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	<title>Guia do Afroturismo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Guia do Afroturismo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Guia turístico traz roteiros ligados à cultura afro-brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2025 08:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa faz diagnóstico sobre afroturismo em todas regiões do país O Guia do Afroturismo no Brasil – Roteiros e Experiências da Cultura Afro-Brasileira do país, lançado nesta semana pelo Ministério do Turismo, traz um diagnóstico sobre o afroturismo no Brasil, mapeando experiências e serviços turísticos protagonizados por pessoas negras, além de identificar boas práticas nacionais [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-71a261a0f92051426b84dfe63eed2bb4">Iniciativa faz diagnóstico sobre afroturismo em todas regiões do país</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/turismo/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-projetos-acoes-obras-e-atividades/afroturismo/guia_afroturismo_mtur.pdf" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/turismo/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-projetos-acoes-obras-e-atividades/afroturismo/guia_afroturismo_mtur.pdf">Guia do Afroturismo no Brasil – Roteiros e Experiências da Cultura Afro-Brasileira</a> do país, lançado nesta semana pelo <a href="https://www.gov.br/turismo/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/turismo/pt-br">Ministério do Turismo</a>, traz um diagnóstico sobre o afroturismo no Brasil, mapeando experiências e serviços turísticos protagonizados por pessoas negras, além de identificar boas práticas nacionais e internacionais e subsidiar políticas públicas voltadas ao setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa visa reconhecer essa contribuição, valorizando espaços de memória e resistência e também é uma forma de reconectar-se com o passado, resgatar sua ancestralidade, fortalecer o presente e projetar um futuro de valorização da cultura negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O guia organiza as experiências por macrorregiões e por tipo de atividade, trazendo opções que vão de visitas a quilombos e terreiros até circuitos gastronômicos, museus e feiras culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material reflete a diversidade da cultura afro-brasileira, evidenciando o potencial do turismo como instrumento de geração de renda, fortalecimento da identidade cultural e valorização do patrimônio histórico material e imaterial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo é a experiência de visitar o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, em Alagoas. Lá, o visitante conhecerá a história de um dos mais importantes quilombos do país. Ou mesmo o Quilombo Cultural, em São Luís, capital do Maranhão, uma vivência no maior quilombo urbano da América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No roteiro, o visitante poderá conhecer as diversas manifestações culturais, a exemplo do reggae, o cacuriá, tambor de crioula, bumba meu boi, blocos afros e tradicionais, além da religiosidade africana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro exemplo de roteiro do afroturismo é o do Terreiro de Candomblé Alarokê, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. a quarta cidade mais antiga do Brasil. Entre rodas de conversa, oficinas de dança afro e percussão, sabores da gastronomia tradicional e apresentações artísticas de música, teatro e dança, o turista mergulha nos saberes e na espiritualidade dos povos de axé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Salvador, na Bahia, é possível conhecer o Terreiro do Gantois, um dos mais respeitados do Candomblé no Brasil, e o Memorial Mãe Menininha do Gantois e Centro Comunitário Mãe Carmen, este último é um espaço de fortalecimento cultural e social, onde tradição e compromisso com a coletividade caminham juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na Bahia, outro destino é Quilombo Kaonge, na cidade de Cachoeira. Entre os saberes e fazeres compartilhados, destacam-se a feitura artesanal da farinha e do azeite de dendê no pilão, a preparação de xaropes com ervas medicinais, além de uma conversa enriquecedora sobre a moeda local, o Sururu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital amapaense, é possível conhecer a Rota dos Barracões, em Marabaixo, onde o turista mergulha na história viva de Macapá, contada por moradores descendentes das famílias que participaram da construção da imponente Fortaleza de São José e que, até hoje, mantêm a cultura afro-amazônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">á no Centro-Oeste, na região que englobas as cidades de Monte Alegre de Goiás, Teresina de Goiás e Cavalcante, em Goiás, é possível conhecer o território Kalunga, com trilhas exuberantes e cachoeiras, como a Santa Bárbara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras experiências, o guia inclui diversos roteiros como o Circuito da Memória Negra, em Petrópolis, na região serrana fluminense, e a Pequena África, na cidade doo Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O guia leva também o turista para o roteiro do Manguebeat, no Recife, explorando a trajetória de Chico Science e as influências afro-brasileiras como coco de roda, ciranda e maracatu que moldaram o movimento. Sugere ainda uma visita à galeria subterrânea de ouro da Mina Du Veloso, que faz parte de um grande sítio arqueológico, em Ouro Petro, Minas Gerais, com estruturas remanescentes da exploração aurífera setecentista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Elaboração do Guia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ministério do Turismo, para a elaboração do Guia foi aberto um formulário público no qual “empreendedores (as) negros(as), comunidades tradicionais e gestores puderam indicar experiências em seus territórios”, informou a pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A curadoria resultou na seleção de 43 iniciativas afrocentradas, com critérios como: presença no Mapa do Turismo Brasileiro, atuação de afroempreendedores e regularidade no Cadastur”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, as regiões Nordeste e Sudeste constam com 16 roteiros cada uma, seguidas do Norte, com cinco; Centro-Oeste, com quatro; e Sul, com dois roteiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministério, o segmento do afroturismo é uma das prioridades da atual gestão, por meio do Programa Rotas Negras, que “visa fomentar o afroturismo, fortalecer comunidades negras e posicionar a cultura afro-brasileira no cenário turístico nacional e internacional”.</p>
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