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	<title>iates e lanchas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Reforma Tributária: Relator inclui cesta básica com alíquota zero; veja pontos do novo parecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 13:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[iates e lanchas]]></category>
		<category><![CDATA[IPVA para jatinhos]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação sobre heranças]]></category>
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					<description><![CDATA[Também foi colocado no parecer a redução de tributos de itens às pessoas com deficiência e saúde menstrual, além de atualizar a fase de transição dos tributos. Relator sinalizou para acordos em divergências; votação está proposta para esta quinta (6) Após críticas, o relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro, apresentou na noite de quarta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Também foi colocado no parecer a redução de tributos de itens às pessoas com deficiência e saúde menstrual, além de atualizar a fase de transição dos tributos. Relator sinalizou para acordos em divergências; votação está proposta para esta quinta (6)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após críticas, o relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro, apresentou na noite de quarta-feira (5) uma nova versão do seu parecer sobre a proposta que prevê, entre outros pontos, a criação de uma cesta básica nacional de alimentos com isenção de tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, a proposta inicial estabelece a unificação de cinco tributos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>IPI, PIS e Cofins</strong>&nbsp;(federais);</li>



<li><strong>ICMS</strong>&nbsp;(estadual);</li>



<li>e <strong>ISS</strong> (municipal).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No lugar, seriam criados dois Impostos sobre Valor Agregado (IVAs) — um gerenciado pela União (CBS), e outro com gestão compartilhada entre estados e municípios (IBS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Críticos da proposta passaram a sugerir, nas últimas semanas, que havia possibilidade de aumento nos preços dos itens que compõem a cesta básica com os novos tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após negociações, Aguinaldo Ribeiro estabeleceu, no novo parecer apresentado nesta quarta, a criação da &#8220;Cesta Básica Nacional de Alimentos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alíquotas previstas para os IVAs federal e estadual e municipal serão reduzidas a zero para esses produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto,&nbsp;caberá a uma lei complementar definir quais serão os &#8220;produtos destinados à alimentação humana&#8221; que farão parte da cesta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite desta quarta, os deputados deram início à fase de discussão do texto. A etapa faz parte do rito de análise da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) pelo plenário da Casa e precede a votação dos parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou a intenção de votar a proposta no plenário da Casa às 18h desta quinta (6).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele disse esperar que um &#8220;texto definitivo&#8221; seja concluído até o início da noite de quinta (6).&nbsp;Ainda resta a construção de acordo para pontos que sofrem críticas, como o valor do Fundo de Desenvolvimento Regional e a estrutura do Conselho Federativo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira abaixo outros pontos do novo texto da reforma tributária:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>fase de transição</li>



<li>alíquotas reduzidas</li>



<li>Imposto Seletivo</li>



<li>Conselho Federativo</li>



<li>tributação da renda e do patrimônio</li>



<li>tratamentos diferenciados</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fase de transição</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a proposta, o período de transição para unificar os tributos vai durar sete anos, entre 2026 e 2032. A partir de 2033, impostos atuais serão extintos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro propõe o início da transição em 2026.&nbsp;<strong>Nessa etapa, o IVA federal terá alíquota de 0,9%, e o IVA estadual e municipal, de 0,1%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na versão inicial do texto, havia previsão de que a migração começaria primeiro com os impostos federais (PIS, Cofins e IPI) a partir de 2026. Somente depois, em 2029, começaria a migração do ICMS e do ISS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No relatório, o deputado afirma que a mudança foi realizada para “atender demanda dos estados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo dessa etapa é conhecer a base tributável, permitindo que se calculem as alíquotas da CBS e do IBS necessárias para substituir a arrecadação atual”, argumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2029, a cobrança do ICMS e do ISS começa a ser reduzida de forma escalonada em 1/10 até 2032.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente a isso, as alíquotas do IVA estadual e municipal serão elevadas para manter o nível de arrecadação das duas esferas federativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse período, os benefícios fiscais começam a ser reduzidos nessa mesma proporção, conferindo-se, assim, um prazo de adaptação razoável aos setores afetados pelas modificações propostas”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Em 2033, os impostos atuais estarão extintos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O texto de Aguinaldo Ribeiro estabelece ao Senado a responsabilidade de fixar as alíquotas de referência dos IVAs para as esferas federal, estadual e municipal – enquanto cada ente federativo não estabelecer suas respectivas alíquotas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alíquotas de referência serão reajustadas para incorporar a perda de arrecadação dos tributos extintos. “De maneira a manter a carga tributária em cada esfera federativa inalterada”, explicou o relator.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alíquotas reduzidas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O novo parecer de Aguinaldo Ribeiro trouxe atualizações nos dispositivos que tratam da redução das alíquotas dos dois IVAs para determinados bens e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator havia proposto inicialmente a possibilidade de cortar a tributação da seguinte lista:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>serviços de transporte público coletivo urbano, semiurbano ou metropolitano;</li>



<li>medicamentos;</li>



<li>dispositivos médicos e serviços de saúde;</li>



<li>serviços de educação;</li>



<li>produtos agropecuários, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura;</li>



<li>insumos agropecuários, alimentos destinados ao consumo humano e produtos de higiene pessoal;</li>



<li>atividades artísticas e culturais nacionais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa lista de produtos e serviços paguem metade do valor da alíquota geral dos tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nova versão,&nbsp;<strong>Ribeiro atualizou a lista e deixou explícito a obrigação de reduzir a alíquota à metade nos novos impostos federal e estadual e municipal</strong>. Foram incluídos na redução:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dispositivos médicos e de acessibilidade para pessoas com deficiência;</li>



<li>e&nbsp;medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Dado que a Constituição Federal elevou a saúde a direito fundamental de todos e dever primordial do Estado, consideramos importante incluir os serviços de saúde, os dispositivos médicos e de acessibilidade para pessoas com deficiência e os medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual nas exceções ao regramento ordinário, permitindo a redução de 50% das alíquotas do IBS e da CBS&#8221;, escreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado também modificou o trecho que trata dos serviços de transporte passíveis de redução da alíquota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na versão apresentada há duas semanas, Aguinaldo Ribeiro estabeleceu a possibilidade para os serviços de transporte público coletivo urbano, semiurbano ou metropolitano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora,&nbsp;ele propõe a ampliação para &#8220;transporte coletivo rodoviário, ferroviário e hidroviário, de caráter urbano, semiurbano, metropolitano, intermunicipal e interestadual&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O transporte público coletivo urbano, semiurbano, metropolitano, ou entre regiões metropolitanas, cuja desoneração possui caráter mais progressivo em virtude de pessoas de alta renda não serem usuários típicos, é igualmente adequado constar do rol de exceções com redução de alíquota em 50% do IBS e da CBS&#8221;, explicou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Imposto Seletivo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta prevê a&nbsp;criação de um Imposto Seletivo, de competência federal, sobre bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente (como cigarros e bebidas alcoólicas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imposto poderá incidir em uma ou mais fases da cadeia produtiva – por exemplo, produção e comercialização – e será cobrado nas importações, não incidindo sobre exportações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os detalhes da cobrança e dos produtos que serão desestimulados pelo imposto serão definidos posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o imposto seja federal, a&nbsp;<strong>arrecadação será dividida com estados e municípios, seguindo a atual distribuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conselho Federativo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>composição e o peso de decisão de cada estado no Conselho Federativo ainda não foi detalhada</strong>&nbsp;no relatório. O ponto é polêmico entre governadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão será responsável por centralizar a arrecadação do futuro imposto de valor agregado (IVA) que vai substituir o ICMS e o ISS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais cedo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sugeriu que o órgão considere dois critérios nas decisões – que cada estado tenha um voto, mas que o tamanho populacional de cada ente também seja considerado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tributação da renda e do patrimônio</h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>IPVA para jatinhos, iates e lanchas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo sistema atual, esses veículos não pagam o tributo.&nbsp;<strong>O texto permite a cobrança do imposto nos estados e prevê a possibilidade de o imposto ser progressivo em razão do impacto ambiental do veículo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida não tem objetivo de onerar aeronaves e barcos de transporte de passageiros ou barcos voltados à pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência. Não será cobrado também sobre plataformas de petróleo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tributação progressiva sobre heranças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Está proposto a cobrança do ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação) de forma progressiva em razão do valor da herança ou da doação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto prevê que a&nbsp;<strong>cobrança será feita no domicílio da pessoa falecida</strong>. A medida tem o objetivo de impedir que os herdeiros busquem locais com tributações menores para processar o inventário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também cria regra que permite cobrança sobre heranças no exterior.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Atualizações no IPTU</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pedido da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), foi estabelecido no parecer dispositivo que autoriza as prefeituras a atualizar a base de cálculo do IPTU por meio de decreto, partindo de critérios definidos em lei municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto prevê ainda que, em até 180 dias após a promulgação da proposta, o governo deve enviar ao Congresso Nacional a reforma da tributação da renda.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tratamentos diferenciados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estão incluídas as cooperativas no regime de tratamento diferenciado de tributação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, alguns tipos de produtos e serviços poderão receber tratamento específico por terem peculiaridades e não se adequarem ao regime geral de incidência do IVA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o texto prevê os seguintes casos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Combustíveis e lubrificantes:</strong>&nbsp;alíquotas uniformes cobradas em uma única fase da cadeia e possibilidade de concessão de créditos para os contribuintes</li>



<li><strong>Serviços financeiros, operações com bens imóveis, planos de assistência à saúde e concursos de prognósticos (como as loterias):</strong>&nbsp;alterações nas alíquotas, nas regras de creditamento e na base de cálculo, além da possibilidade de tributação com base na receita ou no faturamento;</li>



<li><strong>Compras governamentais:</strong>&nbsp;não incidência do IVA dual (IBS e CBS), desde que haja manutenção dos créditos relativos às operações anteriores da cadeia</li>



<li><strong>Sociedades cooperativas:</strong>&nbsp;o imposto não será cobrado sobre as operações realizadas entre a sociedade cooperativa e seus cooperados, e os créditos do imposto serão transferidos entre os cooperados e a sociedade cooperativa.</li>
</ul>
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