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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Papa Francisco: sindicatos devem ser “a voz de quem não tem voz”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 17:57:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[movimento sindical e Papa]]></category>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Segundo o pontífice, “não há sindicato sem trabalhadores e não há trabalhadores livres sem sindicatos”</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Papa Francisco voltou a defender a importância do movimento sindical para a classe trabalhadora. “Os sindicatos são chamados a serem a voz de quem não tem voz”, declarou o pontífice nesta segunda-feira (20), no Vaticano, durante encontro com 6 mil lideranças e trabalhadores ligados à Confederação Geral Italiana do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2017, ao receber representantes da mesma entidade, o papa já havia demonstrado apreço ao sindicalismo. “Não existe uma boa sociedade sem um bom sindicato – e não há um bom sindicato que não renasça todos os dias nas periferias”, afirmou Francisco na ocasião. Agora, cinco anos depois, o líder religioso renovou seu apoio às lutas sindicais. “Não há sindicato sem trabalhadores e não há trabalhadores livres sem sindicatos”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Francisco, três preocupações sobressaem hoje no mundo do trabalho. A primeira delas é com a segurança dos trabalhadores. Em seu discurso, o Papa lamentou o elevado número de mortes e acidentes trabalhistas. “Cada morte no trabalho é uma derrota para toda a sociedade”, afirmou. “Não permitamos que ponham o lucro e a pessoa no mesmo patamar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra inquietação apontada pelo pontífice é com a exploração do trabalhador. O papa criticou tanto o trabalho precário quanto o análogo à escravidão, além das jornadas exaustivas: “Há pessoas que, apesar de terem um emprego, não conseguem sustentar suas famílias e ter esperança no futuro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Francisco se declarou preocupado com a situação dos jovens e das mulheres. De acordo com o Papa, a juventude é submetida cada vez mais a contratos de trabalho “precários, inadequados e escravizantes”. Com relação às mulheres trabalhadoras, o líder da Igreja Católica cobrou isonomia salarial. “A dignidade humana é pisoteada pela discriminação de gênero. Por que uma mulher deveria ganhar menos que um homem?”</p>
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