<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>golpe de 2022 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/golpe-de-2022/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jan 2025 11:24:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>golpe de 2022 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Sem anistia: categoria bancária participa de cerimônia do 8 de Janeiro, em Brasília</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sem-anistia-categoria-bancaria-participa-de-cerimonia-do-8-de-janeiro-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 11:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[08 de janeiro 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[golpe de 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Repúdio ao golpe 2025]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=59187</guid>

					<description><![CDATA[&#8220;A democracia venceu&#8221;: neste ano, evento de repúdio e memória dos atos golpistas de 2023, conta com cerimônia de reintegração de obras de arte restauradas e abraço coletivo pela democracia Representantes do movimento sindical bancário participaram das solenidades em repúdio aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, que, ontem quarta-feira (8), completaram dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-949a99e08057437577f9189cb7f9f7d2">&#8220;A democracia venceu&#8221;: neste ano, evento de repúdio e memória dos atos golpistas de 2023, conta com cerimônia de reintegração de obras de arte restauradas e abraço coletivo pela democracia</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes do movimento sindical bancário participaram das solenidades em repúdio aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, que, ontem quarta-feira (8), completaram dois anos.<br><br>&#8220;A defesa da democracia é uma pauta histórica do movimento sindical. Na ditadura, de 1964 e 85, o autoritarismo prendeu, torturou e matou trabalhadores. Entregando os direitos da categoria bancária e a direção de nossos sindicatos aos representantes dos banqueiros, muitos financiaram a barbárie e a brutalidade no sistema de governo&#8221;, Lembra Élcio Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.<br><br>As solenidades deste 8 de janeiro incluíram a reintegração de 21 obras restauradas e que haviam sido atacadas pelos golpistas. Entre as obras, que retornam oficialmente para o acervo da Presidência da República, estão o quadro &#8220;As Mulatas&#8221;, de Di Cavalcanti, e o relógio do século 17, presente da Corte Francesa para Dom João VI. A peça foi restaurada na Suíça, sem custo ao governo brasileiro.<br> </p>



<h4 class="wp-block-heading">” Ainda estamos aqui!”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se estamos aqui é porque a democracia venceu&#8221;, declarou Lula durante a cerimônia de hoje, em Brasília. &#8220;Muitos de nós talvez estivessem [hoje] presos, exilados e mortos, como aconteceu no passado&#8221;, completou. Veja a seguir os principais trechos do discurso do presidente da República:&nbsp;<br><br>&#8220;Se hoje podemos pensar, expressar novos pensamentos, ideias e desejos, é porque a democracia venceu. Do contrário, a única liberdade de expressão permitida seria a dos ditadores e de seus cúmplices e usada para mentir, espalhar o ódio e incitar a violência contra quem pensa diferente. Se hoje estamos aqui é para renovar nossa fé no diálogo entre os opostos, na harmonia entre os poderes e no cumprimento da Constituição, é porque a democracia venceu&#8221;.<br><br>&#8220;Estamos aqui porque é para que ninguém esqueça: se hoje podemos contar as histórias, ver as histórias livremente contadas no cinema, no teatro, na música e na literatura é porque a democracia venceu. Caso contrário a arte teria que ser submetida aos censores, que nos proibiriam de ver, ouvir e compreender tudo que achassem subversivo. Hoje, estamos aqui para garantir que ninguém seja desaparecido ou morra por conta da causa que defenda. Estamos aqui em nome daqueles e daquelas que não podem mais estar. Estamos aqui em nome de todas as Marias, Clarices e Eunices&#8221;.<br><br>&#8220;Quando todos tiverem direito às suas terras, sua cultura e suas crenças, quando as mulheres conquistarem igualdade de direitos e o direito de estar onde quiserem estar, sem serem julgadas, agredidas ou assassinadas, quando todas as religiões forem respeitadas e viverem em harmonia, porque a fé deve unir e não colocar irmãos contra irmãos, quando qualquer pessoa tiver o direito de amar e ser amada, por qualquer pessoal, sem sofrer qualquer tipo de preconceito, discriminação ou violência, teremos essa democracia plena, para todos e todas, que queremos construir no Brasil&#8221;.<br><br>&#8220;Os responsáveis pelo 8 de janeiro estão sendo investigados e punidos. Ninguém foi considerado preso injustamente. Todos pagarão pelos crimes que cometeram. Todos! Inclusive os que planejaram o assassinato do presidente, do ministro e do vice-presidente. Todos terão amplo direito de defesa e presunção de inocência. Defendemos e defenderemos sempre a liberdade de expressão, mas não seremos tolerantes com discursos de ódio e&nbsp;<em>fake news,</em>&nbsp;que colocam em risco pessoas e incitam a violência contra o estado democrático de direito. Seremos intransigentes na defesa da democracia&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abraço pela Democracia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A solenidade deste ano será concluída com um abraço coletivo em torno da palavra &#8220;Democracia&#8221;, que será escrita no chão da Praça dos Três Poderes, local onde estão as sedes dos três poderes: Presidência da República, Congresso e Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atos golpistas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois anos, instigados por seu líder, Jair Bolsonaro que, antes mesmo de perder a reeleição no pleito de 30 outubro de 2022, fomentava teorias da conspiração de instabilidade do processo democrático, milhares de pessoas, que estavam acampadas no Setor Militar Urbano em Brasília, começaram a marchar até a Praça dos Três Poderes e invadiram os prédios Congresso, Presidência e STF, causando uma série de destruição de patrimônio público e que, segundo levantamento da CNN, levaram a um prejuízo de, pelo menos, R$ 16 milhões aos cofres públicos.<br><br>Após o quebra-quebra, cerca de 1.430 chegaram a ser presos. Desse total, mais de 300 já foram condenados pelo Supremo.<br><br>Para além da destruição, outra trama estava em andamento, por trás dos bastidores que, felizmente, não foi levada adiante, como revelou investigação divulgada em novembro passado pela Polícia Federal e que resultou na prisão, por tentativa de golpe, o general Walter Braga Netto, ex-ministro de Defesa e candidato a vice-presidente na chapa de reeleição de Bolsonaro.<br><br>Cerca de 40 pessoas também foram indiciadas no caso, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a PF, organizadores do crime pretendiam matar ou prender o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin.<br><br>Também foram encontradas conversas onde um dos golpistas questionou sobre a criação de um campo de concentração para inimigos políticos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
