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	<title>golpes online &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Golpes em compras online crescem 15%: por que os ataques ficaram mais ‘baratos’?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminosos mudam estratégia e reduzem o valor médio dos ataques de R$ 1,8 mil para R$ 814; objetivo é burlar a inteligência artificial dos sistemas de segurança e fazer vítimas no volume O Índice de Fraude da Equifax Boa Vista captou um aumento de 15,5% nas tentativas de golpe em abril, comparado ao mesmo mês [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f1325872954024b6a4e69f0fbca8e891">Criminosos mudam estratégia e reduzem o valor médio dos ataques de R$ 1,8 mil para R$ 814; objetivo é burlar a inteligência artificial dos sistemas de segurança e fazer vítimas no volume</h4>



<p></p>



<p>O Índice de Fraude da Equifax Boa Vista captou um aumento de 15,5% nas tentativas de golpe em abril, comparado ao mesmo mês do ano passado, e avanço de 10,8%, se comparado a março. Mas o valor médio dos golpes, que antes era de R$ 1,8 mil, agora é de R$ 814.</p>



<p>Os dados também indicam que 1,44% das transações analisadas em abril apresentaram indícios de fraude e, na comparação com março, o volume de casos suspeitos avançou 10,8%, passando de 19,5 milhões para 21,6 milhões.</p>



<p>Apesar do acréscimo na quantidade de tentativas, o montante financeiro total das transações suspeitas recuou 0,6% na variação mensal, somando R$ 10,406 bilhões. O índice da companhia analisou mais de 40 milhões de transações para o levantamento de abril.</p>



<p>A retração no valor médio das fraudes indica uma alteração de estratégia dos criminosos. Segundo Márcio Souza, superintendente de Operações Antifraude da Equifax BoaVista, a pulverização em tickets menores é um modo de reduzir a exposição aos mecanismos de detecção porque as operações com valores reduzidos tendem a chamar menor atenção em análises automatizadas. Com a redução do valor, as organizações criminosas passaram a priorizar o volume de transações em vez de direcionar esforços apenas para alvos de montantes elevados.</p>



<p>“Operações menores tendem, em alguns casos, a parecer menos suspeitas, especialmente quando o fraudador consegue simular padrões próximos ao comportamento normal do consumidor. Por isso, a pulverização das fraudes em tickets menores pode representar uma estratégia para reduzir a exposição aos mecanismos tradicionais de detecção e aumentar as chances de aprovação das operações fraudulentas”, explica Souza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Golpistas se adaptam ao Brasil endividado</strong></h4>



<p>Souza explica que os infratores acompanham a dinâmica do mercado e adaptam as operações ao cenário econômico. Em períodos de maior endividamento das famílias ou de redução dos limites de crédito, as transações de menor valor apresentam probabilidade superior de aprovação.&nbsp;</p>



<p>“Vemos um cenário em que o fraudador atua quase como uma operação de inteligência orientada por dados. Em vez de buscar apenas grandes golpes, muitas organizações criminosas passam a priorizar volume, pulverização e menor exposição, tentando permanecer abaixo dos limites de risco percebidos pelos sistemas automatizados”, diz Souza.</p>



<p>O superintendente destaca, também, que para o fraudador não existe crise econômica. “Ele busca sempre o maior valor em menor tempo de exposição, mas está atento às mudanças dos hábitos de consumo para se misturar e não chamar atenção”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Golpes no e-commerce</strong></h4>



<p>As infrações no ambiente digital envolvem fraude de identidade, invasão de contas, uso de cartões roubados e criação de ambientes falsos para captura de dados. Páginas na internet que simulam varejistas ainda são recorrentes, com o foco em roubar dados pessoais e bancários.&nbsp;</p>



<p>“Eles normalmente simulam grandes varejistas, oferecem descontos muito agressivos e têm como objetivo roubar dados pessoais, bancários ou credenciais de acesso. Por fim utilizam os dados em um momento mais propício – que não precisa ser exatamente logo após terem acesso aos dados – buscando despistar evidências deixadas e contando que as vítimas – sejam varejistas ou consumidores – tenham esquecido do roubo ou mesmo tenham a impressão de que nada foi roubado”, diz.</p>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial dificulta identificar golpes</strong></h4>



<p>Souza conta que também observa o crescimento de golpes envolvendo phishing, falsas centrais de atendimento, links fraudulentos enviados por aplicativos de mensagem e até uso de inteligência artificial para criação de comunicações mais sofisticadas, como&nbsp;<em>deep fakes&nbsp;</em>de voz e mensagens automatizadas altamente personalizadas.</p>



<p>“A tendência é que os golpes se tornem cada vez mais convincentes e difíceis de identificar visualmente, o que aumenta a importância da educação digital e das camadas tecnológicas de proteção”, diz Souza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sistemas antifraude</strong></h4>



<p>Para conter as tentativas, os sistemas de proteção avaliam variáveis em tempo real, incluindo histórico do consumidor, dispositivo utilizado e geolocalização.&nbsp;</p>



<p>Souza conta que as plataformas empregam inteligência artificial para detectar padrões criminosos para além da quantia financeira da compra. Durante o mês de abril, os sistemas da companhia retiveram 311,5 mil transações com confirmação de fraude, o que corresponde a R$ 253,7 milhões bloqueados.</p>



<p>Esses sistemas antifraude não operam apenas com base em um valor fixo de transação, segundo Souza. “Eles analisam uma combinação de variáveis comportamentais, cadastrais, transacionais e contextuais em tempo real. Entre os fatores observados estão, por exemplo, histórico do consumidor, padrão de compras, dispositivo utilizado, localização, frequência das operações, horário da transação e compatibilidade daquele comportamento com o perfil esperado daquele usuário”, diz.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir</strong></h4>



<p>Para os consumidores, as medidas de proteção abrangem a utilização de cartões virtuais temporários, a ativação da autenticação em dois fatores e o acompanhamento de extratos bancários.&nbsp;</p>



<p>A adoção de e-mails distintos para compras e serviços financeiros, a não memorização de dados de cartão nas plataformas de comércio e a limitação de permissões em aplicativos de celular completam o protocolo de prevenção, de acordo com Souza.&nbsp;</p>



<p>Ele também sugere que o consumidor desconfie de ofertas excessivamente abaixo do preço de mercado; confira se o site possui protocolo seguro e reputação confiável; limite as permissões de aplicativos instalados no celular; use gestores de senha para evitar reutilização de credenciais; e mantenha dispositivos e aplicativos sempre atualizados.</p>



<p>“Outro ponto importante é evitar clicar em links enviados por mensagens, redes sociais ou SMS sem verificar a origem. Hoje, muitos golpes utilizam engenharia social sofisticada e aparência legítima para induzir o consumidor ao erro”, alerta.</p>
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