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	<title>Gerente indenizada por doença &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Gerente indenizada por doença &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Santander: demissão de gerente com doença psiquiátrica incapacitante é considerada discriminatória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 11:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão no Santnader]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gerente indenizada por doença]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização do Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Santander condenado por discriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[Ela desenvolveu síndrome de estresse pós-traumático e transtorno do pânico após sofrer assalto no trabalho Santander: demissão de gerente com doença psiquiátrica incapacitante é considerada discriminatória Ela desenvolveu síndrome de estresse pós-traumático e transtorno do pânico após sofrer assalto no trabalho A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco Santander (Brasil) S.A. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Ela desenvolveu síndrome de estresse pós-traumático e transtorno do pânico após sofrer assalto no trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Santander: demissão de gerente com doença psiquiátrica incapacitante é considerada discriminatória</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Ela desenvolveu síndrome de estresse pós-traumático e transtorno do pânico após sofrer assalto no trabalho</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco Santander (Brasil) S.A. a pagar R$ 30 mil de indenização a uma gerente de relacionamento dispensada após ter sido diagnosticada com estresse pós-traumático e transtorno de pânico. Segundo o colegiado, não há notícias de que a ruptura do contrato tenha ocorrido por outro motivo senão estigma e preconceito.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Preconceituosa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A bancária havia se afastado das atividades em janeiro de 2017, depois de ter sido feita refém em assalto à agência bancária em que trabalhava, em São Paulo (SP), e diagnosticada com os transtornos mentais. Ela disse que fora demitida dentro do ambulatório médico, ainda no curso de licença médica e com perícia agendada no INSS, e que o fato havia lhe causado grande desespero, além de tê-la deixado sem plano de saúde.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segredo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o Santander argumentou que o transtorno de estresse pós-traumático não é abrangido pela Súmula 443 do TST, que trata da dispensa discriminatória. “Se realmente a doença causasse preconceito, teria sido, no mínimo, requerida a tramitação da ação sob segredo de justiça, justamente para se precaver de eventual estigma, o que não ocorreu”, alegou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reintegração</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo da 2ª Vara do Trabalho de São Paulo e o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) acolheram o pedido de reintegração e de restabelecimento do plano de saúde, mas entenderam que não houve dispensa discriminatória. Segundo o TRT, o quadro psicológico da trabalhadora, embora lamentável, não suscitaria estigma ou preconceito.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ruptura arbitrária</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do relator do recurso da gerente, ministro Mauricio Godinho Delgado, ela não tinha capacidade de trabalho na época da dispensa e, portanto, não poderia ter sido desligada. Segundo ele, o banco tinha conhecimento do distúrbio psiquiátrico severo que, a seu ver, causa estigma e preconceito, e presume-se discriminatória a ruptura arbitrária do contrato de trabalho quando não for comprovado um motivo justificável, em razão da debilidade física da empregada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro ainda destacou que, seguindo a diretriz que proíbe práticas discriminatórias e limitativas à manutenção da relação de trabalho, a não classificação da doença como grave que suscite estigma ou preconceito, conforme previsto na Súmula 443, não impede a constatação da ocorrência de discriminação, quando essa prática ilícita ficar demonstrada nos autos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Processo:&nbsp;<a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=1000934&amp;digitoTst=94&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=02&amp;varaTst=0702&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RR-1000934-94.2017.5.02.0702</a></p>
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