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	<title>Gilmar mendes e pejotização &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Decisão do STF sobre ‘pejotização’ pode representar o fim dos direitos trabalhistas, alerta jurista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 13:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Fim dos direitos com pejotizaçãos]]></category>
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					<description><![CDATA[Para Jorge Souto Maior, classe trabalhadora precisa se organizar para garantir princípios da Constituição Para o jurista e professor de direito na Universidade de São Paulo (USP) Jorge Luiz Souto Maior, a&#160;decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes&#160;de suspender os processos sobre “pejotização” no país é mais um passo no desmonte dos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-dce050c23aca0f64c54d0547395c81c5">Para Jorge Souto Maior, classe trabalhadora precisa se organizar para garantir princípios da Constituição</h4>



<p></p>



<p>Para o jurista e professor de direito na Universidade de São Paulo (USP) Jorge Luiz Souto Maior, a&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/04/14/gilmar-mendes-suspende-processos-sobre-pejotizacao-em-todo-o-pais-ate-decisao-final-do-stf/">decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes</a>&nbsp;de suspender os processos sobre “pejotização” no país é mais um passo no desmonte dos direitos trabalhistas promovido com maior ênfase desde a&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/05/01/reforma-trabalhista-impede-reducao-da-informalidade-mesmo-com-melhora-na-economia/">reforma trabalhista de 2017</a>. “Estamos diante da realidade concreta do fim do direito do trabalho”, afirmou o especialista em entrevista ao&nbsp;<em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=giu_HTVG6VA">Conexão BdF</a></em>, programa do&nbsp;<strong>Brasil de Fato</strong>.</p>



<p>A decisão do Supremo paralisa ações na Justiça do Trabalho que analisam contratações via pessoa jurídica – prática que se tornou comum em setores como tecnologia, saúde, advocacia, entregas por aplicativo e cultura. O STF deve julgar o tema com repercussão geral, o que significa que sua decisão terá de ser seguida por todos os tribunais do país.</p>



<p>Souto Maior critica a posição do Supremo, que, segundo ele, tem se distanciado da Constituição e das normas internacionais de proteção ao trabalho. “A Constituição estabeleceu que os direitos trabalhistas são fundamentais e irrenunciáveis. Eles fazem parte de um pacto coletivo para garantir dignidade e seguridade social à classe trabalhadora”, indica.</p>



<p>Segundo o jurista, o STF tem tratado a “pejotização” como se fosse uma forma de terceirização, mas a prática é ainda mais grave: “É uma fraude. Se aceita que o simples ‘consentimento’ do trabalhador seja suficiente para firmar um contrato comercial, sem vínculo de emprego e sem qualquer proteção da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], e nem mesmo o Judiciário poderá contestar isso. É um momento gravíssimo”.</p>



<p>Se a decisão do Supremo for no sentido de validar esse tipo de contrato com base apenas na vontade individual do trabalhador, afirma o especialista, o país poderá assistir à “extinção dos direitos trabalhistas para qualquer trabalhador e atividade e da própria Justiça do Trabalho”.</p>



<p>O professor lembra que a Corte já vem tomando decisões nesse sentido desde 2009, acelerando esse processo após a reforma trabalhista, uma das principais medidas tomadas durante o governo do ex-presidente Michel&nbsp;Temer. Para ele, o STF tem agido com motivações políticas e ideológicas, atendendo aos interesses do capital. “É uma corte política, não jurídica. Os ministros estão lá porque compartilham essa visão de mundo. Julgam a partir da ótica da classe dominante.”</p>



<p>O jurista apontou ainda a necessidade urgente da reação popular como única saída possível. “Essa não é só uma mudança no mundo do trabalho, mas no compromisso da sociedade com o pacto social e democrático. Precisamos reorganizar politicamente a classe trabalhadora para que ela se compreenda em si como classe e não como categoria de profissionais específicos. Se não houver retomada da consciência de classe, o capital vai continuar se valendo dessas estruturas de divisão, da necessidade das pessoas, da dificuldade de sobrevivência, do individualismo, se valendo dessas estratégias que servem aos interesses do capital e não à classe trabalhadora.”</p>
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