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	<title>greves 2022 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>greves 2022 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Greves aumentam em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 11:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento das greves]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[greves 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Dieese indicou 1.067 greves em 2022 e 721 em 2021, alta de 48% Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indicou que o Brasil teve 1.067 greves em 2022, alta de 48% frente ao ano anterior. Foram 721 em 2021. O dado mostra que os movimentos sociais conseguiram se reerguer de alguma [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Dieese indicou 1.067 greves em 2022 e 721 em 2021, alta de 48%</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indicou que o Brasil teve 1.067 greves em 2022, alta de 48% frente ao ano anterior. Foram 721 em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado mostra que os movimentos sociais conseguiram se reerguer de alguma forma depois da fase mais aguda da pandemia (2020 e 2021). Do volume total, as paralisações de 2022 foram concentradas em 3 grupos, sendo 2 ligados ao funcionalismo (saúde e educação) e outro misto (motoristas de empresas de transporte coletivo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve 634 paralisações de funcionários públicos e de empresas estatais no ano passado. Uma das categorias que se mobilizaram fortemente no decorrer do ano foi a dos professores. De acordo com o Departamento, há 2 fatores principais que sustentam esse aumento do número de greves no país:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1) taxa de crescimento modesta da economia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2) setor público federal sem conceder aumentos relevantes de salários há cerca de 4 anos. Com anos de inflação alta e reajustes mínimos nos salários, os trabalhadores, sobretudo do setor público, estão mais propensos a protestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais motivos das greves foram: reajuste salarial, piso salarial, alimentação, assistência médica, transporte, salários atrasados, melhores condições de trabalho, e melhoria dos serviços públicos.</p>
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		<title>Número de greves cresce 76% no primeiro semestre</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/numero-de-greves-cresce-76-no-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento das greves 2022]]></category>
		<category><![CDATA[funcionalismo em greve]]></category>
		<category><![CDATA[greves 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantidade só não é maior que a de 2018. Número no setor privado e nas estatais praticamente não se alterou. Já no funcionalismo público, se multiplicou por cinco Mais da metade das greves deflagradas no primeiro semestre (53%) envolvia descumprimento de direitos, como atraso no pagamento de salários, férias ou 13º, entre outros. Segundo o Dieese, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantidade só não é maior que a de 2018. Número no setor privado e nas estatais praticamente não se alterou. Já no funcionalismo público, se multiplicou por cinco</p>
<p></p>
<p>Mais da metade das greves deflagradas no primeiro semestre (53%) envolvia descumprimento de direitos, como atraso no pagamento de salários, férias ou 13º, entre outros. Segundo o Dieese, que divulgou balanço dos movimentos na primeira metade do ano, os chamados itens de caráter defensivo, em defesa de direitos, estavam na pauta de 80% das 663 paralisações pesquisadas. Esse número (663) representa 76% de aumento em relação a igual período de 2021. Basicamente, pelo crescimento no setor público.</p>
<p> </p>
<p>Assim, a quantidade de greves só não é maior que a do primeiro semestre de 2018 (901). As horas paradas quase dobraram, chegando a 37 mil. Mas o número de paralisações no setor privado e nas estatais praticamente não se alterou. Já no funcionalismo público, se multiplicou por cinco – de 82 para 412.</p>
<p> </p>
<p><strong>Questões salariais</strong></p>
<p>“Questões salariais como reajuste (48%) e pagamento do piso (31%) foram as mais frequentes”, informa o instituto. “Itens relacionados à alimentação (tíquetes, cestas básicas) vêm em seguida: estiveram presentes em 19% das greves. O pagamento de vencimentos em atraso (salários, férias, 13º) continua entre as principais reivindicações – com uma participação diminuída, no entanto (16%).”</p>
<p> </p>
<p>Das 663 greves registradas de janeiro a junho, 438 (66%) foram de trabalhadores no setor público, sendo 412 no funcionalismo (62%) e 26 (4%), em estatais. As paralisações “de advertência” representaram 45% do total (setores público e privado), enquanto 53% foram por tempo indeterminado. Em 2% dos casos, não havia informação disponível.</p>
<p> </p>
<p>Já movimentos que envolveram categorias profissionais inteiras predominaram, com 60% do casos. Outros 40% foram em empresas ou unidades do funcionalismo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Piso nacional da educação</strong></p>
<p>“A frequência da deflagração das greves neste primeiro semestre também se associa a questões salariais – reajuste nos valores e pagamento do piso”, comenta o Dieese. “De janeiro a março, a presença conjunta dos dois itens vai progressivamente se destacando na pauta das mobilizações. Abril marca novamente um recuo e também o início do distanciamento entre os dois itens, com a reivindicação por reajuste salarial tornando-se preponderante.” O instituto destaca a forte mobilização pelo piso salarial nacional da educação básica.</p>
<p> </p>
<p>Das 412 greves no setor público, 72% foram deflagradas por servidores municipais, 19% por estaduais e 8%, por federais. Mais da metade (55%) foi de advertência, enquanto 87% envolveram categorias profissionais.</p>
<p> </p>
<p>“Itens de caráter defensivo estiveram presentes na grande maioria das pautas grevistas (79%)”, lembra o Dieese. “Ainda assim, itens propositivos também foram muito frequentes (68%). A maioria das greves trouxe, de modo combinado, reivindicações caracterizadas das duas maneiras.” Reivindicações de salários e pisos foram as mais frequentes, com 58% e 48%, respectivamente.</p>
<p> </p>
<p><strong>Maioria por tempo indeterminado</strong></p>
<p>Por sua vez, no setor privado, de 223 paralisações registradas, 161 (72%) foram no setor de serviços e 62 (28%), na indústria. Diferente do setor público, só 28% foram de advertência e 67%, por tempo indeterminado. Também predominaram as greves por empresa ou unidade: 85% do total.</p>
<p> </p>
<p>“Na pauta reivindicatória de 82% das greves deflagradas estiveram presentes itens e caráter defensivo, com predominância de pleitos relativos ao descumprimento de direitos (62%)”, diz ainda o estudo do Dieese. “A exigência de regularização de valores em atraso (salários, férias, 13º) compôs a pauta da maioria (47%) das mobilizações. Itens relativos à alimentação (tíquete, cesta básica) vieram a seguir (38%). A reivindicação por reajuste salarial esteve presente em quase um terço das greves (31%).”</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Vitor Nuzzi</p>
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