<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gestante &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/gestante/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 07:25:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Gestante &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>TRT-4: Santander indenizará por suprimir gratificação de gestante afastada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trt-4-santander-indenizara-por-suprimir-gratificacao-de-gestante-afastada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 07:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[gratificação especial]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 4ª região]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68161</guid>

					<description><![CDATA[Justiça também manteve pagamento de gratificação especial por falta de critérios objetivos. A 4ª turma do TRT da 4ª região condenou o banco Santander a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma ex-gerente que teve gratificação de função suprimida enquanto estava com o contrato de trabalho suspenso por afastamento de saúde decorrente de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Justiça também manteve pagamento de gratificação especial por falta de critérios objetivos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 4ª turma do <a href="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4" data-type="link" data-id="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4">TRT da 4ª região</a> condenou o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma ex-gerente que teve gratificação de função suprimida enquanto estava com o contrato de trabalho suspenso por afastamento de saúde decorrente de diabetes gestacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado também manteve a condenação ao pagamento da chamada &#8220;gratificação especial&#8221;, por entender que o banco não comprovou critérios objetivos para conceder a verba apenas a alguns empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A trabalhadora atuou no <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco</a> de agosto de 2011 a setembro de 2023, tendo exercido funções como caixa, gerente de relacionamento e gerente de relacionamento empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o acórdão, a alteração contratual promovida pela instituição financeira em dezembro de 2022 reduziu a jornada de oito para seis horas e suprimiu a gratificação de função em período no qual ela estava afastada por motivo de saúde, situação posteriormente seguida de licença-maternidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perspectiva de gênero</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a relatora, juíza convocada Cacilda Ribeiro Isaacsson, a medida foi &#8220;juridicamente nula&#8221;, pois realizada durante a suspensão do contrato de trabalho. O acórdão destacou que a redução do padrão salarial da empregada antes do retorno efetivo às atividades violou os arts. 468 e 471 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">CLT</a>, além do dever de boa-fé objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turma também aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ e o Protocolo de Atuação e Julgamento com Perspectiva Antidiscriminatória, Interseccional e Inclusiva do TST.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, a supressão da gratificação em período de gravidez e adoecimento configurou discriminação indireta, por transformar a maternidade e a condição de saúde da empregada em prejuízo financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reconhecer o dano moral, a relatora afirmou que o caso ultrapassou o mero descumprimento contratual, pois atingiu a dignidade da trabalhadora em momento de fragilidade física e psíquica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão mencionou relatório psicológico e nota de alta de UTI neonatal decorrente do nascimento prematuro da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização foi fixada em R$ 10 mil, valor considerado suficiente para cumprir finalidade pedagógica sem gerar enriquecimento sem causa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gratificação especial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco também pretendia afastar a condenação ao pagamento de gratificação especial. Ele alegava que a parcela era paga por mera liberalidade, sem previsão legal ou normativa, e que teria sido suprimida desde 2012.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turma, no entanto, rejeitou a tese. Segundo o acórdão, documentos e prova oral demonstraram que a verba continuou sendo paga a empregados desligados após 2012, inclusive em 2017 e 2022. Para o colegiado, ao instituir benefício pago no momento da rescisão contratual, ainda que por liberalidade, o empregador deve fixar critérios objetivos, claros e transparentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Na decisão, os desembargadores concluíram que o pagamento da gratificação a apenas alguns empregados, sem comprovação de requisitos que justificassem a diferenciação, afrontou o princípio constitucional da isonomia e caracterizou conduta discriminatória. Assim, foi mantido o direito da ex-empregada à parcela.</p>



<h4 class="wp-block-heading"> Processo: <a href="https://pje.trt4.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0021295-16.2024.5.04.0261/2#931fa1d" data-type="link" data-id="https://pje.trt4.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0021295-16.2024.5.04.0261/2#931fa1d">0021295-16.2024.5.04.0261</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/5/971B52A5C835D2_Documento_931fa1d(1).pdf" data-type="link" data-id="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/5/971B52A5C835D2_Documento_931fa1d(1).pdf">Veja o acórdão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestante que pediu demissão sem assistência do sindicato será indenizada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/gestante-que-pediu-demissao-sem-assistencia-do-sindicato-sera-indenizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2024 08:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assistência sindical]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade Provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[TST Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=57254</guid>

					<description><![CDATA[Corte trabalhista rejeitou recurso da empresa, reconhecendo que, sem presença do sindicato, pedido de demissão de gestante é nulo Por unanimidade, a SDI-1 do TST rejeitou embargos de empresa, mantendo condenação ao pagamento de indenização, em razão de pedido de demissão de trabalhadora gestante realizado sem assistência sindical. No momento da rescisão contratual, a empregada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Corte trabalhista rejeitou recurso da empresa, reconhecendo que, sem presença do sindicato, pedido de demissão de gestante é nulo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a SDI-1 do <a href="https://tst.jus.br/" data-type="link" data-id="https://tst.jus.br/">TST</a> rejeitou embargos de empresa, mantendo condenação ao pagamento de indenização, em razão de pedido de demissão de trabalhadora gestante realizado sem assistência sindical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento da rescisão contratual, a empregada estava grávida e formalizou o pedido de demissão sem a assistência do sindicato de sua categoria. Posteriormente, a trabalhadora questionou a legalidade do ato na Justiça do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em defesa, a empresa sustentou que o pedido de demissão foi legítimo, alegando que não se tratava de dispensa arbitrária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 2ª região acolheu o recurso da ex-empregada e condenou a empresa ao pagamento de indenização substitutiva referente ao período de estabilidade gestacional, desde a demissão até cinco meses após o parto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa recorreu ao TST, alegando que a questão deveria ser tratada como infração infraconstitucional e, portanto, não deveria ser analisada à luz do art. 10, II, &#8220;b&#8221;, do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">ADCT</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª turma do TST entendeu que a jurisprudência da Corte é clara acerca da necessidade de homologação sindical em casos de demissão de gestantes. A Corte trabalhista se baseou no entendimento consolidado de que a estabilidade provisória da gestante é um direito irrenunciável, garantido pela CF.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destacou que o art. 500 da <a href="https://www.google.com/search?q=clt&amp;oq=clt&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgAEAAYjwIyBwgAEAAYjwIyEggBEC4YQxiDARixAxiABBiKBTIGCAIQRRhAMg0IAxAAGIMBGLEDGIAEMgoIBBAAGLEDGIAEMgcIBRAAGIAEMg0IBhAAGIMBGLEDGIAEMgcIBxAAGIAE0gEHNjkyajBqNKgCALACAA&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" data-type="link" data-id="https://www.google.com/search?q=clt&amp;oq=clt&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgAEAAYjwIyBwgAEAAYjwIyEggBEC4YQxiDARixAxiABBiKBTIGCAIQRRhAMg0IAxAAGIMBGLEDGIAEMgoIBBAAGLEDGIAEMgcIBRAAGIAEMg0IBhAAGIMBGLEDGIAEMgcIBxAAGIAE0gEHNjkyajBqNKgCALACAA&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8">CLT</a> exige a assistência do sindicato ou de autoridade competente para validar o pedido de demissão de trabalhadoras em condição de estabilidade provisória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem essa formalidade, o pedido de demissão é considerado nulo, garantindo à empregada o direito à estabilidade e, consequentemente, à indenização pelos meses em que deveria ter sido mantida no emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa tentou interpor embargos da decisão da Corte trabalhista, mas o pedido foi rejeitado pela SDI-I.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=81577&amp;anoInt=2022&amp;qtdAcesso=33114039" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=81577&amp;anoInt=2022&amp;qtdAcesso=33114039">1000357-33.2021.5.02.0264</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/9/161ECB62114F79_Emb-ED-RR-1000357-33_2021_5_02.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/9/161ECB62114F79_Emb-ED-RR-1000357-33_2021_5_02.pdf">Veja o acórdão</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidados com dengue devem ser maiores na gestação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cuidados-com-dengue-devem-ser-maiores-na-gestacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 19:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Grávida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=53168</guid>

					<description><![CDATA[Alerta é da Federação Brasileira de Ginecologia Obstetrícia O odor e o aumento do gás carbônico exalado pela pele das gestantes, aliados ao aumento da sua temperatura corporal, são fatores importantes para a atração do mosquito Aedes aegypti. Além disso, as grávidas e puérperas estão entre os grupos populacionais mais suscetíveis a complicações e evolução [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Alerta é da Federação Brasileira de Ginecologia Obstetrícia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O odor e o aumento do gás carbônico exalado pela pele das gestantes, aliados ao aumento da sua temperatura corporal, são fatores importantes para a atração do mosquito Aedes aegypti. Além disso, as grávidas e puérperas estão entre os grupos populacionais mais suscetíveis a complicações e evolução para as formas mais graves da dengue.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583823&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583823&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de casos de dengue em gestantes <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-03/casos-de-dengue-em-gestantes-aumentam-345-em-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumentou 345,2% nas seis primeiras semanas deste ano</a>, na comparação com o mesmo período de 2023, segundo dados epidemiológicos do Ministério da Saúde divulgados na sexta-feira (1º). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, a&nbsp; Federação Brasileira de Ginecologia Obstetrícia (Febasgo) lançou o&nbsp;<a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/manual-de-prevencao-dengue-na-gestacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento da Dengue na Gestação e no Puerpério</a>, em colaboração com o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). O guia foi elaborado pelo Grupo de Trabalho dedicado ao manejo da doença em gestantes e puérperas, composto por 16 especialistas em ginecologia obstetrícia e traz dicas para evitar o contágio e prevenir complicações relacionadas à dengue.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma vez infectadas, as gestantes têm maiores chances de apresentar desfechos desfavoráveis em comparação com não gestantes. Portanto, esse grupo é de especial interesse e cuidado&#8221;, explica o médico Antônio Braga, membro do Grupo de Trabalho sobre Dengue na Gestação da Febrasgo</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O controle dos criadouros de Aedes aegypti, as barreiras mecânicas para evitar que o mosquito entre nas residências, como telas em portas e janelas, o uso de inseticidas, de roupas apropriadas e de repelentes estão entre as recomendações para evitar a contaminação. O uso de inseticidas por vaporização ambiental, também chamada de nebulização espacial ou fumacê, ou domiciliar, também está entre as medidas recomendadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Febrasgo, as gestantes devem priorizar o uso de repelentes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como picaridina, icaridina, N,N-dietil-meta-toluamida (DEET), IR 3535 ou EBAAP.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra variável importante é a preferência de cor para a qual o mosquito é atraído. A Febrasgo recomenda evitar o uso de roupas de cor vermelha, azul, alaranjada ou preta. Por sua vez, a cor branca não atrai o mosquito.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recomendações&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos de infecção com menor gravidade, a orientação é repouso e aumento da ingestão de líquidos. Gestantes com dengue requerem avaliação diária, incluindo repetição do hemograma até 48 horas após a febre desaparecer.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o estado for grave, com sinais de alarme, a internação é indicada. Em situações de choque, sangramento ou disfunção grave de órgãos, a paciente deve receber tratamento em uma unidade de terapia intensiva.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco cancela plano de saúde de gestante e terá de pagar R$ 20 mil de indenização</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-cancela-plano-de-saude-de-gestante-e-tera-de-pagar-r-20-mil-de-indenizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 14:43:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Grávida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=53126</guid>

					<description><![CDATA[Para a 1ª Turma, empresa retirou o direito da empregada à assistência médica necessária para acompanhar a gravidez O Banco Losango S.A. terá de pagar R$ 20 mil de indenização a uma bancária de Feira de Santana (BA) por ter cancelado seu plano de saúde mesmo sabendo que ela estava grávida. A decisão é da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Para a 1ª Turma, empresa retirou o direito da empregada à assistência médica necessária para acompanhar a gravidez</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Losango S.A. terá de pagar R$ 20 mil de indenização a uma bancária de Feira de Santana (BA) por ter cancelado seu plano de saúde mesmo sabendo que ela estava grávida. A decisão é da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que entendeu que o banco impediu o acesso à assistência médica necessária para acompanhar a gravidez.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gravidez</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Despedida em 2/1/2012, a bancária disse na ação trabalhista que havia comunicado a gravidez à empresa logo após a confirmação. Desse modo, estaria amparada pela estabilidade, ou seja, o vínculo deveria ser mantido desde a gravidez até cinco meses após o parto. Todavia, segundo ela, a rescisão foi mantida, e o plano de saúde cancelado.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aborto</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A bancária disse que pediu o restabelecimento do benefício, mas o banco insistiu na dispensa e a orientou a procurar o Sistema Integrado de Saúde (SUS). Em dois de fevereiro, ela passou mal e teve um sangramento. Disse que “perambulou” por diversos hospitais e só conseguiu ser atendida no dia seguinte, onde foi constatado um aborto espontâneo. Ao defender o direito à indenização, ela sustentou que a falta de atendimento médico havia contribuído para a perda da criança.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Mentira”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Losango, em defesa, disse que a bancária teria mentido nos autos e que não houve supressão do plano de saúde. Segundo o banco, a opção de procurar o SUS, e não seu médico particular da Unimed, fora escolha da própria trabalhadora, que já teria recebido a garantia de que todas as despesas seriam pagas.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dor psicológica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao julgar o caso, o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) entendeu que a suspensão do benefício em razão do fim do vínculo de emprego não caracteriza dano moral. Para o TRT, o banco não submeteu a trabalhadora a dor psicológica ou perturbação da sua dignidade moral nem contribuiu &nbsp;para que ela, de alguma forma, fosse humilhada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT questiona, ainda, o fato de a bancária ter recebido mais de R$ 20 mil de rescisão e não ter condições de pagar mensalidade integral do plano ou uma consulta particular para posterior reembolso. “Causa espécie a empregada demonstrar pouco trato e cuidado com sua saúde, tentando atribuir a empresa o fato de ter abortado”, diz a decisão.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acesso vedado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Dezena da Silva, relator do recurso de revista da bancária, afirmou que, a partir do momento em que teve ciência da gravidez da funcionária, caberia ao banco restabelecer o contrato de trabalho com todos os seus benefícios. O cancelamento do plano, nesse contexto, impediu a trabalhadora de ter acesso à assistência médica necessária, e, nesse caso, o dano moral é presumido, ou seja, não necessita de provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi unânime.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco é responsabilizado por assédio a empregadas terceirizadas grávidas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-e-responsabilizado-por-assedio-a-empregadas-terceirizadas-gravidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 15:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Grávida]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52931</guid>

					<description><![CDATA[Elas sofreram discriminação e violência psicológica A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a responsabilidade do Banco BMG S.A. pela condenação decorrente de discriminação e violência psicológica a empregadas grávidas praticadas pela Idealcred Promotora de Cadastros e Publicidade Ltda., prestadora de serviços de Pouso Alegre (MG). Segundo o colegiado, o Supremo Tribunal Federal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Elas sofreram discriminação e violência psicológica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a responsabilidade do Banco BMG S.A. pela condenação decorrente de discriminação e violência psicológica a empregadas grávidas praticadas pela Idealcred Promotora de Cadastros e Publicidade Ltda., prestadora de serviços de Pouso Alegre (MG). Segundo o colegiado, o Supremo Tribunal Federal, ao reconhecer a licitude de qualquer forma de terceirização, não excluiu a responsabilidade subsidiária da empresa contratante. Nessa situação, se a Idealcred não pagar a indenização por dano moral coletivo, o BMG deverá fazê-lo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Punição</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação civil pública, ajuizada em 2015, o Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou que fora informado por Vara do Trabalho de Pouso Alegre que a Idealcred e a Mapra, prestadoras de serviços ao BMG e à BV Financeira, haviam sido condenadas em ações trabalhistas de 2012 e 2013 porque as empregadas eram punidas e assediadas moralmente por engravidarem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Feia”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com depoimentos, elas foram ameaçadas de transferência para a Central de Telemarketing, onde as comissões eram menores. Além de serem, de fato, transferidas, elas passaram a ser tratadas de forma mais ríspida por uma sócia da Idealcred, que não deixava que se alimentassem fora do intervalo de almoço e questionava as idas ao banheiro, batendo na porta com frequência. Uma testemunha relatou que a empresária chegou a dizer a uma das gestantes que “ela ficaria feia, com o corpo deformado e o ‘peito caído’”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Violência psicológica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao defender a indenização por dano moral coletivo, o MPT ressaltou que a ilegalidade praticada pelas empresas tem dimensão coletiva, pois a estratégia baseada em violência psicológica para forçar as gestantes a desistirem do emprego não prejudica apenas as pessoas diretamente envolvidas, mas também as que desejarem engravidar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prejuízo à sociedade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2016, o juízo de primeiro grau considerou que o comportamento das empresas havia causado prejuízos a toda a sociedade, ao menosprezar a condição de um grupo (de mulheres grávidas) e prejudicar seu desenvolvimento profissional. A conduta inibiria o planejamento de outras mulheres que poderiam querer engravidar, diante das ameaças de transferência para um setor com remuneração menor. &nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Condenação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Diante das provas apresentadas, o juízo condenou as empresas a pagarem compensação por danos morais coletivos de R$30 mil e proibiu o grupo da Idealcred de continuar a prática. A sentença também considerou ilícita a terceirização e reconheceu a responsabilidade solidária do BMG e da BV por todas as verbas decorrentes da condenação. &nbsp;A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Licitude</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No exame do recurso de revista, a Segunda Turma reconheceu a licitude da terceirização, com base em entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria, mas manteve a condenação dos tomadores de serviço. Segundo a relatora, a tese vinculante do STF sobre a licitude de todas as formas de terceirização não exclui a responsabilidade subsidiária da empresa contratante.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi unânime.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BB deve convocar gestante impedida de tomar posse em cargo público</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-deve-convocar-gestante-impedida-de-tomar-posse-em-cargo-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 07:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cargo]]></category>
		<category><![CDATA[Cargo Publico]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Público]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Posse]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=51173</guid>

					<description><![CDATA[Magistrada entendeu o impedimento da posse como discriminatório A 1ª vara Cível de Brasília determinou que a presidência do Banco do Brasil convoque para a posse gestante aprovada em concurso público que foi impedida de praticar o ato administrativo. A decisão considerou discriminatória a postergação da posse da gestante. No processo, a mulher conta que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Magistrada entendeu o impedimento da posse como discriminatório</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª vara Cível de Brasília determinou que a presidência do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> convoque para a posse gestante aprovada em concurso público que foi impedida de praticar o ato administrativo. A decisão considerou discriminatória a postergação da posse da gestante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo, a mulher conta que foi aprovada no concurso público do Banco do Brasil e foi convocada para tomar posse no dia 15/8/22. Informa que, na época, estava grávida e que comunicou o fato à sociedade de economia mista, mas que mesmo assim confirmou, por e-mail, que compareceria à posse. Por fim, afirma que, no dia do ato, foi impedida de tomar posse e que outros candidatos classificados em posição inferior à sua foram investidos no cargo público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil afirma que a candidata se inscreveu e foi aprovada no concurso público, ocasião em que foi convocada e deferida a alteração de sua lotação a seu pedido. Alega que a posse foi marcada para o dia 15/8/22, mas que o parto estava previsto para o dia 10/8/22. Nesse sentido, defende que, tendo em vista o estágio avançado da gestação e a fim de assegurar a proteção à criança e não prejudicar a avaliação funcional da mulher, durante o tempo de experiência, decidiu postergar a posse da aprovada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao julgar o caso, a juíza substituta destaca que as correspondências eletrônicas trocadas entre as partes atestam que a mulher confirmou, com antecedência, que compareceria à agência para tomar posse, no dia 15/8/22, e que, posteriormente, houve nova confirmação. Pontua que, mesmo estando grávida, ela, por mais de uma vez e com antecedência razoável, explicitou a sua intenção em tomar posse e que o ente público não poderia substituir à aprovada na definição do que melhor atenderia aos seus interesses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a magistrada explica que é um contrassenso a alegação do banco de que contrariou a vontade da mulher para atender aos interesses dela. Para ela, &#8220;a postergação da posse, nesse cenário, revelou-se discriminatória ao estado gestacional da impetrante, quem inclusive já havia se programado para o ato&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo:</strong> <a href="https://pje-consultapublica.tjdft.jus.br/consultapublica/consultapublica/detalheprocessoconsultapublica/listview.seam?ca=b54074d27624311d0998991a8541f6729aeb6fb9b7d2c61e">0740681-30.2022.8.07.0001</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2023/11/3775AEF73F7DD8_tjdf.pdf">Confira aqui a decisão</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PL aprovado sobre grávidas em trabalho insalubre</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pl-aprovado-sobre-gravidas-em-trabalho-insalubre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Grávida]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=5633</guid>

					<description><![CDATA[Mulheres grávidas poderão se afastar sem perder adicional. Texto ainda precisa de sansão presidencial As mulheres gr&#225;vidas ou que estejam amamentando poder&#227;o ter o direito de se afastar dos locais ou atividades para as quais s&#227;o contratadas, se forem insalubres, sem perder o adicional a que fazem jus para exerc&#234;-las. &#201; o que prev&#234; o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres grávidas poderão se afastar sem perder adicional. Texto ainda precisa de sansão presidencial</p>
<p>As mulheres gr&aacute;vidas ou que estejam amamentando poder&atilde;o ter o direito de se afastar dos locais ou atividades para as quais s&atilde;o contratadas, se forem insalubres, sem perder o adicional a que fazem jus para exerc&ecirc;-las. &Eacute; o que prev&ecirc; o Projeto de Lei da C&acirc;mara (PLC 76/2014) aprovado nesta quinta-feira 14 pelo do Senado. A proposta segue para san&ccedil;&atilde;o presidencial.</p>
<p>O projeto garante &agrave; trabalhadora o exerc&iacute;cio de suas fun&ccedil;&otilde;es em local saud&aacute;vel durante esse per&iacute;odo em especial. O texto &eacute; expl&iacute;cito quando exige a manuten&ccedil;&atilde;o dos adicionais de insalubridade, mesmo se a trabalhadora estiver afastada do posto que pode colocar sua sa&uacute;de em risco.</p>
<p><span style="font-size:22px"><a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=14&amp;id=14" style="margin: 0px; padding: 0px; box-sizing: border-box; color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: none; opacity: 0.7; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 24px; font-size: 20px; text-align: center; background-color: rgb(255, 255, 255);"><span style="color:rgb(255, 0, 0)"><strong>#Leia Tamb&eacute;m: Fortale&ccedil;a suas lutas, sindicalize-se!</strong></span></a></span></p>
<p>Fonte: SEEB SP, com informações da Agência Senado</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
