<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/ibge-instituto-brasileiro-de-geografia-e-estatistica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Sat, 29 Nov 2025 06:50:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Desemprego recua para 5,4%, menor taxa desde 2012</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-recua-para-54-menor-taxa-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 06:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=65476</guid>

					<description><![CDATA[Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde. A taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ab3b49f820c6347389e75653ba014abb">Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde.</h4>



<p>A taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado em outubro de 2024 (6,2%), o indicador caiu 0,7 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (28) pelo IBGE.</p>



<p>No trimestre, a população desocupada caiu para seu menor contingente desde o início da pesquisa, em 2012: 5,910 milhões, recuando nas duas comparações: -3,4% (menos 207 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 788 mil pessoas) no ano. O total de trabalhadores do país ficou estável, em 102,5 milhões, ainda em patamar recorde, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,8%. Já o número de empregados com carteira assinada renovou seu recorde, chegando a 39,182 milhões.</p>



<p>A taxa composta de subutilização manteve-se em 13,9%, a menor da série histórica da Pnad Contínua. Os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,572 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>



<p>A força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. Durante a pandemia, no trimestre de maio a julho de 2020, esse indicador havia chegado ao seu auge: 13,8 milhões. Já a população desalentada chegou em 2,647 milhões, depois de ter atingido seu maior valor (5,829 milhões) no trimestre de janeiro a março de 2021.</p>



<p>Para Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “o elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca por ocupação e, como resultado, a taxa de desocupação segue em redução, alcançando nesse trimestre o menor valor da série histórica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">No trimestre, grupamentos da Construção e da Administração pública crescem, mas Outros serviços recuam</h4>



<p>Embora a população ocupada do país tenha ficado estatisticamente estável frente ao trimestre móvel anterior, dois dos dez grupamentos de atividade investigados pela PNAD Contínua mostraram crescimento no período: Construção (2,6%, ou mais 192 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,3%, ou mais 252 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Outros serviços (2,8%, ou menos 156 mil pessoas).</p>



<p>Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, a ocupação aumentou em dois grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (3,9%, ou mais 223 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais 711 mil pessoas). Houve redução nos seguintes grupamentos: Outros serviços (3,6%, ou menos 203 mil pessoas) e Serviços domésticos (5,7%, ou menos 336 mil pessoas).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informalidade fica estável e número de trabalhadores com carteira renova recorde</h4>



<p>No trimestre encerrado em outubro, a taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, ou o equivalente a 38,7 milhões de trabalhadores informais, repetindo os 37,8% do trimestre móvel anterior. No entanto, esta taxa ficou abaixo dos 38,9% (ou 40,3 milhões de trabalhadores informais) do trimestre encerrado em outubro de 2024.</p>



<p>O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada manteve o recorde, chegando aos 39,182 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, esse contingente cresceu 2,4% (mais 927 mil pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,9 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 298 mil pessoas) no ano.</p>



<p>Pelo lado da informalidade, o número de empregados sem carteira no setor privado (13,6 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 3,9% (menos 550 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 3,1% (mais 771 mil pessoas) no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde: R$ 357,3 bilhões</h4>



<p>A massa de rendimento médio real bateu novo recorde, chegando a R$ 357,3 bilhões com estabilidade no trimestre e alta de 5,0% (mais R$ 16,9 bilhões) no ano.</p>



<p>Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi recorde, ficando estatisticamente estável no trimestre e crescendo 3,9% no ano. Na comparação trimestral, apenas uma categoria de ocupação teve aumento no rendimento: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,9%, ou mais R$ 190). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>



<p>Frente ao trimestre de agosto a outubro de 2024, houve aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (6,2%, ou mais R$ 129), Construção (5,4%, ou mais R$ 143), Alojamento e alimentação (5,7%, ou mais R$ 126), Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (5,2%, ou mais R$ 251), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,5%, ou mais R$ 164) e Serviços domésticos (5,0%, ou mais R$ 64). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>



<p>Adriana Beringuy observa que “a manutenção do elevado contingente de trabalhadores, associado à estabilidade do rendimento, permite os valores recordes da massa de rendimento”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais sobre a pesquisa</h4>



<p>A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa, integrados à rede de mais de 500 agências do IBGE.</p>



<p>Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta presencial.</p>



<p>É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.</p>



<p>Consulte os resultados da PNAD Contínua Mensal no <a href="https://sidra.ibge.gov.br/home/pnadcm" data-type="link" data-id="https://sidra.ibge.gov.br/home/pnadcm">Sidra</a>. Sua próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em novembro, será em 30 de dezembro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Casamento entre mulheres cresce 5,9% e é recorde em 2023, mostra IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/casamento-entre-mulheres-cresce-59-e-e-recorde-em-2023-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 08:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
		<category><![CDATA[uniões homoafetivas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=61565</guid>

					<description><![CDATA[Número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do IBGE para uniões homoafetivas, iniciada em 2013 No ano de 2023, houve 7 mil registros de casamento civil entre mulheres no Brasil. Esse número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-eaf8b79280532fffd011e13c1ff4e39c">Número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do IBGE para uniões homoafetivas, iniciada em 2013</h4>



<p>No ano de 2023, houve 7 mil registros de casamento civil entre mulheres no Brasil. Esse número representa aumento de 5,9% em relação a 2022, sendo o maior já registrado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) específica para uniões homoafetivas, iniciada em 2013. O recorde anterior era de 2022, com 6,6 mil celebrações. O dado faz parte do levantamento Estatísticas de Registro Civil, divulgado nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro.</p>



<p>A quantidade de matrimônios entre mulheres em 2023 fez o Brasil registrar o recorde de casamento entre pessoas de mesmo sexo, que atingiu 11,2 mil, aumento de 1,6% em relação a 2022.</p>



<p>No entanto, ao se observar apenas os dados de união entre homens, percebe-se recuo. Foram 4.175, o que significa 4,9% a menos que em 2022.</p>



<p>O IBGE não leva em conta casos de união estável e chegou aos números por meio de informações coletadas em quase 20 mil cartórios e varas judiciais espalhados pelo país.</p>



<p><strong>Desde 2013, o número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo praticamente se multiplicou por três:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2013: 3,7 mil</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2023: 11,2 mil</li>
</ul>



<p>Em todos os anos, o número de casamentos entre mulheres é maior do que entre homens. Em 2023, elas representaram 62,7% do total de matrimônios homoafetivos.</p>



<p>O ano de início da série do IBGE, 2013, é o mesmo em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a Resolução 175, de 14 de maio, que impede cartórios de se recusarem a converter uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo em casamentos.</p>



<p>A medida do CNJ veio na esteira de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2011, que igualou as uniões homoafetivas às heteroafetivas. Até então, os cartórios precisavam de autorização judicial para celebrar casamento entre pessoas do mesmo sexo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Menos casamentos</h4>



<p>O levantamento do IBGE revela também que houve 929,6 mil casamentos entre pessoas de sexos diferentes em 2023. Somando com os homoafetivos, o Brasil chega à marca de 940,8 mil casamentos, redução de 3% na comparação com 2022.</p>



<p>Esse patamar faz o país voltar à tendência de queda no número de uniões civis. Em 2015, foram 1,137 milhão, quantidade que foi se reduzindo até 1,025 milhão em 2019. Em 2020, ano impactado pela pandemia de covid-19, que forçou o isolamento social, foram 757 mil. O número voltou a subir em 2021 e 2022, para, novamente, regredir em 2022.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="695" height="320" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402.webp" alt="" class="wp-image-61566" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402.webp 695w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-300x138.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-150x69.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-600x276.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-20x9.webp 20w" sizes="(max-width: 695px) 100vw, 695px" /></figure>



<p>Esses dados fizeram com que a taxa de nupcialidade – número de casamentos em relação à população de 15 anos ou mais de idade – fosse de 5,6 em 2023. Em 1980, o índice era mais que o dobro, 12,2. Em 2020, ano de eclosão da pandemia, era 4,5.</p>



<p>De acordo com a gerente da Pesquisa de Registro Civil, Klivia Brayner de Oliveira, a redução no número de casamentos pode ter relação com mudanças na sociedade. “Uma sociedade mais líquida”, diz.</p>



<p>“Não é mais uma exigência das famílias, da sociedade, que a pessoa seja casada no civil. A pessoa tem mais liberdade para decidir se quer casar, se quer uma união estável – seja em cartório, seja de forma informal. Muitas vezes, o casamento é acompanhado de despesas, então as pessoas, às vezes, não querem assumir essas despesas”, completa Klivia.</p>



<p>Uma decisão do STF de 2017 determinou que a união estável e o casamento possuem o mesmo valor jurídico em termos de direito sucessório, tendo o companheiro os mesmos direitos a heranças que o cônjuge (pessoa casada). Uma diferença é que a união estável não altera o estado civil, a pessoa continua solteira, divorciada, viúva, por exemplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Idade</h4>



<p>Em 2023, a idade média dos cônjuges solteiros que se casaram com pessoas do sexo oposto era de 29,2 anos para mulheres e 31,5 anos para os homens.</p>



<p>Ao observar os casais de mesmo sexo, a idade média era de 34,7 anos entre homens e 32,7 entre mulheres.</p>



<p>O IBGE identificou que os brasileiros estão se casando mais velhos. Ao analisar os casamentos entre pessoas de sexo diferente, foi revelado que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2003, 13% dos casamentos tinham cônjuge homem com 40 anos ou mais;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2023, eram 31,3%.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2003, 8,2% dos casamentos tinham cônjuge mulher com 40 anos ou mais;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2023, eram 25,1%.</li>
</ul>



<p>Outra tendência notada pelos pesquisadores nos casamentos entre pessoas de sexos diferentes é a queda na participação de solteiros.</p>



<p>Em 2003, 86,9% dos registros eram como ambos solteiros. Em 2023, essa marca caiu para 68,7%.</p>



<p>Em 2003, 12,9% dos registros eram com pelo menos um dos cônjuges divorciado ou viúvo. Em 2023, essa marca caiu para 31,1%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Divórcios</h4>



<p>A Pesquisa Estatísticas do Registro Civil revela que em 2023, o Brasil teve 440,8 mil divórcios, sendo 81% deles judiciais (360,8 mil) e 18,2% extrajudiciais (79,6 mil). O total de dissoluções cresceu 4,9% ante 2022, quando foram registrados 420 mil divórcios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="695" height="320" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1.webp" alt="" class="wp-image-61567" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1.webp 695w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-300x138.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-150x69.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-600x276.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Captura-de-tela-2025-05-16-113402-1-20x9.webp 20w" sizes="(max-width: 695px) 100vw, 695px" /></figure>



<p><strong>A taxa geral de divórcios – número de divórcios para cada mil pessoas de 20 anos ou mais – apresenta tendência de crescimento:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2016: 2,4</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2019: 2,5 (último ano antes da pandemia)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2020: 2,1</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2021: 2,5</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2022: 2,8</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2023: 2,8</li>
</ul>



<p>A pesquisadora Klivia de Oliveira aponta que mudanças na legislação brasileira ajudam a explicar o crescimento do número de divórcios.</p>



<p>“Desde 2010, existe uma facilidade, se você quer se divorciar, não precisa se separar, ter um processo de separação de um ou dois anos para depois pedir o divórcio”, contextualiza. “A legislação acompanhou a mudança dos valores da sociedade”, completa.</p>



<p>“Também as pessoas estão, talvez, menos presas a questões sociais. Hoje você aceita normalmente. Uma pessoa quer se divorciar, se divorcia”, conclui a pesquisadora.</p>



<p>Os homens se divorciaram em idades mais avançadas que as mulheres. Enquanto eles tinham, em média, 44,3 anos no momento da dissolução, elas tinham 41,4 anos.</p>



<p>A pesquisa mostra que os casamentos brasileiros estão durando menos. Em 2010, o período médio entre as datas do casamento e do divórcio era de 15,9 anos. Em 2023, o tempo caiu para 13,8 anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">E os filhos?</h4>



<p><strong>Ao observar o tipo de arranjo familiar dos divórcios, o IBGE identificou as seguintes proporções:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>46,3% tinham somente filhos menores</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>29,9% sem filhos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>16,1% tinham somente filhos maiores</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>7% tinham filhos maiores e menores</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>0,7% sem informação de filhos</li>
</ul>



<p><strong>Desde 2014, os pesquisadores mapearam uma clara tendência de aumento de divórcios com guarda compartilhada, movimento que leva à diminuição de casos em que a guarda é exclusiva da mãe.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>guarda materna: em 2014, respondia por 85,1% dos casos. Em 2023, por 45,5%</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>guarda compartilhada: em 2014, respondia por 7,5% dos casos. Em 2023, por 42,3%</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>guarda paterna: em 2014, respondia por 5,5% dos casos. Em 2023, por 3,3%</li>
</ul>



<p>O ano de 2014 é um ponto de partida da tendência crescente de casos de guarda compartilhada, uma vez que a Lei 13.058, sancionada em dezembro daquele ano, prioriza esse tipo de guarda quando não há acordo entre mãe e pai sobre quem cuidará do filho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IBGE registra queda de desemprego em 15 estados no 2º trimestre de 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ibge-registra-queda-de-desemprego-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 08:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brancos]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[etnia]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[índice]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pardos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[Pretos]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=56481</guid>

					<description><![CDATA[Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6b76c207822ffdab891eff643c777789">Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável</h4>



<p>A última <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)</a> Contínua Trimestral do <a href="https://www.ibge.gov.br/" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)</a>, divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo trimestre de 2024.</p>



<p>O Distrito Federal e outros 11 estados mantiveram a taxa de desemprego estável. Esses dados são em comparação com o 1º trimestre de 2024.</p>



<p><strong>Tiveram queda na taxa de desemprego:</strong> Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Ceará, Maranhão, Espírito Santo, Acre, Tocantins, Alagoas, Amazonas, Piauí e Bahia;</p>



<p><strong>Tiveram estabilidade:</strong> Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amapá, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Mato Grosso.</p>



<p>O local qua apresentou a maior índice de desemprego foi o estado de Pernambuco (11,5%), seguido pela Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%), enquanto Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%), apresentaram a menor taxa de desemprego do país.</p>



<p><strong>Veja a lista onde é possível observar a variação do índice de desemprego nos estados entre o 1º e o 2º trimestre de 2024:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="736" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp" alt="" class="wp-image-56483" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp 736w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-216x300.webp 216w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-108x150.webp 108w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-768x1068.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-600x835.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-20x28.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04.webp 1000w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação entre o 1º e 2° trimestre de 2024 — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<p>Quando comparada com o 2º trimestre de 2023, é possível observar que houveram 15 quedas, apesar de 2 altas estatisticamente altas.</p>



<p>Roraima e Rondônia foram as UFs que cresceram em pessoas desocupadas. Por outro lado Goiás, Pará, Maranhão, São Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Amazonas, Paraíba, Espírito Santo, Acre, Piauí, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Amapá mostram uma queda, enquanto os demais estados permaneceram iguais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja na tabela:</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp" alt="" class="wp-image-56482" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-234x300.webp 234w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-117x150.webp 117w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-768x983.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-600x768.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-20x26.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06.webp 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação do 2° trimestre de 2024 com o mesmo período do ano anterior — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego nas regiões e no Brasil</h4>



<p>De acordo com os dados coletados pelo IBGE, a taxa de desocupação nas refiões brasileiras soi a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Norte:</strong> queda de 8,2% para 6,9%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nordeste:</strong> queda de 11,1% para 9,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centro-Oeste:</strong> queda de 6,1% para 5,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sudeste:</strong> queda de 7,6% para 6,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sul:</strong> queda de 4,9% para 4,7%.</li>
</ul>



<p>Ao todo, o desemprego no Brasil foi de 6,9% no fechameto do 2º trimestre. Quando comparado ao trimestre anterior –encerrado em março–, é possível observar a queda de 1 ponto percentual na taxa de desemprego, quer era 7,9%. O mesmo trimestre em 2023, tinha o índice de desocupação de 8%.</p>



<p>Esse resultado é o melhor para um trimestre encerrado em julho, desde 2014, quando a taxa também foi de 6,9%. Na série comparável, é a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).</p>



<p>No Brasil, a queda no número de desempregados foi de 12,5% contra o trimestre anterior, o que significa que cerca de 7,5 milhões de pessoas foram impactadas. Quando comparado com o 2º trimestre de 2023, o recuo aumenta ainda mais, indo para 12,8%.</p>



<p>A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, acredita que os bons números de 2023 se deve a menor influência da recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia de Covid. Em 2024, o avnaço está mais relacionado ao aquecimento da economia brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sexo e etnia</h4>



<p>Os números mostram que mulherem ocupam um percentual maior que os homens no índicie de pessoas desempregadas, apesar da taxa de desemprego ter caído para ambos os sexos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de mulheres:</strong> de 9,8% para 8,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de homens:</strong> de 6,5% para 5,6%.</li>
</ul>



<p>Nesse trimestre o nível de ocupação das mulheres chegou a 48,1%, o maior índice já alcançado desde 2012.</p>



<p>A divisão feita por raça, mostra que pretos e pardos seguem abaixo no índice</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Brancos:</strong> 6,2% para 5,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pretos:</strong> 9,7% para 8,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pardos:</strong> 9,1% para 7,8%.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento em alta</h4>



<p>Frente ao trimestre anterios, o rendimento real habitual aumentou, passando de R$ 3.158 para R$ 3.214. No ano anterior, era de R$ 3.037.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na divisão por sexo:</strong> os homens registram renda média real de R$ 3.424, enquanto as mulheres têm renda, em média, de R$ 2.696;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por estados, apenas quatro tiveram aumento do rendimento médio real no trimestre</strong>: Rondônia (8,7%), Pernambuco (8,5%), Ceará (7,2%) e Rio Grande do Sul (5%). Todos os demais tiveram estabilidade;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contra o mesmo trimestre de 2023, 10 estados tiveram alta:</strong> Rio Grande do Norte (19,8%), Bahia (15,9%), Rondônia (13,3%), Maranhão (9,2%), Rio Grande do Sul (8,9%), Minas Gerais (7,5%), Paraná (6,7%), Mato Grosso (6,3%), São Paulo (6%) e Santa Catarina (5,5%). Todos os demais tiveram estabilidade.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com taxa de desemprego mais baixa em 10 anos, trabalho com carteira assinada bate recorde</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-taxa-de-desemprego-mais-baixa-em-10-anos-trabalho-com-carteira-assinada-bate-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 07:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira Assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua)]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=54843</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o IBGE, o desemprego recuou para 7,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo a menor taxa desde 2014. Em paralelo, o volume de trabalhadores formais foi de quase 38,2 milhões, o maior nível dos últimos 12 anos A taxa de desemprego no trimestre encerrado em abril ficou em 7,5%, o menor nível desde 2014. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a7532e5abf48a45f3ed51d767f65e06">Segundo o IBGE, o desemprego recuou para 7,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo a menor taxa desde 2014. Em paralelo, o volume de trabalhadores formais foi de quase 38,2 milhões, o maior nível dos últimos 12 anos</h4>



<p>A taxa de desemprego no trimestre encerrado em abril ficou em 7,5%, o menor nível desde 2014. O índice é considerado estável em relação ao trimestre anterior, em janeiro de 2024, que registrou 7,6% e 1 ponto percentual abaixo do apurado no mesmo período de 2023, de 8,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira (29) pelo IBGE.</p>



<p>A Pnad apura todas as formas de ocupação a partir de 14 anos de idade, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. O total de pessoas desocupadas, ou seja, que não trabalhava e estava à procura de alguma ocupação no trimestre, ficou em 8,2 milhões, sem variação significativa em relação ao trimestre móvel encerrado em janeiro de 2024. O número, porém, é 9,7% menor que o apontado no mesmo período de 2023. Isso representa menos 882 mil desocupados.</p>



<p>Já o total de trabalhadores ocupados chegou a 100,8 milhões. O dado é considerado estável em relação ao trimestre terminado em janeiro. Mas em relação a 12 meses atrás, houve acréscimo de 2,8%, o que representa mais 2,8 milhões de pessoas com trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tendências positivas</h4>



<p>De acordo com a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o cenário do emprego no país vem apresentando resultados positivos. “É um mercado de trabalho que segue com redução na taxa de desocupação e expansão no número de trabalhadores”, afirma.</p>



<p>A coordenadora cita dois elementos sazonais no trimestre encerrado em abril que explicam a estabilidade na desocupação em 2024: a redução do desemprego no comércio e a volta da contratação de trabalhadores do setor público nas áreas de saúde e educação, notadamente no ensino fundamental. “Já na comparação com o ano passado, o cenário é de manutenção de ganhos da população ocupada, trabalho com carteira assinada e rendimento do trabalhador”, completa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Redução do desemprego e aumento da carteira assinada</h4>



<p>Diante da queda no desemprego, o número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 38,188 milhões, um recorde da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O contingente de trabalhadores sem carteira também foi o maior, chegando a 13,5 milhões.</p>



<p>Com isso, a taxa de informalidade ficou em 38,7% da população ocupada. O que significa 39 milhões de trabalhadores informais, patamar próximo ao do trimestre móvel encerrado em abril de 2023 (38,9%). “A informalidade é muito significativa na composição da nossa população ocupada, mas, nos últimos trimestres, tem ficado relativamente estável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento</h4>



<p>O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.151, alta de 4,7% em 12 meses. Os dados do IBGE revelam ainda que a massa de rendimentos, que é a soma das remunerações de todos os trabalhadores do país, chegou a R$ 313,1 bilhões. Outro recorde da série histórica e 7,9% acima do mesmo período de 2023. O resultado também é considerado positivo, uma vez que esse dinheiro serve para dinamizar a economia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo indica 3 tendências para o mercado de trabalho em 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/estudo-indica-3-tendencias-para-o-mercado-de-trabalho-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 13:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52811</guid>

					<description><![CDATA[Relatório feito por empresa de divulgação de vagas de emprego, reúne dados que indicam os fatores que impactarão o mercado em 2024, e cita inflação e uso de Inteligência Artificial Segundo o relatório divulgado pela Indeed, empresa de divulgação de vagas de emprego, existe uma tendência para o mercado de trabalho no ano de 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-162f38742633ff71fb9f65a1895d9941">Relatório feito por empresa de divulgação de vagas de emprego, reúne dados que indicam os fatores que impactarão o mercado em 2024, e cita inflação e uso de Inteligência Artificial</h4>



<p>Segundo o relatório divulgado pela Indeed, empresa de divulgação de vagas de emprego, existe uma tendência para o mercado de trabalho no ano de 2024, que está muito atrelado ao surgimento e avanço da tecnologia das Inteligências Artificiais (IA). Além da IA, o estudo também levou em conta a oferta e demanda de vagas no mercado e as mudanças de inflação e salário.</p>



<p>A pesquisa indica que tanto os profissionais quanto os empregadores, precisam estar prontos para enfrentar um cenário de alta concorrência. Com base nesses dados, a pesquisa feita pela Hiring Lab da divisão de pesquisa da Indeed, chegou a 3 tendências para o mercado de trabalho em 2024.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais trabalhadores em idade ativa</h4>



<p>O estudo indicou que em 2024 mais trabalhadores em idade ativa, entre 25 e 54 anos, serão requeridos no mercado visando compensar o envelhecimento da população. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2010 até 2022, a idade média do brasileiro aumentou em 6 anos, chegando a 35, enquanto o índice de envelhecimento atingiu os 55,2, bem maior que a marca de 2010, que era de 30,7.</p>



<p>Esse envelhecimento populacional é um dos fatores responsáveis por alterar a taxa de participação no mercado. Trata-se de um movimento já observado nos Estados Unidos, mas que também pode ser projetado no contexto brasileiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais benefícios para trabalhadores</h4>



<p>Segundo o relatório, o aumento dos salários no mercado brasileiro deve continuar em desaceleração, contudo ele não pode ficar abaixo da inflação, já que trabalhadores perderiam poder aquisitivo.</p>



<p>A pesquisa cita o fenômeno que ficou conhecido como “Grande Renúncia”, momento em que houve um grande volume de pedidos de demissão voluntárias, e pontua que esse momento já ficou para trás. Porém, apesar das taxa de demissão voluntárias terem voltado ao normal, ainda há pessoas que estão deixando os seus empregos.</p>



<p>Neste cenário de demissões voluntárias, uma forma de atrair trabalhadores é por meio de benefícios. Se empresas realmente querem manter seus funcionários, será necessário investir em algo que vá além do básico, oferecendo vantagens que impactam na qualidade de vida, como modelo de trabalho flexível e o bem-estar dos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">IA no ambiente de trabalho</h4>



<p>Alguns profissionais já incluíram o uso de Inteligências Artificias (IAs) na sua rotina de trabalho, segundo a pesquisa Indeed, este recurso será cada vez mais comum em 2024. A praticidade que essa tecnologia oferece tem capacidade de estimular a produtividade dos funcionários e, consequentemente, das empresas.</p>



<p>Segundo a empresa de vagas é improvável que ocorra a substituição de profissionais do mercado pelas IAs, já que o elemento humano” é insubstituível.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
