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	<title>GERA metas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Itaú aumenta metas e bancários denunciam projeto GERA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
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		<category><![CDATA[Itaú GERA]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical denuncia e apresenta reclamações dos bancários que estão participando do projeto-piloto do GERA: metas inatingíveis, mudança de função, acúmulo de função, falta de treinamento e proximidade na pior crise sanitária Representantes dos funcionários do Itaú se reuniram com a direção do banco, quarta-feira (17), para debater o GERA, programa de remuneração variável do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Movimento sindical denuncia e apresenta reclamações dos bancários que estão participando do projeto-piloto do GERA: metas inatingíveis, mudança de função, acúmulo de função, falta de treinamento e proximidade na pior crise sanitária</p>
<p></p>
<p>Representantes dos funcionários do Itaú se reuniram com a direção do banco, quarta-feira (17), para debater o GERA, programa de remuneração variável do banco que substitui o Agir.</p>
<p> O Itaú iniciou a reunião com uma apresentação do programa, que está em fase de testes em agências de Guarulhos (SP) e do Rio de Janeiro. O GERA aborda os pilares de autonomia, reconhecimento, simplificação e colaboração. O pagamento é mensal e semestral. No mensal são consideradas a produção do funcionário e a satisfação do cliente e no semestral é variável, considerando a questão financeira e a satisfação do cliente.</p>
<p> </p>
<p><strong>Metas inatingíveis, mudança de função, falta de treinamento e proximidade na pior crise sanitária</strong></p>
<p> Para os funcionários, o GERA é um Programa com metas inatingíveis, e – com elas – vem o aumento do assédio moral, de demissões e de afastamentos médicos.</p>
<p> </p>
<p>Os funcionários estão apavorados com a mudança de função, pois têm de aprender, executar, bater meta, atender cliente e tudo durante a pandemia do coronavírus (Covid-19). Por exemplo, em agências pequenas, na ausência do GA ou do líder de negócio, o GGA vai operacionalizar a agência, temporizar os cofres, abastecer os caixas eletrônicos, contar o numerário oriundo dos diversos caixas eletrônicos da agência, além de entregar a meta do VAI (vendas atendimento Itaú) e ainda entregar a grade do GERA.</p>
<p> </p>
<p>Uma das técnicas de treinamento é o conceito carrapato, no qual um trabalhador tem de ficar o tempo todo acompanhando o trabalho do colega, sem o distanciamento adequado, um incentivo à transmissão da Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>“Desde o início da pandemia, em várias unidades os gerentes são orientados a não relatarem casos de Covid-19 para manterem as agências abertas e conseguirem bater as metas e, assim, não serem demitidos”, diz Élcio Quinta, dirigente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionário do Itaú.</p>
<p> </p>
<p>Outro problema apresentado pelos bancários são as senhas que os clientes têm que pegar para serem atendidos, que são por segmento e quando não há ninguém para ser atendido, os bancários da Área Operacional precisam levantar e ir até o senheiro retirar a papeleta para dar baixa e não se prejudicar na meta.</p>
<p> </p>
<p>As denúncias não para por aí, aumentaram as metas de abertura de contas e de renegociação, dobraram as de empréstimo e as de Giro passaram de 300 mil para 1 milhão. “Qualquer meta é um absurdo para o Sindicato e essas são inalcançáveis”, ressalta Guto Filho, secretário geral adjunto do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p> </p>
<p>Falta treinamento, com as mudanças nos cargos, os atendentes estão tendo que abrir caixas e não estão recebendo treinamento adequado, o que gera diferenças e outros problemas técnicos.</p>
<p> </p>
<p>O movimento sindical ressaltou também que, na pior crise sanitária e colapso hospitalar da história do Brasil, o Itaú não deveria aumentar programas de metas e nem estar sendo realizadas as mudanças de estrutura que o banco vem fazendo para piorar a já grave situação dos trabalhadores que estão na linha de frente lucrando para o banco.</p>
<p> </p>
<p>O banco se comprometeu a marcar uma nova reunião para responder as demandas apresentadas nesta quarta.</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região com Contraf</p>
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