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	<title>Imóveis &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Imóveis &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>FGTS poderá ser usado em todos os imóveis até R$ 2,25 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 08:21:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O teto até agora era de R$ 1,5 milhão; medida beneficia principalmente famílias com renda superior a R$ 12 mil. O Conselho Curador do FGTS aprovou, em reunião extraordinária realizada na quarta-feira (26/11), uma mudança importante nas regras de uso do fundo. A partir de agora, o FGTS poderá ser utilizado para compra, amortização ou [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-40381f5913f96f033e3e95bb78bb82b0">O teto até agora era de R$ 1,5 milhão; medida beneficia principalmente famílias com renda superior a R$ 12 mil.</h4>



<p>O Conselho Curador do FGTS aprovou, em reunião extraordinária realizada na quarta-feira (26/11), uma mudança importante nas regras de uso do fundo. A partir de agora, o <a href="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx" data-type="link" data-id="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx">FGTS</a> poderá ser utilizado para compra, amortização ou abatimento de parcelas em qualquer contrato de financiamento imobiliário, independentemente de quando foi assinado — desde que o valor do imóvel esteja dentro do novo limite de R$ 2,25 milhões.</p>



<p>A decisão resolve a lacuna que existia desde 10 de outubro de 2025, quando o governo ampliou o teto do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões.</p>



<p>Com a mudança, contratos assinados entre 12 de junho de 2021 e 9 de outubro de 2025 haviam ficado impedidos de usar o FGTS se o valor do imóvel ultrapassasse o limite antigo — situação que gerou reclamações de mutuários, mobilizou bancos e pressionou o governo a rever a regra.</p>



<p>Durante a reunião, José Aguiar, superintendente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), destacou que muitos clientes recorreram às instituições financeiras e até ao Banco Central para denunciar o bloqueio no uso do fundo. Havia ainda o receio de que o caso fosse parar na Justiça.</p>



<p>A solução proposta pela Abecip foi incluir dois novos parágrafos na resolução de 2021, permitindo que a Caixa — agente operador — autorizasse o uso do FGTS em todos os contratos. O Conselho aprovou o ajuste por unanimidade.</p>



<p>Com isso, financiamentos antigos, intermediários ou recém-contratados passam a seguir o mesmo teto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quem mais se beneficia da mudança no FGTS?</h4>



<p>O novo enquadramento favorece especialmente famílias com renda superior a R$ 12 mil, público que já havia sido beneficiado pela ampliação do limite do SFH. O governo argumenta que o ajuste acompanha a valorização imobiliária em mercados como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, onde o teto anterior já não refletia os preços praticados.</p>



<p>Para os bancos, a equiparação reduz riscos de inadimplência, acelera a amortização das carteiras e aumenta a liquidez dos financiamentos recentes — muitos deles assinados acima do limite permitido na época.</p>



<p>Antes mesmo desta revisão, contratos firmados até 11 de junho de 2021 já podiam ser reenquadrados no SFH após uma nova avaliação do imóvel, permitindo o acesso ao FGTS mesmo para operações inicialmente feitas no SFI (Sistema Financeiro Imobiliário). Agora, todos esses contratos passam a trabalhar com um teto unificado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Critérios para uso do FGTS permanecem os mesmos</h4>



<p><strong>Apesar da mudança no valor máximo do imóvel, os requisitos básicos para movimentar o fundo continuam inalterados:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter pelo menos três anos de contribuição ao FGTS, mesmo que em empregos diferentes</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não possuir outro financiamento ativo no SFH</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O imóvel deve ser urbano e destinado à moradia própria</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Respeitar o intervalo de três anos para usar novamente o FGTS na compra de outro imóvel</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Tá valendo! <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/ta-valendo-lula-sanciona-isencao-de-ir-e-bancarios-terao-mais-dinheiro-no-bolso/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/ta-valendo-lula-sanciona-isencao-de-ir-e-bancarios-terao-mais-dinheiro-no-bolso/">Lula sanciona isenção de IR e bancários terão mais dinheiro no bolso</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco Central prepara alternativa à poupança para financiar imóveis</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-prepara-alternativa-a-poupanca-para-financiar-imoveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 08:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BC - Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Instituições Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)]]></category>
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					<description><![CDATA[De janeiro a maio, caderneta perdeu R$ 51,77 bilhões. Diante da retirada de recursos da caderneta de poupança, o Banco Central (BC) desenvolve um modelo alternativo de financiamento para a casa própria, disse nesta terça-feira (10) o presidente do órgão, Gabriel Galípolo. Segundo ele, uma proposta está sendo discutida com as instituições financeiras. “Estamos trabalhando [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ebdb3b187a7a8ccf6f6c515a41aed696">De janeiro a maio, caderneta perdeu R$ 51,77 bilhões.</h4>



<p>Diante da retirada de recursos da caderneta de poupança, o Banco Central (BC) desenvolve um modelo alternativo de financiamento para a casa própria, disse nesta terça-feira (10) o presidente do órgão, Gabriel Galípolo.</p>



<p>Segundo ele, uma proposta está sendo discutida com as instituições financeiras.</p>



<p>“Estamos trabalhando nisso, conversando com os bancos, especialmente a Caixa, e pretendemos apresentar em breve um processo ponte que vai utilizar a captação de mercado para normalizar isso [as fontes de financiamento para o setor imobiliário]”, afirmou Galípolo em evento de inovação financeira promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.</p>



<p>No mês passado, a aplicação financeira mais tradicional do país teve mais depósitos que retiradas, num total de R$ 336,87 milhões. No entanto, de janeiro a maio, os brasileiros sacaram R$ 51,77 bilhões a mais do que depositaram na caderneta.</p>



<p>Para o presidente do BC, a retirada de recursos da poupança representa uma mudança definitiva no comportamento dos investidores.</p>



<p>“Acho que a perda de recursos é mais estrutural, já que é difícil de competir com outras alternativas hoje. Parece natural, com mais educação financeira, a redução de recursos da poupança”, afirmou.</p>



<p>Desde 2021, a poupança registra mais saques do que depósitos. Entre as causas para a perda de interesse na caderneta, estão os juros altos, que provocam a perda de interesse na aplicação, e a facilidade na oferta de investimentos de baixo risco que rendem mais, como títulos do Tesouro Direto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">SBPE</h4>



<p>Atualmente, 65% dos recursos depositados na poupança são destinados ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), modalidade que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros de até 12% ao ano.</p>



<p>Os imóveis acima desse valor são financiados por meio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), que utiliza recursos de mercado, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI).</p>



<p>A discussão de um modelo alternativo de financiamento ocorre num momento em que o governo propõe a taxação em 5% do Imposto de Renda das LCI.</p>



<p>Atualmente, esses títulos privados são isentos de tributos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo muda regra de financiamento de imóvel e beneficia os bancos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-muda-regra-de-financiamento-de-imovel-e-beneficia-os-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Fiduciária]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprovada a toque de caixa na Câmara e no Senado, a MP 775 pune o mutuário inadimplente, que perde o imóvel e ainda fica com a dívida O Congresso Nacional aprovou, a toque de caixa, a Medida Provisória 775/2017, que introduz nova regra aos financiamentos baseados na alienação fiduciária, que é a grande maioria dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprovada a toque de caixa na Câmara e no Senado, a MP 775 pune o mutuário inadimplente, que perde o imóvel e ainda fica com a dívida</p>
<p>O Congresso Nacional aprovou, a toque de caixa, a Medida Provisória 775/2017, que introduz nova regra aos financiamentos baseados na alienação fiduciária, que é a grande maioria dos financiamentos feitos pela classe média para a compra de imóveis. Pela regra atual, quando um mutuário financia o imóvel e fica inadimplente, a instituição financeira toma o apartamento ou casa e faz o leilão, mas se arrecadar valor menor do que a dívida, o mutuário fica livre da obrigação.</p>
<p>Com a mudança, nesse caso, quem paga é o mutuário. Pela nova regra, se o beneficiário do financiamento ficar inadimplente, o banco executa e fica com o imóvel. Mas se, no segundo leilão, a instituição financeira conseguir um valor menor do que a dívida, quem paga essa diferença é o próprio mutuário.</p>
<p>A MP 775 foi aprovada na terça-feira (15) na Câmara dos Deputados e na quarta no Senado. A regra é bastante cruel. A pessoa, que já perde a casa, ainda fica com a dívida.</p>
<p>Com a crise e o desemprego, a inadimplência é alta e o valor dos imóveis está caindo. A medida vai penalizar a classe média e o dispositivo transfere renda da população ao setor financeiro.</p>
<p>A oposição ressalta que a mudança se refere à modalidade de alienação fiduciária, o que não atinge outros tipos de financiamentos, como os do Minha Casa Minha Vida, por exemplo.</p>
<p>A MP vai à sanção. Seu artigo 9º diz: “Se, após a excussão das garantias constituídas no instrumento de abertura de limite de crédito, o produto resultante não bastar para quitação da dívida decorrente das operações financeiras derivadas, acrescida das despesas de cobrança, judicial e extrajudicial, o tomador e os prestadores de garantia pessoal continuarão obrigados pelo saldo devedor remanescente”.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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