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	<title>Governo retira estado de emergência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Governo retira estado de emergência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>País registra aumento de casos e governo acaba com estado de Emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão do Ministério da Saúde contraria OMS; Anvisa passa a flexibilizar medidas de prevenção em aeroportos O Ministério da Saúde anunciou neste domingo (22), que chegou ao fim o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), provocado pela pandemia da covid-19.   Segundo o Governo Federal, a situação se dá pelo avanço da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão do Ministério da Saúde contraria OMS; Anvisa passa a flexibilizar medidas de prevenção em aeroportos</p>
<p></p>
<p>O Ministério da Saúde anunciou neste domingo (22), que chegou ao fim o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), provocado pela pandemia da covid-19.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o Governo Federal, a situação se dá pelo avanço da vacinação e de um cenário epidemiológico “mais arrefecido”. </p>
<p> </p>
<p>A nota da pasta diz que o Brasil, por conta da vacinação, registrou uma queda de mais de 80% na média móvel de casos e óbitos pela covid-19, em relação ao pico de casos causados pela variante Ômicron, no início do ano.</p>
<p> </p>
<p>“O Brasil sai da maior emergência sanitária que o mundo enfrentou com o Sistema Único de Saúde (SUS) mais forte”, diz trecho do anúncio.</p>
<p> </p>
<p>A decisão se dá mesmo com a chegada do inverno e a tendência de aumento dos casos de covid-19 no país. Na última terça-feira (17) o Brasil registrou 229 mortes e o maior número de casos de covid-19 desde o dia 20 de abril: 26.386 registros.</p>
<p> </p>
<p><strong>Portaria contraria OMS</strong></p>
<p>A portaria que sustenta a decisão foi assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no dia 22 de abril, e protocolada para entrar em vigor no mês seguinte, contrariando as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). </p>
<p> </p>
<p>O prazo de 30 dias foi dado para que estados e municípios se adequassem à mudança, mas foi alvo de críticas de entidades como o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), que sugeriram o período de 90 dias para as medidas de transição.</p>
<p> </p>
<p>A assinatura de Queiroga se deu no mesmo período em que a Fiocruz publicou o Boletim do Observatório Covid-19,  mostrando que, apesar da queda dos óbitos, as desigualdades na imunização pelo país indicam que a pandemia ainda não acabou.</p>
<p> Segundo o relatório, diferentes estados e municípios brasileiros possuem níveis desiguais de cobertura da população pela vacina. </p>
<p> </p>
<p>Os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, tinham mais de 80% da população com a 1ª dose; enquanto Amapá e Roraima não alcançavam 65% da população imunizada. Nestes estados do Norte, apenas 12% estavam com a 3ª dose.</p>
<p> </p>
<p><strong>Flexibilização nos aeroportos</strong></p>
<p>Com o fim da ESPIN, que estava em vigor desde 3 de fevereiro de 2020, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou por um ano o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 e de medicamentos que só deveriam ser usados durante a crise sanitária. </p>
<p> </p>
<p>O órgão também irá flexibilizar as medidas sanitárias adotadas nos aeroportos e aeronaves. Passarão a estar previstos na portaria, por exemplo, a retomada do serviço de alimentação a bordo e a retirada de máscaras para se alimentar nos espaços. </p>
<p>Crédito: Agência Brasil<br />Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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