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	<title>golpe do intermediário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Banco e vendedora são condenados a indenizar vítima de &#8216;golpe do intermediário&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 07:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor da ação achou que iria comprar cabeças de gado, mas foi enganado A 28ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma instituição bancária e uma vendedora a indenizar um homem que foi vítima do chamado “golpe do intermediário” em plataforma de vendas online. Cada réu arcará com metade [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-02cddc892013dc3d7440c4de7277ebc4">Autor da ação achou que iria comprar cabeças de gado, mas foi enganado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 28ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma instituição bancária e uma vendedora a indenizar um homem que foi vítima do chamado “golpe do intermediário” em plataforma de vendas online. Cada réu arcará com metade do prejuízo do autor, estimado em R$ 45 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, o autor da ação se interessou por um anúncio de venda de gado e entrou em contato com o anunciante golpista, que se identificou como corretor e intermediário a serviço de outra vendedora. Após vistoriar os animais à venda, o autor fez depósito do valor total da compra ao intermediário, que não repassou o dinheiro à vendedora original — esta, por esse motivo, não entregou o gado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, o relator designado, desembargador Ferreira da Cruz, salientou a responsabilidade do banco, que viabilizou a abertura da conta para a prática criminosa e que, mesmo diante do encaminhamento do boletim de ocorrência após a constatação da fraude, não bloqueou os valores, respondendo o requerimento apenas dois dias após o ocorrido, quando a conta já havia sido encerrada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Expectativa frustrada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Tal circunstância qualifica a legítima expectativa do consumidor, ainda que por equiparação, de ter à sua disposição mecanismos aptos a agir eficazmente para impedir ou, no mínimo, abrandar as consequências lesivas dessa fraude. Eis o ponto que, na espécie, caracteriza o serviço defeituoso, a pouco importar a incontroversa ação de terceiros fraudadores, inserida dentro dos percalços naturais da atuação do agente fornecedor”, escreveu o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à responsável pelo anúncio original, o relator argumentou que, embora ela também tenha sido enganada pelo golpista, a conduta criminosa só foi possível porque a vendedora identificou alguma vantagem no negócio e chancelou a atuação do estelionatário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator manteve o entendimento de primeiro grau que absolveu a plataforma em que o anúncio foi veiculado, uma vez que a fraude foi praticada fora do site e, portanto, desconexa do serviço disponibilizado pela empresa ré. Completaram a turma julgadora os desembargadores Dimas Rubens Fonseca, Michel Chakur Farah, Eduardo Gesse e Rodrigues Torres. A decisão foi por maioria de votos. Com informações da assessoria de imprensa do TJ-SP.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/08/acordao-tj-sp-golpe-intermedario.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/08/acordao-tj-sp-golpe-intermedario.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Apelação 1001252-65.2021.8.26.0493</h4>
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