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	<title>greve 2016 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Sem avanços, negociação segue dia 29</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[greve 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[É muito importante que a categoria esteja preparada para iniciar a GREVE NACIONAL dos BANCÁRIOS A terceira rodada de negocia&#231;&#227;o entre o Comando Nacional dos Banc&#225;rios e a Fenaban, nesta quarta-feira (24), em S&#227;o Paulo, foi marcada pela frustra&#231;&#227;o da categoria, j&#225; que a Federa&#231;&#227;o Nacional dos Bancos n&#227;o apresentou nenhum avan&#231;o no debate das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito importante que a categoria esteja preparada para iniciar a GREVE NACIONAL dos BANCÁRIOS</p>
<p>A terceira rodada de negocia&ccedil;&atilde;o entre o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios e a Fenaban, nesta quarta-feira (24), em S&atilde;o Paulo, foi marcada pela frustra&ccedil;&atilde;o da categoria, j&aacute; que a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bancos n&atilde;o apresentou nenhum avan&ccedil;o no debate das revindica&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores. Outra rodada j&aacute; est&aacute; marcada para 29 de agosto, data em que Fenaban se comprometeu a trazer uma resposta global &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es. Mas diante da postura dos bancos, apresentada na reuni&atilde;o de hoje, o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios orienta refor&ccedil;o nas mobiliza&ccedil;&otilde;es das bases sindicais.</p>
<p>Os eixos centrais da campanha s&atilde;o: &Iacute;ndice de 5% de aumento mais a infla&ccedil;&atilde;o projetada de 9,31%, no total de 14,78% de reajuste salarial, valoriza&ccedil;&atilde;o do piso salarial, no valor do sal&aacute;rio m&iacute;nimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de tr&ecirc;s sal&aacute;rios mais R$ 8.317,90, combate &agrave;s metas, ao ass&eacute;dio moral e sexual, fim da terceiriza&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m da defesa das empresas p&uacute;blicas e dos direitos da classe trabalhadora, amea&ccedil;ados pelo governo interino de Michel Temer.</p>
<p>Durante a reuni&atilde;o desta quarta, a Fenaban afirmou que os bancos remuneram mais do que outros setores, e que o piso dos caixas, por &nbsp;exemplo, &nbsp;&eacute; superior ao sal&aacute;rio m&eacute;dio do pa&iacute;s. Os bancos avaliaram que o reajuste precisa ser analisado com muito cuidado, para que consigam garantir emprego, e ainda jogaram com a expectativa de infla&ccedil;&atilde;o mais baixa para tentar justificar a falta de disposi&ccedil;&atilde;o em valorizar os funcion&aacute;rios e atender &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Nesta argumenta&ccedil;&atilde;o os bancos ocultam que estamos negociando com o setor que mais lucra. Entre 2003 e 2016, por exemplo, os lucros cresceram mais de 150%, enquanto a remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos banc&aacute;rios cresceu s&oacute; 14,9%, abaixo do crescimento do ganho acima da infla&ccedil;&atilde;o, que foi cerca de 16%. Mas o nosso debate n&atilde;o &eacute; s&oacute; sobre n&uacute;meros, temos uma s&eacute;rie de outras reivindica&ccedil;&otilde;es importantes, como emprego, sa&uacute;de, seguran&ccedil;a, igualdade de oportunidades. Queremos que os 128 artigos da nossa pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es sejam considerados. &nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>Emprego</strong></p>
<p>A defesa do emprego &eacute; prioridade na Campanha Salarial. Entre 2012 e 2015, mais de 34 mil postos de trabalho foram reduzidos. S&oacute; neste ano, houve corte de quase sete mil vagas. Por isso, os banc&aacute;rios reivindicam o fim das demiss&otilde;es, da rotatividade e pedem mais contrata&ccedil;&otilde;es. A preocupa&ccedil;&atilde;o com as ag&ecirc;ncias digitais tamb&eacute;m est&aacute; sendo abordada pelos banc&aacute;rios.</p>
<p>Apesar dos n&uacute;meros alarmantes apresentados pelos dirigentes sindicais, a Fenaban transferiu a responsabilidade das demiss&otilde;es para os funcion&aacute;rios, alegando que nos casos de sa&iacute;da com mais de 20 anos de trabalho, cerca de 40% s&atilde;o a pedido dos funcion&aacute;rios. Informa&ccedil;&otilde;es que contradizem os dados oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Minist&eacute;rio do Trabalho. Pesquisa do Emprego Banc&aacute;rio, elaborada pelo Dieese, a partir das informa&ccedil;&otilde;es do Caged, revela que do total de desligamentos, de janeiro a junho deste ano, 62% foram por demiss&atilde;o sem justa causa, perfazendo 10.916 demiss&otilde;es. Por outro lado, os desligamentos a pedido do trabalhador representaram apenas 28% do total.</p>
<p>N&atilde;o houve avan&ccedil;o nas principais reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria. Os bancos dizem que n&atilde;o podem garantir empregos e ainda n&atilde;o definiram o &iacute;ndice de reajuste para a categoria, principal respons&aacute;vel pelos seus lucros bilion&aacute;rios. Os cinco maiores bancos ganharam, somente no semestre, R$ 29,96 bilh&otilde;es, sendo o setor mais rent&aacute;vel da economia. N&atilde;o existe crise para eles e, mesmo com tanto dinheiro, demitem os trabalhadores e aumentam as taxas de juros para os clientes. Esperamos que a Fanaban apresente no dia 29 uma proposta condizente com os ganhos dos bancos.</p>
<p><strong>Sem avan&ccedil;os no debate</strong></p>
<p>Tamb&eacute;m n&atilde;o houve sinais de avan&ccedil;os no debate das demais reivindica&ccedil;&otilde;es da minuta entregue no in&iacute;cio do m&ecirc;s, em 9 de agosto, como a extens&atilde;o do vale-cultura (lei expira em dezembro), aux&iacute;lio educa&ccedil;&atilde;o, parcelamento do pagamento das f&eacute;rias e atendimento m&eacute;dico e psicol&oacute;gico aos familiares dos banc&aacute;rios v&iacute;timas de sequestros e assaltos aos bancos. Sobre a reclama&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; revista, que t&ecirc;m sido submetidos nas ag&ecirc;ncias, a Fenaban afirmou que os casos precisam ser discutidos entre os sindicatos e cada banco, para que n&atilde;o haja abusos.</p>
<p><strong>Igualdade de Oportunidades e Sa&uacute;de</strong></p>
<p>A igualdade de oportunidades tamb&eacute;m &eacute; destaque na pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es. O Comando Nacional exige o fim das discrimina&ccedil;&otilde;es nos sal&aacute;rios e na ascens&atilde;o profissional de mulheres. S&oacute; que mais uma vez os bancos colocaram nas costas das mulheres o peso da falta de ascens&atilde;o profissional, justificando que as banc&aacute;rias n&atilde;o chegam ao topo dos cargos por v&aacute;rias raz&otilde;es, dentre elas, porque muitas interrompem, e mais tarde retomam, a carreira profissional.</p>
<p>Uma an&aacute;lise muito diferente na compara&ccedil;&atilde;o com mais dados do Caged. Pesquisa do Emprego Banc&aacute;rio tamb&eacute;m demonstra que as 5.371 mulheres admitidas nos bancos no primeiro semestre de 2016 recebem, em m&eacute;dia, R$ 3.101,62. Esse valor correspondeu a 73,2% da remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia auferida pelos 5.484 homens contratados no mesmo per&iacute;odo, que foi de R$ 4.235,69.</p>
<p>No momento do desligamento tamb&eacute;m se observa diferen&ccedil;a na remunera&ccedil;&atilde;o entre homens e mulheres. As mulheres que tiveram o v&iacute;nculo de emprego rompido nos bancos no primeiro semestre do ano receberam R$ 5.507,00, que representou 72,8% da remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos homens desligados dos bancos no per&iacute;odo.</p>
<p>Foi colocado uma centralidade no debate sobre mulheres banc&aacute;rias, principalmente porque na conjuntura atual tem havido uma amplia&ccedil;&atilde;o dos ataques f&iacute;sicos e psicol&oacute;gicos &agrave;s mulheres, um desemponderamento. Isto tem refletido no mercado de trabalho, pois a escolha das promo&ccedil;&otilde;es tem car&aacute;ter subjetivo e &eacute; impactado por esses reflexos sociais. Retornaram aos locais de trabalho o desrespeito e ass&eacute;dios, inclusive o sexual. Isso precisa mudar.</p>
<p>Sobre as demandas de sa&uacute;de tamb&eacute;m n&atilde;o houve novidades. Os dirigentes sindicais revindicam o fim das metas e do ass&eacute;dio moral. H&aacute; cinco anos, os banc&aacute;rios conquistaram instrumento de preven&ccedil;&atilde;o e combate ao ass&eacute;dio moral, previsto na cl&aacute;usula 56&ordf; da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT). No ano passado foi conquistada a cl&aacute;usula 57, que pode trazer uma possibilidade de interferir na gest&atilde;o e cobran&ccedil;a de metas, melhorando, continuamente as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho. Mas tudo isso precisa ser aprimorado.</p>
<p>O Comando Nacional tamb&eacute;m quer mudan&ccedil;as no processo de retorno ao trabalho, e que os bancos assegurem condi&ccedil;&otilde;es seguras e saud&aacute;veis para reinser&ccedil;&atilde;o do trabalhador que volta da licen&ccedil;a-sa&uacute;de.</p>
<p>Ter um ambiente saud&aacute;vel e seguro &eacute; responsabilidade dos bancos para que os banc&aacute;rios tenham um emprego decente. Esperamos ver todas as nossas reivindica&ccedil;&otilde;es atendidas.</p>
<p>Fonte: Com informações Contraf</p>
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