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	<title>Gerente &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Gerente &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>BB terá de indenizar ex-gerente que sofreu assédio de subordinados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-tera-de-indenizar-ex-gerente-que-sofreu-assedio-de-subordinados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 07:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral vertical ascendente]]></category>
		<category><![CDATA[Cargo Comissionado]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-gerente afirma que sofreu assédio de subordinados e foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático A 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo e litoral paulista) manteve a sentença que condenou o Banco do Brasil a indenizar um ex-gerente que sofreu assédio moral de subordinados. Segundo os autos, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5165210350117d9cc4d7f9628f3cd264">Ex-gerente afirma que sofreu assédio de subordinados e foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo e litoral paulista) manteve a sentença que condenou o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> a indenizar um ex-gerente que sofreu assédio moral de subordinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, o autor da ação foi transferido para uma agência e constatou que dois empregados mantinham uma relação amorosa, o que contrariava as normas da instituição, já que existia subordinação entre eles. Após comunicar o fato ao superintendente regional do banco, ele foi orientado para que deixasse os dois em paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor também alega que os dois empregados atendiam mal os clientes e eram alvos de reclamações, e que, após advertir ambos, eles organizaram um piquete sindical em frente à agência onde trabalhavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conflito teve como resolução a destituição do autor do cargo comissionado de gerente e a sua transferência de agência. Posteriormente, ele foi demitido por “desempenho insatisfatório na comunicação com a equipe”. O profissional alega ter sido alvo de assédio moral vertical ascendente (praticado por subordinados).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a juíza Cristiane Braga de Barros, 25ª Vara do Trabalho de São Paulo, condenou o banco a indenizar o autor com base em laudo pericial que constatou que ele sofreu transtorno de estresse pós-traumático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao condenar o banco, ela também levou em consideração declarações de testemunhas que demonstraram que a empresa não apurou o caso de forma adequada antes de demitir o autor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, o banco terá de pagar R$ 1,6 milhão ao trabalhador, já que, além da indenização por danos morais — estipulada em R$ 150 mil —, ele ainda vai receber valores retroativos de gratificações. O banco chegou a apresentar recurso no Tribunal Superior do Trabalho, mas foi negado por ausência de transcendência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/02/ROT_1000674-06.2020.5.02.0025_2grau.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/02/ROT_1000674-06.2020.5.02.0025_2grau.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1000674-06.2020.5.02.0025</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST nega reintegração de gerente baseada apenas em atestado particular</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-nega-reintegracao-de-gerente-baseada-apenas-em-atestado-particular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 08:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[assédio no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[atestado médico]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Gerente]]></category>
		<category><![CDATA[reintegração ao emprego]]></category>
		<category><![CDATA[SDI-2]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho (TST)]]></category>
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					<description><![CDATA[O atestado de médico particular não foi considerado como prova suficiente A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) rejeitou o pedido de reintegração imediata de uma gerente, antes da sentença definitiva na reclamação trabalhista movida contra banco. Ela sustenta ter sido submetida a assédio moral e sexual que resultou em transtornos psíquicos, mas os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-62e05fdce0d1dfcd1512c3bf5f0c265b">O atestado de médico particular não foi considerado como prova suficiente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Subseção II Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) rejeitou o pedido de reintegração imediata de uma gerente, antes da sentença definitiva na reclamação trabalhista movida contra <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a>. Ela sustenta ter sido submetida a assédio moral e sexual que resultou em transtornos psíquicos, mas os documentos apresentados foram insuficientes para obter a antecipação de tutela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o artigo 300 do Código de Processo Civil (CPC), a tutela de urgência pode ser concedida no curso do processo quando o juiz entender que pode haver dano ou risco ao direito pretendido. No caso da gerente, o pedido foi de imediata reintegração, ficando assegurada até o fim do processo. Contudo, o juízo da 6ª Vara do Trabalho de Fortaleza rejeitou esse pedido, baseado apenas num atestado médico particular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do indeferimento, a gerente apresentou mandado de segurança no Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE). Ela disse que, no dia da dispensa, apresentou agendamento de perícia e atestado médico particular que pedia afastamento por 90 dias em razão de falta de ânimo, fadiga, ansiedade, angústia e insônia. Segundo ela, esses sintomas estavam ligados às circunstâncias vivenciadas no trabalho, com cobranças excessivas e assédio moral e sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança foi concedida, com determinação de reintegração da gerente aos quadros do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a>. Segundo o TRT, a documentação apresentada demonstrava que a empregada estava incapacitada para o trabalho ao ser dispensada, e a negativa do juízo de primeiro grau violaria seu direito líquido e certo a permanecer no emprego.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Documentação insuficiente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Dezena da Silva, relator do recurso do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> ao TST, ressaltou que não há no processo nenhum documento que comprove o quadro alegado pela gerente, e o atestado, apresentado logo no dia dispensa, apenas sugere a existência das doenças. “Essas peças são insuficientes para demarcar a condição de inaptidão ao trabalho ao tempo em que ocorreu a demissão sem justa causa”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator acrescentou que, para reconhecer a relação entre as patologias apontadas e o alegado assédio moral e sexual, com a devida reintegração ao emprego, é necessário reunir evidências, documentos, ou seja, produzir provas no curso da reclamação trabalhista, e não no mandado de segurança. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Acordao-TST-asedio-sem-provas.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Acordao-TST-asedio-sem-provas.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">ROT 0000169-30.2024.5.07.0000</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Leia Também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-demitem-adoecem-bancarios-e-recebem-quase-r-200-milhoes-em-incentivos-fiscais/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-demitem-adoecem-bancarios-e-recebem-quase-r-200-milhoes-em-incentivos-fiscais/">Bancos demitem, adoecem bancários e recebem quase R$ 200 milhões em incentivos fiscais</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST: Banco pode reaver bônus de gerente que saiu antes do prazo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-banco-pode-reaver-bonus-de-gerente-que-saiu-antes-do-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 07:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[devolução proporcional]]></category>
		<category><![CDATA[Gerente]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho (TRT)]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho - TST]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão reafirma a validade de pactuações contratuais, desde que não haja vício de consentimento TST confirmou a validade de uma cláusula contratual que estipulava a devolução proporcional do bônus de contratação, também conhecido como &#8220;hiring bonus&#8221; ou &#8220;luvas&#8221;, pago pelo Banco Safra S.A. a um gerente comercial que optou por rescindir o contrato antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-accc78ffd99ab88635f68525932b8e8d">A decisão reafirma a validade de pactuações contratuais, desde que não haja vício de consentimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">TST confirmou a validade de uma cláusula contratual que estipulava a devolução proporcional do bônus de contratação, também conhecido como &#8220;hiring bonus&#8221; ou &#8220;luvas&#8221;, pago pelo Banco Safra S.A. a um gerente comercial que optou por rescindir o contrato antes do período acordado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª turma do TST fundamentou sua decisão na legalidade desse tipo de acordo, desde que ausentes vícios de consentimento ou desproporcionalidade, conforme previsto na CLT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso em questão envolvia um contrato firmado em setembro de 2016, no qual o gerente comprometeu-se a permanecer no Banco Safra por, no mínimo, dois anos. Em contrapartida, recebeu um bônus de contratação de R$ 60 mil, com a condição de devolução proporcional caso o vínculo empregatício fosse rompido por iniciativa própria antes do prazo estabelecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Menos de um ano depois, o gerente solicitou demissão, alegando descumprimento de acordos por parte do banco e assédio moral. Posteriormente, acionou a Justiça para contestar a devolução proporcional do bônus, argumentando que a cláusula era abusiva, onerosa e incompatível com a legislação trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Safra, por sua vez, defendeu a legalidade da devolução, justificando que o bônus estava condicionado à permanência mínima do gerente na instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 18ª região considerou a cláusula abusiva, alegando falta de clareza quanto ao valor a ser devolvido e a ausência de garantia de emprego ou sanção ao empregador em caso de descumprimento do contrato. Com base nisso, negou o pedido do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o Banco Safra recorreu ao TST. O ministro Dezena da Silva, relator do caso, considerou a cláusula legítima, ressaltando a inexistência de indícios de vício de consentimento ou penalidade excessiva. O ministro destacou a ausência de regulamentação específica na legislação trabalhista sobre a pactuação de permanência no emprego e o pagamento de bônus dessa natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CLT, contudo, assegura a liberdade de contratar, desde que respeitadas as normas legais e coletivas, a fim de atender às particularidades de cada situação. No caso analisado, o bônus foi concedido como incentivo à assinatura do contrato, mediante o compromisso de permanência até o prazo estipulado. O relator observou que, poucos dias após a demissão, o gerente já havia sido contratado por outra instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TST tem reconhecido a validade desse tipo de acordo em casos semelhantes. A decisão foi unânime.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=53710&amp;anoInt=2020" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=53710&amp;anoInt=2020">RR-11771-05.2017.5.18.0017</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/3F7A34E10B8892_TST46.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/3F7A34E10B8892_TST46.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Itaú indenizará gerente com depressão grave após sequestros em agências</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/itau-indenizara-gerente-com-depressao-grave-apos-sequestros-em-agencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 07:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[assaltos]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gerente]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[quadro depressivo grave]]></category>
		<category><![CDATA[Sequestros]]></category>
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					<description><![CDATA[TST reduziu a indenização de R$ 2,5 milhões para R$ 300 mil, considerando a gravidade do caso e a responsabilidade do banco A 3ª turma do TST determinou uma indenização de R$ 300 mil que o Itaú deverá pagar a um gerente de São Leopoldo/RS, que desenvolveu depressão grave após uma série de assaltos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a23575020addb92114efb6b3466e04e">TST reduziu a indenização de R$ 2,5 milhões para R$ 300 mil, considerando a gravidade do caso e a responsabilidade do banco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª turma do TST determinou uma indenização de R$ 300 mil que o Itaú deverá pagar a um gerente de São Leopoldo/RS, que desenvolveu depressão grave após uma série de assaltos em agências próximas e sequestros de colegas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo testemunhas, o bancário não recebeu treinamento para essas situações e era orientado a não registrar boletim de ocorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente, admitido em 2010, alegou na reclamação trabalhista que o quadro depressivo grave foi consequência do medo de assaltos e sequestros e da pressão por metas inatingíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele apresentou atestados e pareceres médicos para comprovar a relação entre sua doença e o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o pedido de indenização por dano moral foi negado pelo juízo de 1º grau, mas o TRT da 4ª região condenou o banco a pagar R$ 2,5 milhões. Esse valor considerou a gravidade do caso e o caráter pedagógico da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o TRT, o relatório pericial evidenciou a cobrança excessiva de metas, ameaças de demissão e &#8220;uma onda de sequestros a familiares de funcionários graduados&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psiquiatra do gerente e outras testemunhas corroboraram essas situações, afirmando que, após o sequestro de empregados em uma agência próxima, a orientação do banco era de não fazer boletim de ocorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As testemunhas também destacaram a falta de treinamento para situações de sequestro e assalto, e relataram que outras duas colegas também se afastaram devido a problemas psíquicos relacionados ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso ao TST, o Itaú argumentou que o valor da indenização era desproporcional ao dano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso de revista, ministro José Roberto Pimenta, considerou que o valor de R$ 2,5 milhões não respeitava os princípios de razoabilidade e proporcionalidade, sendo inadequado para a situação em questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendo em vista fatores como o vínculo de 20 anos e as metas excessivas, o colegiado reduziu a indenização para R$ 300 mil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=ZnaTmfAIqSw-Y1GqDvn8A56WcTtWLQrVXDWtOO-K.consultaprocessual-36-2s2dk?conscsjt=&amp;numeroTst=20607&amp;digitoTst=82&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=&amp;varaTst=&amp;consulta=Consultar" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=ZnaTmfAIqSw-Y1GqDvn8A56WcTtWLQrVXDWtOO-K.consultaprocessual-36-2s2dk?conscsjt=&amp;numeroTst=20607&amp;digitoTst=82&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=&amp;varaTst=&amp;consulta=Consultar">20607-82.2017.5.04.0331</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão não está disponível no acompanhamento processual.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco terá de indenizar família de gerente executado em assalto</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-tera-de-indenizar-familia-de-gerente-executado-durante-assalto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 14:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gerente]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=50065</guid>

					<description><![CDATA[Ele levou um tiro na cabeça na porta da agência A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve decisão que condenou o Banco do Brasil a pagar R$1,2 milhão de indenização à família de um gerente morto em assalto com um tiro na cabeça na porta da agência do banco em Guaxupé (MG). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Ele levou um tiro na cabeça na porta da agência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve decisão que condenou o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco do Brasil </a>a pagar R$1,2 milhão de indenização à família de um gerente morto em assalto com um tiro na cabeça na porta da agência do banco em Guaxupé (MG). Por unanimidade, firmou-se o entendimento em relação à responsabilidade objetiva do banco, que independe da demonstração de culpa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Morte</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O bancário, de 29 anos, foi mantido refém com a mulher e os dois filhos durante a noite de 20/5/2020, após ter a casa invadida por criminosos. Ao amanhecer, foi levado à agência onde trabalhava para que o roubo fosse efetuado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a polícia foi acionada. O bandido saiu da agência com arma na nuca do refém, deu alguns passos, mas, acuado, resolveu matar o gerente e fugir, até ser perseguido e morto por policiais.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reclamação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2021, a esposa do funcionário ajuizou reclamação trabalhista pedindo a condenação do Banco do Brasil, com o reconhecimento da responsabilidade objetiva pela morte do esposo e indenização em valores totais de aproximadamente R$ 2 milhões.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Caso fortuito</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, em sua defesa, sustentou tratar-se de caso fortuito ou força maior. Disse que a questão é de segurança pública e que o Estado seria o único responsável pela morte do gerente. Segundo seu argumento, o assalto tivera início fora do ambiente do &nbsp;horário de trabalho, e não havia como o empregador se precaver.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Responsabilidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o juízo da Vara do Trabalho de Guaxupé e o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), não há dúvidas sobre a responsabilidade objetiva do banco. “O trabalho em agências bancárias é atividade de risco em relação a crimes patrimoniais cometidos mediante violência ou grave ameaça, como é o caso do roubo, registrou o TRT”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo a decisão, o fato de a segurança pública ser um dever não exclui, por si só, a responsabilidade do empregador, pois cabe a ele suportar os riscos da atividade exercida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Risco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco tentou reformar a decisão em recurso para o TST, mas o relator, ministro Evandro Valadão, lembrou que, conforme o entendimento do TST, a atividade bancária se caracteriza como de risco, o que acarreta a responsabilidade civil objetiva do empregador em casos como assaltos e sequestros. “Nesse contexto, está correta a decisão do TRT”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo:</strong>&nbsp;<a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=10524&amp;digitoTst=66&amp;anoTst=2021&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=03&amp;varaTst=0081&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RR-Ag-10524-66.2021.5.03.0081</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Itaú é condenado indenizar família de gerente que infartou por estresse</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/itau-e-condenado-indenizar-familia-de-gerente-que-infartou-por-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gerente]]></category>
		<category><![CDATA[Indenizar]]></category>
		<category><![CDATA[Infarto]]></category>
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					<description><![CDATA[A 7&#170; Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1&#170; Regi&#227;o (TRT/RJ) condenou o Ita&#250; ao pagamento de R$ 200 mil, a t&#237;tulo de danos morais, &#224; fam&#237;lia de um gerente falecido em 2011 ap&#243;s infarto em decorr&#234;ncia do estresse ocasionado pela excessiva cobran&#231;a de metas e constante amea&#231;a de dispensa na institui&#231;&#227;o banc&#225;ria.&#160; O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A 7&ordf; Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1&ordf; Regi&atilde;o (TRT/RJ) condenou o Ita&uacute; ao pagamento de R$ 200 mil, a t&iacute;tulo de danos morais, &agrave; fam&iacute;lia de um gerente falecido em 2011 ap&oacute;s infarto em decorr&ecirc;ncia do estresse ocasionado pela excessiva cobran&ccedil;a de metas e constante amea&ccedil;a de dispensa na institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria.&nbsp;</p>
<p>O banco tamb&eacute;m ter&aacute; de arcar com indeniza&ccedil;&atilde;o por danos materiais no valor de 100% da &uacute;ltima remunera&ccedil;&atilde;o do empregado, por um per&iacute;odo de 24,2 anos (com base na expectativa de vida da popula&ccedil;&atilde;o brasileira apurada pelo IBGE), ou at&eacute; o falecimento da esposa do obreiro.</p>
<p>O trabalhador foi admitido no extinto Unibanco em junho de 1975 e manteve contrato com a institui&ccedil;&atilde;o por quase 36 anos, 20 dos quais no cargo de gerente geral de ag&ecirc;ncia. Segundo a fam&iacute;lia do empregado, a partir de 2008, com a fus&atilde;o dos bancos Ita&uacute; e Unibanco, houve reestrutura&ccedil;&atilde;o na empresa que acarretou o esvaziamento dos poderes de mando e gest&atilde;o do gerente.&nbsp;</p>
<p>Desde ent&atilde;o, suas atividades restringiram-se &agrave; venda de produtos e atendimento de clientes, e ficaram subordinados a ele apenas os gerentes de contas de clientes com renda inferior a R$ 4 mil.<br />
Ainda de acordo com o relato da peti&ccedil;&atilde;o inicial, as mudan&ccedil;as fizeram com que o empregado passasse a conviver com cobran&ccedil;as de metas e vendas cada vez mais incisivas, o que o obrigava ao cumprimento de jornadas de trabalho elastecidas.&nbsp;</p>
<p>Havia, tamb&eacute;m, rumores difundidos no local de trabalho quanto a amea&ccedil;as de dispensa, refor&ccedil;adas nas reuni&otilde;es gerenciais. Desse modo, o gerente desenvolveu altera&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e org&acirc;nicas como falta de ar, ins&ocirc;nia, tens&atilde;o nervosa e oscila&ccedil;&otilde;es de press&atilde;o arterial que o levaram a iniciar tratamento cardiol&oacute;gico em 2009, conforme laudo m&eacute;dico.</p>
<p>Em 30 de mar&ccedil;o de 2011, dias ap&oacute;s a participa&ccedil;&atilde;o em reuni&atilde;o na qual foi atestado o vis&iacute;vel risco de perda do emprego, o gerente foi acometido de crise hipertensiva durante sua jornada de trabalho. Socorrido por colegas, foi atendido por um cardiologista e iniciou tratamento &agrave; base de medicamentos e dieta alimentar. As medidas, no entanto, n&atilde;o surtiram efeito, pois ele faleceu em 17 de abril, v&iacute;tima de infarto agudo do mioc&aacute;rdio.</p>
<p>Ao votar pela reforma da senten&ccedil;a, de 1&ordf; inst&acirc;ncia, que havia indeferido os pedidos de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais e materiais, a desembargadora Giselle Bondim Lopes Ribeiro, relatora do ac&oacute;rd&atilde;o, concluiu que &quot;restou demonstrado nos autos que o agravamento do quadro cl&iacute;nico do de cujus acompanhou a progress&atilde;o do clima tenso, nervoso de ambiente de trabalho&quot;.&nbsp;</p>
<p>A magistrada observou que a institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria, &quot;como respons&aacute;vel pelos meios de produ&ccedil;&atilde;o, tem por obriga&ccedil;&atilde;o resguardar a vida e a integridade dos trabalhadores ativados sob a sua &eacute;gide, de tal modo que os danos causados por for&ccedil;a de desequil&iacute;brio ambiental ou do risco usual da atividade atraem a responsabilidade do empregador&quot;.</p>
<p>Nas decis&otilde;es proferidas pela Justi&ccedil;a do Trabalho, s&atilde;o admiss&iacute;veis os recursos enumerados no art. 893 da CLT.</p>
<p>Fonte: TRT/ RJ</p>
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