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	<title>Greve &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Greve &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Por que EUA vivem auge de sindicalismo e greves em 50 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 09:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A greve em Hollywood é a faceta mais evidente (e glamourosa) de um movimento sindical que vem ganhando força e produziu em 2023 o verão com maior número de trabalhadores dispostos a cruzar os braços nos últimos 50 anos nos Estados Unidos Entre roteiristas, atores e trabalhadores sindicalizados de Hollywood, cerca de 175 mil pessoas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">A greve em Hollywood é a faceta mais evidente (e glamourosa) de um movimento sindical que vem ganhando força e produziu em 2023 o verão com maior número de trabalhadores dispostos a cruzar os braços nos últimos 50 anos nos Estados Unidos</h4>



<p>Entre roteiristas, atores e trabalhadores sindicalizados de Hollywood, cerca de 175 mil pessoas aderiram à greve desde meados de julho e deixaram de promover dois blockbusters, Barbie e Oppenheimer.</p>



<p>Por sua vez, os 340 mil funcionários do serviço postal americano, o UPS, aprovaram uma paralisação total com início marcado para 1º de agosto.</p>



<p>Sozinho, o movimento representaria a maior greve no país em 63 anos. Dez dias de interrupção nos serviços de entrega de correspondências custariam cerca de US$ 7 bilhões (R$ 34 milhões) à empresa.</p>



<p>Mas uma semana antes de os trabalhadores abandonarem seus postos, os patrões voltaram à mesa de negociações e ofereceram um aumento que suspendeu, ao menos temporariamente, o início da paralisação.</p>



<p>Em julho, o sindicato dos metalúrgicos, o United Auto Workers, anunciou que está pronto para iniciar uma greve dos seus 150 mil associados caso as chamadas Big Three de Detroit (as montadoras Ford, Stellantis e General Motors) não concordem com os termos pleiteados para as renovações de contratos em setembro. As negociações estão em curso.</p>



<p>Em todo o país, de acordo com o mapeamento da Escola de Relações Laborais e Industriais da Universidade Cornell, estavam em curso, no início de agosto, quase 900 greves — mais de 300 delas na Califórnia, o Estado responsável por quase 15% do Produto Interno Bruto (PIB) americano.</p>



<p>Segundo especialistas em mercado de trabalho dos Estados Unidos ouvidos pela BBC News Brasil, 2023 representa um ápice no histórico recente de reavivamento do sindicalismo no país.</p>



<p>A tendência já havia sido notada em 2022. Um relatório de fevereiro do centro de estudos Economic Policy Institute notou aumento de quase 50% no número de trabalhadores envolvidos em grandes greves entre 2021 e o ano passado.</p>



<p>O ano de 2023 deve ser marcado por um novo salto. Enquanto o país contabilizou 23 grandes mobilizações (com adesão ao menos alguns milhares de empregados) em 2021, houve até agora, em 2023, 44 paralisações com esse mesmo perfil.</p>



<p>O vigor dos movimentos — e o temor de seus efeitos — levaram o presidente americano, Joe Biden, que se autodeclara “orgulhosamente pró-trabalhadores”, a apelar ao Congresso em dezembro passado para desarmar um movimento que ameaçava paralisar 115 mil ferroviários do país.</p>



<p>Nos Estados Unidos, o Parlamento tem o poder de impor acordos laborais e impedir greves de alguns serviços essenciais. Biden argumentou que a greve de trabalhadores das estradas de ferro poderia devastar a economia do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Auge nos anos 1970 e queda a partir dos 1980</h4>



<p>“O nível de atividades grevistas que estamos vendo agora se equiparam ao que tínhamos nos anos 1970”, diz à BBC News Brasil Nelson Lichtenstein, diretor do Centro de Estudos do Trabalho, Emprego e Democracia da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara.</p>



<p>“Nos anos 1980 e 1990, os sindicatos viam as greves como atividades muito perigosas, que poderiam resultar em sua dissolução e que seria melhor fazer concessões, uma posição mais passiva. Agora, sindicatos entraram no modo ofensivo, o que não víamos há muito, muito tempo.”</p>



<p>Segundo Lichtenstein, fenômenos como a globalização, que transferiu empregos fabris dos Estados Unidos para países como México ou China, o aumento de empregos em serviços, historicamente menos organizados em termos sindicais, e condições econômicas desfavoráveis explicam o enfraquecimento dos sindicatos naquele período.</p>



<p>Um episódio em 1981, durante o governo de Ronald Reagan, exemplifica — e, para alguns, determina — a fragilidade do movimento sindical, que se manteria nas décadas seguintes.</p>



<p>Na ocasião, Reagan demitiu 11 mil controladores de tráfego aéreo que entraram em greve por melhores condições de trabalho.</p>



<p>“Eles perderam o emprego, o sindicato foi destruído. Foi um desastre, e muitos outros empregadores, vendo o modelo Reagan, se deram conta de que podiam fazer o mesmo, o que levou a uma espiral de perda de direitos”, diz Lichtenstein.</p>



<p>Curiosamente, o mesmo Reagan que produziu o que os especialistas consideram o maior golpe contra o movimento sindical da história recente do país foi o líder dos sindicatos dos atores de Hollywood que, na década de 1960, fizeram a última grande paralisação da indústria antes da greve atual.</p>



<p>O modelo Reagan não só desarmou as táticas dos sindicatos, mas os tornou instituições impopulares nos Estados Unidos.</p>



<p>A taxa de aprovação popular à atividade foi diminuindo até que, em 2009, menos da metade dos americanos a apoiavam.</p>



<p>Uma tendência que foi revertida na mesma velocidade em que as greves ressurgiram na economia americana nos últimos anos.</p>



<p>Uma pesquisa de opinião feita pelo Instituto Gallup, em agosto de 2022, apontou que os sindicatos eram aprovados por 71% da população, o maior patamar desde 1965.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que explica o retorno do sindicalismo à cena?</h4>



<p>Os próprios sindicalistas creditam à pandemia — e seus efeitos sobre os trabalhadores — o ressurgimento das greves.</p>



<p>“Durante a covid, os trabalhadores na linha de frente fizeram um trabalho incrível. Mas, quando eles foram pedir aumento, folga e licença maternidade remuneradas, a resposta dos presidentes de empresas é de que não há recursos para isso&#8221;, diz Catherine Feingold, diretora internacional do AFL-CIO, maior federação sindical dos Estados Unidos, que representa 10 milhões de trabalhadores.</p>



<p>&#8220;Mas todos sabemos que há dinheiro, porque os presidentes de empresas nos Estados Unidos ganham 360% do salário médio de um trabalhador do país. Os trabalhadores estão cheios, as coisas precisam mudar, e fazer greve é ​​uma ferramenta poderosa que garante que eles tenham um lugar à mesa.”</p>



<p>Para os economistas, porém, a explicação está menos nos sentimentos dos trabalhadores e mais nas condições do mercado de trabalho.</p>



<p>“O aperto no mercado de trabalho explica o tipo de poder de barganha que os trabalhadores estão experimentando agora. Uma das maneiras de medir isso é verificar quantas vagas anunciadas há e quantas pessoas estão desempregadas no momento&#8221;, afirma Jagadeesh Sivadasan, professor da Escola de Negócios da Universidade de Michigan.</p>



<p>&#8220;Durante a Grande Recessão de 2008, eram seis trabalhadores e meio para cada vaga disponível. De lá pra cá, isso vem caindo e agora há 1,5 vagas disponíveis para cada desempregado.”</p>



<p>A consequência lógica disso é que, se há mais demanda por trabalho do que oferta de trabalhadores, empregados estão em situação melhor para negociar salários e condições de trabalho.</p>



<p>Não à toa, os salários no país têm crescido em níveis eventualmente superiores ao da inflação.</p>



<p>Segundo Sivadasan, o pleno emprego também o que explica um fenômeno batizado pelos economistas como “A Grande Demissão”.</p>



<p>Entre 2021 e 2022, mais de 90 milhões de pessoas se demitiram nos Estados Unidos.</p>



<p>Para o economista da Universidade de Michigan, isso se explica pelo fato de que os trabalhadores trocaram de emprego por outro que consideravam melhor, quando a demanda por profissionais estava em alta, e não por um abandono em massa do mercado de trabalho.</p>



<p>“Durante a pandemia, muitos trabalhadores descobriram novas habilidades, mudaram de setores, se adaptaram”, diz Sivadasan.</p>



<p>Por fim, fatores demográficos também parecem ter seu peso. Desde a pandemia, restrições do governo americano reduziram drasticamente a migração ao país, o que reduziu também o número de trabalhadores disponíveis.</p>



<p>“Além disso, os babyboomers [pessoas nascidas entre 1946 e 1964] estão deixando [o mercado de trabalho], se aposentando, e vemos que o perfil dos trabalhadores mudou, com menos americanos jovens dispostos a desempenhar funções como a de motorista de caminhão, por exemplo”, diz Sivadasan.</p>



<p>Do mesmo modo, a força de trabalho de remuneração mais baixa tem se tornando crescentemente latina.</p>



<p>Economistas e sindicalistas sugerem que esses trabalhadores trazem referências culturais de seus países, que, frequentemente, têm um forte histórico sindical.</p>



<p>Isso pode estar contribuindo, em alguma medida, para o ressurgimento do sindicalismo nos Estados Unidos, segundo os especialistas.</p>



<p>Há ainda a articulação direta entre federações americanas e movimentos latinos, como o brasileiro.</p>



<p>Durante o período em que o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) ficou preso em Curitiba, no Paraná, lideranças da AFL-CIO o visitaram.</p>



<p>Lula teve um novo encontro com os sindicalistas em Washington D.C. em fevereiro durante uma visita oficial ao país.</p>



<p>“Temos uma forte relação histórica e atual com o movimento sindical brasileiro&#8221;, afirma Catherine Feingold, da AFL-CIO, que esteve com Lula em fevereiro.</p>



<p>&#8220;Precisamos ter relações fortes com os movimentos trabalhistas no Brasil e em toda a América Latina. Fazemos parte da Confederação Sindical das Américas, que é como coordenamos as políticas do Canadá até o Chile. Isso é muito importante para nós.”</p>



<p>Ela menciona ainda uma agenda trabalhista comum entre Lula e Biden, cuja candidatura à reeleição tem o apoio da AFL-CIO.</p>



<p>Em setembro, às margens da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, os dois presidentes devem conversar sobre regulações trabalhistas para serviços por aplicativos.</p>



<p>A ascensão dos sindicatos deve inclusive acirrar a disputa pelo voto dos trabalhadores nas eleições presidenciais de 2024 nos Estados Unidos.</p>



<p>Biden tem uma relação histórica com movimentos trabalhistas e defende a reindustrialização do país, com a repatriação de cadeias produtivas.</p>



<p>Seu principal rival, o republicano e ex-presidente Donald Trump, tem se esforçado em demonstrar que defende os trabalhadores americanos e suas demandas, privilegiando a produção nacional e impondo barreiras protecionistas na política econômica exercida em seu mandato, entre 2017 e 2021, e que ele tenta reeditar.</p>



<p>&#8220;Acredito muito nos trabalhadores. E parte do nosso trabalho tem sido atrair democratas e sindicalistas para a nossa causa. Então, tem coisas que Lula defende nas quais nós acreditamos&#8221;, disse à BBC News Brasil Steve Bannon, principal ideólogo do trumpismo.</p>



<p>Lichtenstein nota que existe uma disputa entre direita e esquerda pela arena sindical.</p>



<p>“Há uma revolta moral da classe trabalhadoras contra promessas que se mostraram vãs, como as grandes melhorias de vida que deveriam vir a partir das inovações do Vale do Silício, e que não aconteceram, e um senso comum de que as elites são corruptas ou falidas”, afirma o professor.</p>



<p>&#8220;Por vezes, esse sentimento é encampado por movimentos de direita, movimentos de cunho fascista, que se apoiam precisamente no apelo às classes trabalhadoras.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os limites do movimento sindical</h4>



<p>Apesar desse evidente ressurgimento do sindicalismo, especialistas alertam para o fato de que alguns indicadores seguem baixos e apontam limites para a onda de greves.</p>



<p>“Só 6% dos trabalhadores do setor privado são sindicalizados e só tem havido greves entre trabalhadores sindicalizados”, diz Lichtenstein.</p>



<p>Sivadasan vai na mesma direção ao apontar que o aumento da aprovação aos sindicatos e do número de greves não foi acompanhado de um salto no número de uniões trabalhistas ou de trabalhadores sindicalizados.</p>



<p>“Em 1979, havia 21 milhões de trabalhadores em sindicatos e, hoje, há 14,3 milhões. Verificamos um leve aumento no número entre 2021 e 2022, e temos ouvido sobre o primeiro galpão de estocagem da Amazon com trabalhadores sindicalizados, ou a primeira loja da Starbucks com sindicato, mas ainda é pouco em relação à força de trabalho&#8221;, diz o economista.</p>



<p>&#8220;Se os sindicatos tiverem sucesso nessas grandes empresas, acho que aí sim poderá ter uma chance de vermos um efeito dominó, com sindicalização em massa.”</p>



<p>Ao contrário do que acontece no Brasil, onde sindicatos são estabelecidos por categorias profissionais nos Estados, nos Estados Unidos, cada fábrica ou loja precisa aprovar uma instituição própria.</p>



<p>Segundo Feingold, isso facilita constrangimentos dos empregadores para impedir a organização dos trabalhadores e limita as possibilidades de acordos coletivos, enfraquecendo o poder de barganha de funcionários frente a patrões.</p>



<p>Um projeto de lei para permitir sindicatos setoriais tramita no Congresso americano, mas não há qualquer perspectiva de que seja aprovado até o momento.</p>



<p>Por fim, o aprofundamento ou estancamento da tendência sindical nos Estados Unidos deve depender de outros dois fatores, segundo especialistas.</p>



<p>O fluxo de imigrantes é um deles. Se aumentar, a pressão sobre o mercado de trabalho tende a diminuir, porque haveria mais gente para assumir postos de trabalho, fragilizando a condição de barganha dos trabalhadores.</p>



<p>Enquanto isso, a continuidade da escalada de juros do banco central americano, o FED, que vem tentando assim conter a inflação do país ao esfriar a atividade econômica, pode ter influência direta na força dos trabalhadores para negociar melhores salários e condições de trabalho.</p>
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		<title>Bancários e Intersindical participam de ato da greve dos professores em SV</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancarios-e-intersindical-participam-de-ato-da-greve-dos-professores-em-sv-4833/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[não tem arrego]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A diretoria do Sindicato dos Banc&aacute;rios, dirigentes da Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora, juntamente com representantes de outras centrais e sindicatos, participaram do Ato da Greve dos Professores promovido pela Apeoesp/Baixada Santista (Associa&ccedil;&atilde;o da categoria), em S&atilde;o Vicente/SP, na tarde desta quarta-feira (6).</p>
<p>&ldquo;O apoio fez parte do calend&aacute;rio unificado de lutas&nbsp;das centrais sindicais contra o PL 4330 (terceiriza&ccedil;&atilde;o), as Medidas Provis&oacute;rias (MPs) 664 e 665, contra o ajuste fiscal e a imposi&ccedil;&atilde;o do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy (representante dos banqueiros), em deixar a conta para o trabalhador pagar retirando nossos direitos&rdquo;, afirma Ricardo Saraiva Big, Secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da Intersindical e Presidente do Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o. Tamb&eacute;m est&atilde;o previstos atos, dia 14, contra as Organiza&ccedil;&otilde;es Sociais (OSs) que privatizam o servi&ccedil;o p&uacute;blico no Estado de S&atilde;o Paulo, inclusive Santos; al&eacute;m de manifesta&ccedil;&otilde;es e paralisa&ccedil;&otilde;es dia 29, contra a terceiriza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Ap&oacute;s a concentra&ccedil;&atilde;o&nbsp;na Pra&ccedil;a do Correio, Centro de S&atilde;o Vicente, a manifesta&ccedil;&atilde;o seguiu em caminhada at&eacute; a Diretoria de Ensino da Regi&atilde;o de S&atilde;o Vicente (respons&aacute;vel pelas escolas estaduais das cidades de S&atilde;o Vicente, Praia Grande, Mongagu&aacute;, Itanha&eacute;m e Peru&iacute;be). O pr&eacute;dio foi ocupado pelos manifestantes, que realizaram um ato p&uacute;blico e panfletagem dentro da delegacia.</p>
<p>Em seguida, o grupo caminhou at&eacute; a frente do escrit&oacute;rio pol&iacute;tico do deputado estadual Caio Fran&ccedil;a. O objetivo era entregar uma mo&ccedil;&atilde;o de rep&uacute;dio ao pol&iacute;tica pelo seu &quot;n&atilde;o posicionamento em favor da Educa&ccedil;&atilde;o e a sua retirada da Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica realizada na Alesp, sem ouvir a pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria&quot;, de acordo com o documento. A mo&ccedil;&atilde;o foi entregue para um assessor.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Greve dos Professores</strong></span></p>
<p>A greve dos professores de S&atilde;o Paulo j&aacute; dura 55 dias (at&eacute; 6/5) e a viol&ecirc;ncia e o descaso de Alckmin s&atilde;o intoler&aacute;veis. A categoria est&aacute; com seus sal&aacute;rios defasados em 75,33% e o governo do PSDB ofereceu 0% e est&aacute; descontando os dias parados dos grevistas. A viol&ecirc;ncia contra os professores tamb&eacute;m acontece no Paran&aacute;, onde 392&nbsp;mestres ficaram feridos depois do ataque da Pol&iacute;cia Militar de Beto Richa; e no Par&aacute;, que h&aacute; 42 dias a greve &eacute; desconsiderada por Sim&atilde;o Jatene (at&eacute; 6/5), todos governadores do PSDB.&nbsp;</p>
<p>Segundo os professores de SP, cerca de 21 mil foram demitidos em 2015 e mais de 3000 salas de aulas foram fechadas. Conforme relatos, eles t&ecirc;m que esperar de 2 a 3 anos numa fila para conseguir se aposentar, mesmo com tempo de servi&ccedil;o suficiente.&nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m disso, trabalham em locais sujos, sem ventila&ccedil;&atilde;o em salas com at&eacute; 90 alunos, s&atilde;o obrigados a trazer papel higi&ecirc;nico para poder utilizar o banheiro, fazer cotiza&ccedil;&atilde;o para comprar caf&eacute;, a&ccedil;&uacute;car, filtro e outros utens&iacute;lios para a cozinha, ou seja, o governo sucateou a educa&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo com a precariza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>&ldquo;Queremos Educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e de qualidade para todos. A Intersindical e o Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o est&atilde;o e sempre estar&atilde;o juntos em apoio &agrave;s categorias que lutam por melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida para a classe trabalhadora&rdquo;, finalizou Eneida Koury, da Executiva Nacional da Intersindical e Secret&aacute;ria Geral do Sindicato dos Banc&aacute;rios.</p>
<p>Fonte: Imprensa SEEB Santos e Região</p>
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