis pré-pandemia de 2019, 2,7 milhões de crianças a mais não foram vacinadas ou ficaram com imunização incompleta.</p>



<p>“As últimas tendências demonstram que muitos países continuam deixando de vacinar muitas crianças. Fechar a lacuna de imunização requer um esforço global, com governos, parceiros e líderes locais investindo em assistência médica primária e trabalhadores comunitários para garantir que todas as crianças sejam vacinadas e que a assistência médica geral seja fortalecida&#8221;, afirmou a Diretora Executiva da Unicef, Catherine Russell.</p>



<p>&#8220;Essas tendências, que mostram que a cobertura global de imunização permaneceu praticamente inalterada desde 2022 e – mais alarmantemente – ainda não retornou aos níveis de 2019, refletem desafios contínuos com interrupções nos serviços de saúde, desafios logísticos, hesitação em relação à vacinação e desigualdades no acesso aos serviços&#8221;, diz trecho do relatório.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.unicef.org/press-releases/global-childhood-immunization-levels-stalled-2023-leaving-many-without-life-saving" data-type="link" data-id="https://www.unicef.org/press-releases/global-childhood-immunization-levels-stalled-2023-leaving-many-without-life-saving">Confira os dados completos aqui</a></h4>
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		<title>Vacina recombinante Zalika contra covid-19 é registrada pela Anvisa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/vacina-recombinante-zalika-contra-covid-19-e-registrada-pela-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 07:27:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de Imunizações (PNI)]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[Zalika]]></category>
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					<description><![CDATA[Imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade A nova vacina contra covid-19 registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (8), é fabricada pelo Instituto Serum, da Índia, e teve registro solicitado pela empresa brasileira Zalika Farmacêutica. O imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-380ff407051badf9410bbbcbe1495117">Imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade</h4>



<p>A nova vacina contra covid-19 registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (8), é fabricada pelo Instituto Serum, da Índia, e teve registro solicitado pela empresa brasileira Zalika Farmacêutica. O imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade, e será administrado em duas doses, com intervalo de 21 dias, e reforço após 6 meses, para maiores de 18 anos de idade.</p>



<p>A tecnologia empregada na vacina Zalika é chamada recombinante, por ter suas moléculas formadas pela combinação de duas fontes diferentes. Nesse caso, o antígeno de proteína S (spike), uma substância capaz de promover resposta do sistema imunológico, e o adjuvante à base de saponina, que permite a mistura que potencializa a produção dos anticorpos. Essa forma de produção traz mais segurança para dentro da indústria farmacêutica, explica a Anvisa.</p>



<p>Segundo nota divulgada pela Anvisa, para ser registrada, a vacina apresentou eficácia na fase 3 de estudo, a última etapa antes da aprovação, com variação entre 79,5%, para estudo conduzido nos Estados Unidos na população entre 12 e 17 anos de idade, a 90,4%, em estudo nos Estados Unidos e México, na população adulta.</p>



<p>O novo imunizante é o sexto a receber o registro individual definitivo da Anvisa. Além dele, têm esse tipo de autorização as vacinas Comirnty Ipfizer/Wyeth, Comirnaty bivalente (Pfizer), Jansses Vaccine (Janssen-Cila), Oxford/Covishield (Fiocruz e Astrazeneca) e Spikevax bivalente. Também têm registro definitivo na forma do consórcio Covax Facility, as vacinas Pfizer/Biontech, Astrazeneca, Janssen, Moderna, Sinopharm, Sinovac.</p>



<p>A CoronaVac (Butantan) também é autorizada para uso no país, mas apenas para modalidade emergencial. Outra forma de autorização existente é a de importação excepcional concedida atualmente apenas à vacina Sputnik, já que a Covaxin chegou a ter essa modalidade de autorização, mas foi suspensa em julho de 2021.</p>



<p>De acordo com a Anvisa, a vacina recombinante Zalika é monovalente para o vírus SarsCov-2 original e ainda não é capaz de imunizar contra a variante XBB 1.5, conforme a atual recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), por isso ainda passará por atualização este ano, para cumprir um termo firmado entre o órgão regulador brasileiro e a farmacêutica.</p>



<p>Para ser incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), mantido pelo governo federal, a vacina recombinante Zalika ainda precisará passar por uma avaliação do Ministério da Saúde.</p>
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		<title>BNDES investe em vacina contra covid-19 desenvolvida pela Fiocruz</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bndes-investe-em-vacina-contra-covid-19-desenvolvida-pela-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 08:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[RNA mensageiro (RNAm)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Produção do imunizante vai receber do banco R$ 30 milhões O desenvolvimento de uma vacina inovadora contra a covid-19, que utiliza tecnologia de RNA mensageiro (RNAm), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai receber R$ 30 milhões não reembolsáveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do investimento de R$ 21 milhões captados [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8ead439125aa8ff4d8649a712217a323">Produção do imunizante vai receber do banco R$ 30 milhões</h4>



<p>O desenvolvimento de uma vacina inovadora contra a covid-19, que utiliza tecnologia de RNA mensageiro (RNAm), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai receber R$ 30 milhões não reembolsáveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do investimento de R$ 21 milhões captados de parceiros privados.</p>



<p>A Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), que presta serviços de apoio logístico, administrativo e gestão financeira aos projetos desenvolvidos pela Fiocruz, é responsável pela criação da nova vacina.</p>



<p>Os recursos empregados pelo BNDES correspondem à conclusão do desenvolvimento experimental do imunizante, à produção de lotes piloto para ensaios clínicos e à realização dos estudos clínicos de Fase 1. Nesta primeira etapa, o projeto busca demonstrar a segurança do uso do imunizante em humanos. “A expectativa da Fiocruz é de que a vacina esteja disponível no Sistema Único de Saúde daqui a 3 anos”, informou o BNDES em nota publicada na página do banco.</p>



<p>De acordo com a instituição, os seus recursos têm origem no Fundo de Desenvolvimento Técnico Científico (BNDES Funtec), que oferece “apoio financeiro não reembolsável a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação executados por instituições tecnológicas, de acordo com os focos de atuação definidos pelo banco”. O bom desempenho da vacina nos estudos clínicos, que vai validar a tecnologia de RNAm desenvolvida pela Fiocruz, determinará a perspectiva de desenvolvimento de outras vacinas pela fundação.</p>



<p>Para o superintendente da Área de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, João Paulo Pieroni, a plataforma tecnológica desenvolvida pela Fiocruz é uma importante conquista do sistema de saúde brasileiro, “na medida em que torna o país mais preparado para o enfrentamento de futuras emergências de saúde pública, com mais autonomia e mais celeridade no desenvolvimento de novas vacinas”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RNAm</h4>



<p>O BNDES destaca que a tecnologia de RNAm é considerada uma revolução na medicina, porque foi comprovada a eficácia no combate à covid-19 e ainda se mostra como tecnologia potencialmente mais segura, rápida e eficiente para o desenvolvimento de novas vacinas e tratamentos. “Diferentemente das vacinas tradicionais, que utilizam vírus inativado (como a vacina da gripe) ou atenuado (como a do sarampo), as vacinas de RNAm fornecem uma ‘instrução’ genética para o sistema imunológico produzir anticorpos”, apontou o BNDES na nota.</p>



<p>Na avaliação da líder científica e gerente de projeto da Fiocruz, Patrícia Cristina Neves, a principal vantagem da vacina com este tipo de tecnologia é ser produtiva. “A vacina tradicional, de sarampo por exemplo, carrega o vírus vivo, só que mais fraco. Para obter o vírus enfraquecido, há exigência de um sistema produtivo mais caro e mais difícil, o que também demanda maior biossegurança para conter o agente.”</p>



<p>Na pandemia de covid-19, as vacinas de RNAm ensinam o corpo humano a combater o coronavírus, ao simular o mesmo processo de exposição ao vírus, mas sem causar a doença. O resultado é que o agente não precisa ser cultivado em laboratório. Os cientistas precisam apenas “decifrar seu código genético para produzir em escala industrial”. Com este desempenho, a tecnologia de RNAm é considerada globalmente como a solução mais adequada para enfrentar emergências em saúde pública.</p>



<p>O valor mais acessível de desenvolvimento e o alto rendimento com a produção de muitas doses por litro são outras vantagens dessa tecnologia. “A validação preliminar da tecnologia é esperada, abrindo caminho para fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) uma vacina de menor custo. Além disso, a partir dela será possível desenvolver novas vacinas e medicamentos”, completou o BNDES.</p>



<p>Segundo o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luis Gordon, a instituição parte do princípio de que o investimento na vacina de RNAm da Fiocruz contribui para aumentar a autonomia do Brasil na área de saúde. “Hoje há uma corrida global pela incorporação do RNAm na produção de vacinas, muito concentrada nos Estados Unidos, China, Alemanha e Dinamarca”, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Produção</h4>



<p>A expectativa é que a vacina a ser produzida no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos BioManguinhos/Fiocruz transforme a fundação no principal centro para o desenvolvimento e produção de vacinas de RNAm na América Latina.</p>



<p>Na visão do coordenador-geral de captação de recursos da Fiocruz, Luis Donadio, como projeto estratégico para o país, o principal ganho é o domínio tecnológico para a produção. “Aí que está o real valor agregado da vacina de RNAm. Dominar uma tecnologia na fronteira do conhecimento é algo raro no Brasil”, destacou, acrescentando que há também o acordo da Fiocruz com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para transferir a tecnologia para produção da vacina contra a covid-19 para países da América Latina e Caribe.</p>



<p>O BNDES informou ainda que os pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento da plataforma de RNAm na Fiocruz já analisam a possibilidade de sua aplicação em vacinas preventivas para outras doenças. Neste caso, os cientistas consideram que o imunizante poderá ser utilizado contra raiva, influenza, zika, HIV, malária, tuberculose, citomegalovírus e vírus respiratório sincicial (VRS – bronquiolite) e em aplicações terapêuticas para tratamento de câncer, doenças genéticas raras, alergias e doenças autoimunes.</p>
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