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	<title>gravame indevido &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Juiz condena banco a pagar indenização por alienação indevida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2023 08:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alienação indevida]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Pan]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira terá de indenizar o dono do veículo por causa do gravame indevido A inclusão indevida de gravame de alienação fiduciária — registro cujo objetivo é informar que um bem está relacionado a um contrato — feita por um banco em um veículo gera dever de indenizar, conforme os artigos 186 e 927 do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ff89bfedb9e08799c0b48721c748b99">Instituição financeira terá de indenizar o dono do veículo por causa do gravame indevido</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão indevida de gravame de alienação fiduciária — registro cujo objetivo é informar que um bem está relacionado a um contrato — feita por um banco em um veículo gera dever de indenizar, conforme os artigos 186 e 927 do Código Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o entendimento utilizado pelo juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 8ª Vara Cível de São Paulo, para condenar um banco a indenizar por danos morais um homem que teve a venda do automóvel de sua propriedade prejudicada pela alienação indevida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor da ação — que nunca foi cliente do banco — alegou nos autos que deixou de vender o carro, um bem recebido de herança, por causa da inclusão do gravame no veículo, feita pela instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o banco alegou que firmou o contrato com um terceiro envolvendo o veículo e que não houve nenhuma ilegalidade na inclusão do gravame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o magistrado entendeu que a propriedade do veículo foi comprovada pelo autor da ação e que na documentação apresentada por ele não consta nenhum gravame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora o banco réu alegue regularidade da contratação que teria firmado com terceiro, não há qualquer elemento de prova que possa corroborar sua versão. Com efeito, caso houvesse fundamento para o gravame, o mínimo de se esperar era a apresentação do contrato de financiamento que o banco afirma ter”, registrou o julgador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, ele condenou a instituição financeira a pagar indenização de R$ 5 mil por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2023/12/1113208-33.2023.8.26.0100-3.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo 1113208-33.2023.8.26.0100</strong></p>
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