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	<title>igualdade de oportunidades BB &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>igualdade de oportunidades BB &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>BB: igualdade de oportunidades tem que ser aprofundada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 11:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abismo salarial BB]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade BB]]></category>
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		<category><![CDATA[Negros e mulheres BB]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco apresenta propostas para promoção da diversidade e movimento sindical aponta que aprofundamento das desigualdades dentro do banco só será solucionado a partir de múltiplas ações A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu na segunda-feira (24) com o Grupo Matricial da Diversidade, responsável pela implementação das ações para promoção [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Banco apresenta propostas para promoção da diversidade e movimento sindical aponta que aprofundamento das desigualdades dentro do banco só será solucionado a partir de múltiplas ações</h4>



<p></p>



<p>A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu na segunda-feira (24) com o Grupo Matricial da Diversidade, responsável pela implementação das ações para promoção da diversidade e igualdade de oportunidades dentro do BB.<br><br>“É reconhecido que, ao longo da sua trajetória, o Banco do Brasil foi pioneiro em alguns aspectos, como, por exemplo, a utilização do nome social para funcionários e funcionárias trans e, agora, diante da apresentação feita pelo banco, vemos uma busca de protagonismo e aprimoramento das práticas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I), o que avaliamos como muito positivo. Mas precisamos que isso alcance os gestores e as bases, para que o tratamento igualitário de mulheres, negros, pessoas com deficiência (PCDs) e LGBTQIA+ realmente aconteça dentro da empresa”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.<br><br>O BB tem hoje, 42% de mulheres, 24,6% de negros e negras e 2% de PCDs, longe de representar o percentual da sociedade brasileira, que possui 51% de mulheres, 56% de negros e negras e 7% PCDs. Nos cargos gerenciais dentro do banco, o percentual cai ainda mais.</p>



<p><br>Outro fator alarmante, colocado nas mesas de negociação pelo movimento sindical, por diversas vezes, é a grande diferença salarial entre os funcionários, dependendo do gênero e da cor. A remuneração média das mulheres bancárias é 22% inferior a dos homens bancários.</p>



<p>Enquanto a remuneração média das mulheres pretas bancárias é 40,6% inferior ao dos homens brancos (em outras palavras: 59% do que os homens bancários recebem), conforme análise feita pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2021.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Escuta ativa</h3>



<p>Escutas realizadas pelo banco com diversos grupos, incluindo BB Black, PCDs, autistas, neuro divergentes, LGBTQIA+ e mulheres, revelou que todos apontaram a questão do encarreiramento como um problema comum. Ou seja, todos os grupos afirmaram que sofrem resistência para ascender dentro do banco.<br><br>Os representantes das federações na CEBB trouxeram no encontro diversos casos de funcionários e funcionárias altamente capacitados, mas que tiveram o processo de encarreiramento prejudicado, seja por falta de equipamentos adequados, como no caso das pessoas com deficiência, seja por misoginia, racismo, homofobia ou capacitismo, por parte de lideranças que reproduziram preconceitos nas relações de trabalho.<br><br>“O movimento sindical luta para que a diversidade seja respeitada e a igualdade de oportunidades seja uma realidade dentro das agências. O preconceito, homofobia, misoginia, racismo e outras formas de assédio e violência tem que ser banidas da sociedade. Estamos em pleno século 21 onde se apresentam Inteligências Artificiais e alguns grupos ainda insistem em viver na pré-história”, relata Eneida Koury, dirigente sindical do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e bancária do BB.<br><br>O banco afirmou que está em andamento um estudo para diagnóstico da diversidade no BB, paralelo a um trabalho para infundir melhores práticas de respeito e relacionamento, plano de comunicação integrado e criação de programas específicos, “considerando a transversalidade do tema”, ou seja, as dificuldades comuns aos grupos que reivindicam igualdade de oportunidades dentro da empresa. Além disso, estão sendo realizados encontros sobre o tema diversidade em unidades de todo o país, não só nas capitais, com o objetivo de capacitar as lideranças sobre o respeito às diferenças e como não reproduzir a violência do preconceito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Balanço</h3>



<p>Para o movimento sindical houve um avanço nestas reuniões, o banco agora ouve as reivindicações dos sindicatos que estão no dia a dia, acompanhando as demandas das funcionárias e funcionários e que foram responsáveis por criar a mesa por igualdade de oportunidades no campo das negociações com o banco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entenda:</h3>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Grupo Matricial da Diversidade, responsável dentro do banco pela implementação das ações para promoção da diversidade e igualdade de oportunidades, apresentou o plano de atividades sobre o tema.<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Entre as ações que o banco apresentou, estão:<br>– Escuta ativa dos grupos BB Black Power, PCDs, BB Azul, Autistas no BB, Neuro divergentes, LGBTQIA+, Liderança Feminina, Mulher na TI.<br>– Estudo do diagnóstico da diversidade no BB e melhores práticas.<br>– Plano de comunicação integrado.<br>– E criação de programa específico.<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O movimento sindical avaliou como positivo o resultado da mesa de negociação e exigiu celeridade na realização das ações.</p>
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			</item>
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		<title>Funcionários pedem aprimoramento no combate ao assédio sexual e moral no BB</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/funcionarios-pedem-aprimoramento-no-combate-ao-assedio-sexual-e-moral-no-bb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de oportunidades BB]]></category>
		<category><![CDATA[racismo Bb]]></category>
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					<description><![CDATA[Combate a todo tipo de abuso no ambiente de trabalho foi destaque de mesa por Igualdade de Oportunidades Aprimoramentos dos canais de denúncias e da política de combate ao assédio sexual e moral. Essas foram as reivindicações em destaque, apresentadas nesta sexta-feira (15) pelo movimento sindical ao banco, durante mesa de negociação sobre Igualdade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Combate a todo tipo de abuso no ambiente de trabalho foi destaque de mesa por Igualdade de Oportunidades</p>
<p></p>
<p>Aprimoramentos dos canais de denúncias e da política de combate ao assédio sexual e moral. Essas foram as reivindicações em destaque, apresentadas nesta sexta-feira (15) pelo movimento sindical ao banco, durante mesa de negociação sobre Igualdade de Oportunidades.</p>
<p> </p>
<p> <strong>Reivindicações</strong></p>
<p>Os sindicalistas reivindicaram (1) a formação permanente do quadro de funcionários sobre o combate ao assédio; (2) o acolhimento e proteção das vítimas; (3) a criação de uma comissão bipartite, com a participação dos sindicatos locais na apuração dos fatos e troca de ideias sobre a confecção dos materiais; e (4) punição exemplar de quem pratica assédio.</p>
<p> </p>
<p><strong>Resposta do banco</strong></p>
<p>Os representantes da direção do BB concordaram em acolher as demandas dos funcionários, dada a necessidade de “avaliar e aprimorar” os mecanismos de combate ao assédio. Também confirmaram o compromisso fechado na mesa única de negociação entre a Febraban e o Comando Nacional.</p>
<p> </p>
<p><strong>Dados nacionais</strong></p>
<p>Até junho de 2022, o Ministério Público do Trabalho (MPT) já havia registrado um número de denúncias de assédio sexual equivalente a 63% do total de ocorrências em todo o ano de 2021. Segundo dados de outra pesquisa, produzida em 2020 pela Think Eva e parceria com o Linkedin, quase metade (47,12%) das mulheres entrevistadas declararam ter sido vítimas de assédio sexual em algum momento da vida. Neste universo, a maioria são as mulheres negras (52%) e que recebem entre dois e seis salários mínimos (49%). E, como se não bastasse essa realidade, uma em cada seis vítimas dessa violência no ambiente de trabalho pede demissão.</p>
<p> Esses dados foram apresentados pela advogada Phamela Godoy, assessora técnica da Contraf. “Para que a mulher denuncie, ela precisa romper uma grande cultura social, na qual foi criada, que a culpabiliza quando sofre, nas ruas, abusos pela forma como se veste ou como se comporta. Então, quando ela sofre abuso quando entra no banco, também há tendência de se sentir culpada ou com medo que os demais à responsabilize. Por isso o acolhimento é fundamental”, explicou.</p>
<p> Outra pesquisa relevante apresentada pela advogada foi a do Ipespe, encomendada pela Febraban e divulgada em março deste ano: 59% das vítimas que não denunciam o assédio sexual se calam por medo de represália e perseguição; 19% por vergonha; 15% medo de que não acreditem que o fato aconteceu; e 10% por falta de confiança na Justiça.</p>
<p> </p>
<p><strong>Combate ao Racismo e respeito à diversidade</strong></p>
<p>Por conta da dimensão dos debates sobre assédio moral e sexual, não houve tempo hábil na reunião desta sexta de debater as pautas de combate à discriminação, por salários iguais para trabalho de igual função, independente de condição física, raça, cor, gênero, idade e orientação sexual.</p>
<p> O banco se comprometeu a apresentar uma nova data para retomar a mesa de Igualdade de Oportunidades e para contemplar o debate sobre as demais reivindicações. A empresa também recebeu, nesta semana, as pautas dos grupos de Combate ao Racismo e de Diversidade Sexual, Afetiva e Comportamento.</p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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