<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>grávidas no trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/gravidas-no-trabalho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>grávidas no trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Deputados aprovam volta das gestantes ao presencial expondo-as à covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/deputados-aprovam-volta-das-gestantes-ao-presencial-expondo-as-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[grávidas no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Grávidas presencial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=12110</guid>

					<description><![CDATA[Atualmente a Lei 14.151/21 em vigor, protege a gestante e a criança garantindo o afastamento do trabalho presencial com remuneração integral durante a emergência de saúde pública do novo coronavírus   “Em vez de defender as mulheres, é um projeto misógino, contra as mulheres. Nem aquelas com comorbidades estarão protegidas”. A crítica foi feita pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente a Lei 14.151/21 em vigor, protege a gestante e a criança garantindo o afastamento do trabalho presencial com remuneração integral durante a emergência de saúde pública do novo coronavírus</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>“Em vez de defender as mulheres, é um projeto misógino, contra as mulheres. Nem aquelas com comorbidades estarão protegidas”. A crítica foi feita pela deputada Érika Kokay (PT-DF) ao projeto de lei aprovado na última quinta-feira (17/2) pela Câmara dos Deputados, prevendo o retorno de grávidas ao trabalho presencial, após a vacinação. A proposta será enviada à sanção de Jair Bolsonaro. As gestantes fazem parte do grupo de risco.</p>
<p> </p>
<p>Várias outras parlamentares condenaram o projeto. Perpétua Almeida (PCdoB-AC) criticou e questionou o fato de parlamentares permanecerem trabalhando remotamente, e as gestantes, não. Sâmia Bomfim (PSOL-SP), chamou a aprovação de negacionismo da Câmara. “Com o apoio de negacionistas, a Câmara aprovou um PL que retira o direito das gestantes ao teletrabalho, mesmo neste momento crítico da pandemia. Os mesmos que se dizem ‘defensores da vida’ colocam em risco mulheres que ainda não estão com o esquema vacinal completo”, disse.</p>
<p> </p>
<p>Ao mesmo tempo que aprovou o substitutivo o plenário da Câmara rejeitou emenda do Senado ao Projeto de Lei (PL) 2058/21, de autoria do deputado Tiago Dimas (Solidariedade-TO), que muda a Lei 14.151/21. Essa alteração garantiu o afastamento da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a emergência de saúde pública do novo coronavírus. Agora, exceto se o empregador optar por manter a trabalhadora em teletrabalho com a remuneração integral, a gestante deverá retornar à atividade presencial.</p>
<p> </p>
<p><strong>Entenda melhor</strong></p>
<p>A lei 14.151/21, atualmente em vigor, protege a gestante e a criança garantindo o afastamento do trabalho presencial com remuneração integral durante a emergência de saúde pública do novo coronavírus. O substitutivo que muda a lei é de autoria de uma deputada, Paulo Belmonte (Cidadania-DF), e permite o trabalho à distância apenas se a gestante não tiver sido totalmente imunizada. Hoje, não há esse critério, até porque a vacinação não impede totalmente o contágio.</p>
<p> </p>
<p>Para Elaine, o projeto não é só completamente equivocado, como também fora de hora. “Estamos num momento de aumento no número de mortes pela Covid-19 e todas as suas variantes. O próprio Comando Nacional dos Bancários negocia a continuidade do home office para preservar a vida das trabalhadoras e dos trabalhadores”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mudança pode matar</strong></p>
<p>A alteração é um absurdo total, covarde e desumano, e se encaixa na política genocida do governo. Uma pesquisa do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) com 400 mil mulheres com coronavírus, 23.434 das quais grávidas, chegou à conclusão de que a gestação é fator de alto risco de agravamento da Covid-19. A chance de uma gestante ser internada em UTI foi 62% maior que a de mulheres da mesma faixa etária. A de intubação foi 88% maior.</p>
<p> </p>
<p>Um outro estudo, publicado por pesquisadoras brasileiras, mostra que grávidas infectadas pelo novo coronavírus correm mais risco de desenvolver pré-eclâmpsia, condição caracterizada pelo aumento persistente da pressão arterial materna durante a gestação ou no período pós-parto e que pode trazer graves complicações para a mãe e o bebê. O trabalho foi publicado na revista Clinical Science.</p>
<p> </p>
<p>As pesquisadoras analisaram um conjunto de dados já publicados e concluíram que a presença do vírus no organismo pode provocar alterações nos níveis da enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2, na sigla em inglês, proteína à qual o patógeno se conecta para invadir a célula humana) e, consequentemente, interferir nos sistemas que dependem dessa molécula para regular a pressão arterial.</p>
<p> </p>
<p>“A partir dos estudos feitos até agora sobre a infecção pelo Sars-CoV-2 em gestantes e sobre o papel da ACE2 na placenta, pode-se afirmar que mulheres grávidas correm mais risco de desenvolver a forma grave da Covid-19 do que as não grávidas. A mortalidade é maior entre as gestantes com a doença, sendo que o Brasil apresenta uma das maiores taxas de mortalidade por Covid-19 entre grávidas do mundo. Além disso, as gestantes com a doença são mais suscetíveis à pré-eclâmpsia e ao parto prematuro”, afirma Nayara Azinheira Nobrega Cruz, primeira autora do artigo.</p>
<p>Crédito: gov.br<br />Fonte: SEEB do RJ<br />Escrito por: Olyntho Contente</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
