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	<title>genocídio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>genocídio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Israel pratica genocídio, colonização e apartheid, diz Ilan Pappe</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/israel-pratica-genocidio-colonizacao-e-apartheid-diz-ilan-pappe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 13:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Historiador criticou a forma como é contada a história da Palestina O historiador israelense antissionista&#160;Ilan Pappe&#160;defendeu o uso de &#8220;linguagem correta&#8221; para definir o que acontece na Faixa de Gaza atualmente: genocídio, colonização, limpeza étnica e apartheid. A declaração foi feita, nesta quarta-feira (6), no evento&#160;Da Limpeza Étnica ao Genocídio na Palestina, realizado pela Faculdade [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a178e2e1293a9a048680897c52483ca">Historiador criticou a forma como é contada a história da Palestina</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O historiador israelense antissionista&nbsp;Ilan Pappe&nbsp;defendeu o uso de &#8220;linguagem correta&#8221; para definir o que acontece na Faixa de Gaza atualmente: genocídio, colonização, limpeza étnica e apartheid. A declaração foi feita, nesta quarta-feira (6), no evento&nbsp;<em>Da Limpeza Étnica ao Genocídio na Palestina</em>, realizado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Chamar os atos praticados pelo estado de Israel desde outubro de 2023 como genocídio é uma contribuição importante para que a gente enderece o assunto, usando a linguagem correta, não apenas sobre o que aconteceu nos últimos dois anos, mas o que aconteceu nos últimos 140 anos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pappe é professor na Universidade de Exeter, na Inglaterra. Mídia, instituições políticas, acadêmicos e lideranças, segundo ele, têm utilizado uma linguagem equivocada sobre os acontecimentos na Palestina, o que perpetua uma série de mitos que atendem ao projeto sionista e que levam à situação atual, em que há uma ofensiva de Israel contra Gaza. Essa narrativa foi desenvolvida e praticada, alertou o professor, para justificar o que é feito contra a população palestina e dar imunidade ao estado israelense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O historiador criticou a forma como a história da Palestina é contada em diversas universidades, especialmente no Hemisfério Norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quase não há universidade no Norte Global que ensine sionismo como um projeto de colonização e as resistências como um movimento anticolonial.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fica claro que Israel é considerado&nbsp;pela Europa como parte dela. Nesse contexto, há muito pouca esperança de que o Norte Global tome alguma ação para coibir a ação de Israel sobre o povo palestino”, avaliou. Pappe aponta que Israel é resultado de uma solução europeia para o antissemitismo europeu, o que aconteceu às custas da população árabe e palestina.<br><br>Para combater esse cenário, ele defende que o tema seja alvo de estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Limpeza étnica é mais do que uma política, é uma ideologia. E, se a gente não estudar, não analisar a conexão entre a ideologia sionista e o genocídio, a gente nunca vai conseguir impedir as ações do estado israelense contra a população palestina.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O historiador&nbsp;relata que, inicialmente, o projeto sionista foi chamado de movimento de retorno e de redenção, e não o que era na prática: um projeto de colonização. “Continuaram chamando os palestinos de nômades, como se fosse uma população que não se importaria em seguir o caminho por outras terras, em vez de chamá-los corretamente como vítimas de uma limpeza étnica e vítimas do projeto sionista de colonizar o estado palestino”, disse Pappe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tinha esperança de que as cenas [divulgadas] de Gaza, que o horror [divulgado], que cenas tão explícitas, seriam suficientes para mudar a linguagem de como é tratada essa dinâmica, esses atos criminosos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo contrário, segundo o historiador, acadêmicos que ousaram dar nome ao extermínio da população palestina sofreu ameaças, além de ser rotulado como apoiadores do terrorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pappe ressalta, no entanto, que a sociedade civil e alguns acadêmicos de poucos países têm trazido uma nova compreensão sobre a situação. “Me dá muita esperança e encorajamento&nbsp;que, em uma universidade de São Paulo, nós podemos usar a linguagem correta para nos&nbsp;referir à Palestina. Mas não devemos tomar isso como dado, devemos lembrar que isso pode ruir. Eu falo em universidades ao redor do mundo inteiro e eu sei quão precioso isso é.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento reuniu ainda vozes ativas em defesa da Palestina, representantes de diversas instituições renomadas, que denunciaram uma colonização sionista, limpeza étnica, apartheid, ocupação militar e o atual genocídio na Faixa de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os participantes, estavam Arlene Clemesha (diretora do CEPal-FFLCH/USP), Francisco Rezek (ex-ministro do STF), Paulo Casella (professor e membro do Fórum Permanente sobre Genocídios e Crimes contra a Humanidade da USP), Paulo Sérgio Pinheiro (professor e ex-Ministro da Secretaria de Estado de Direitos Humanos), Soraya Misleh (dirigente da Frente Palestina São Paulo), Júlia Wong (presidenta do Centro Acadêmico XI de Agosto) e Maira Pinheiro (advogada).</p>
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		<title>“Limpeza étnica e genocídio”. Médicos relatam situação em Gaza</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/limpeza-etnica-e-genocidio-medicos-relatam-situacao-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 12:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
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					<description><![CDATA[Profissionais brasileiros de MSF denunciam genocídio sionista contra palestinos em Gaza: “Ajuda humanitária está encharcada de sangue” Durante um&#160;evento&#160;realizado &#160;dia 26/06/2025, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, profissionais brasileiros da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) que atuaram recentemente na Faixa de Gaza e na Cisjordânia denunciaram a existência de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-35e0ff2f72cd62e29b8bddd1209b99a7">Profissionais brasileiros de MSF denunciam genocídio sionista contra palestinos em Gaza: “Ajuda humanitária está encharcada de sangue”</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante um<a href="https://www.msf.org.br/noticias/gaza-sistema-mortal-de-distribuicao-de-ajuda-de-israel-e-dos-eua-precisa-acabar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;evento&nbsp;</a>realizado &nbsp;dia 26/06/2025, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, profissionais brasileiros da organização Médicos Sem Fronteiras (<a href="https://www.msf.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MSF</a>) que atuaram recentemente na Faixa de Gaza e na Cisjordânia denunciaram a existência de uma crise humanitária sem precedentes.&nbsp;<a href="https://tvtnews.com.br/israel-matou-mais-de-200-criancas-no-libano-em-dois-meses/">Israel&nbsp;</a>promove uma ação de limpeza étnica e mata diariamente civis, mulheres e crianças na Palestina.&nbsp;<a href="https://tvtnews.com.br/">Entenda na TVT News</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relatos emocionados, o médico Paulo Reis, a enfermeira Ruth Barros e a jornalista Damaris Giuliana descreveram um cenário de fome, medo, destruição e abandono que, segundo eles, “excede tudo o que a organização já enfrentou em zonas de conflito”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os seres humanos que permanecem lá estão em uma situação de degradação”, afirmou a enfermeira Ruth Barros, que trabalhou entre março e maio na região norte de Gaza. “Estamos falando de necessidades humanas básicas, de água, alimento e abrigo. Todos esses três pilares estão completamente deteriorados.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com MSF, cerca de 2,1 milhões de pessoas estão encurraladas em um território cada vez menor, sem acesso a suprimentos mínimos e sob bombardeios constantes. Entre março e meados de maio, Israel bloqueou completamente a entrada de alimentos e materiais médicos. Embora o bloqueio tenha sido parcialmente flexibilizado no final de maio, a quantidade de ajuda que entra é mínima. “O que entra hoje em Gaza é completamente insuficiente, é uma gota de água em um oceano de necessidades”, disse Ruth.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bombas a cada hora em Gaza</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Veterano em zonas de conflito, o médico Paulo Reis descreveu a gravidade da situação como inédita. “Já trabalhei em zonas de guerra na Síria, Iraque, Iêmen, mas essa quantidade de vítimas e explosões, eu nunca havia visto”, disse. “Em Gaza, a gente não fala que os bombardeios são diários, eles são ‘horários’: toda hora tem alguma bomba explodindo. Os drones e os aviões militares estão lá 24 horas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ordens israelenses de evacuação — que atingem mais de 80% do território — são emitidas com poucas horas, ou até minutos, de antecedência. Quem não obedece, corre o risco de ser atingido. Nem as instalações de saúde são poupadas. “Quando você bombardeia os hospitais, na verdade não quer que as pessoas sejam atendidas”, afirmou Damaris Giuliana, que atuou como coordenadora de comunicação da MSF na Palestina. “Quando você proíbe a entrada de alimentos, você está usando o alimento como arma de guerra. Você está minando todas as possibilidades de vida.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ajuda controlada por forças armadas: “uma armadilha mortal”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">MSF denuncia que a atual forma de distribuição de alimentos — coordenada por uma fundação criada por Israel e pelos EUA, a Gaza Humanitarian Foundation (GHF) — agrava a crise e transforma a ajuda humanitária em uma armadilha letal. “Os quatro locais de distribuição, todos localizados em áreas sob o controle total das forças israelenses, são do tamanho de campos de futebol cercados por pontos de vigilância, montes de terra e arame farpado”, explicou Aitor Zabalgogeazkoa, coordenador de emergência de MSF em Gaza. “Quando as cercas se abrem, milhares correm para dentro, desesperados, e o caos se instala.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada tentativa de buscar alimentos, palestinos são alvejados por soldados israelenses. “Se chegam cedo, são alvejados. Se chegam tarde, também. Se tentam pular o arame, são baleados”, relatou Zabalgogeazkoa. O resultado é devastador: mais de 500 pessoas foram mortas e quase 4 mil ficaram feridas apenas tentando obter comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas pessoas estavam sendo diretamente alvejadas. Isso não é ajuda. É uma armadilha mortal“, declarou Hani Abu Soud, membro da comunidade atendido por MSF. “Eles iam nos matar um por um. Estávamos com fome, estávamos apenas tentando alimentar nossos filhos. O que mais posso fazer?”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Colapso do sistema de saúde em Gaza</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do colapso dos grandes hospitais, as clínicas de campanha assumem a linha de frente dos atendimentos. A clínica de MSF em Al Mawasi, por exemplo, que não possui estrutura para atender casos graves, recebeu mais de 420 pacientes feridos apenas desde o início de junho. “Dez ou mais pacientes com ferimentos violentos chegam dos locais de distribuição todos os dias”, informou MSF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escassez de medicamentos, anestésicos e sangue agrava ainda mais a situação. Muitos pacientes morrem antes de conseguir atendimento adequado, e os profissionais médicos se desdobram para salvar vidas em condições extremamente precárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ruth Barros também destacou a dignidade e a resiliência das equipes locais. “Mesmo diante de todas as adversidades, como falta de alimento e abrigo, eu via o quanto eles tinham compromisso com o trabalho. Eles chegavam no horário e estavam sempre limpos e bem vestidos, e eu não entendia como, porque o pó estava por toda parte”, contou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Apelo por um cessar-fogo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Médicos Sem Fronteiras lançou um apelo urgente para que o cerco humanitário imposto por Israel com apoio dos EUA seja suspenso, e que o sistema de ajuda anterior, coordenado pela ONU, seja restabelecido. “A ajuda não deve ser controlada por uma parte em guerra para promover seus objetivos militares”, afirma a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os profissionais que retornaram de Gaza, o mundo não pode continuar olhando para o outro lado. “Todas as ordens de despejo, de deslocamento forçado para tentar expulsar a população do território… é limpeza étnica”, denunciou Damaris Giuliana. “Há padrões de genocídio, de intencionalidade.”</p>
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		<title>Palestina livre! Manifestação contra o genocídio e colonialismo de Israel</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/palestina-livre-manifestacao-contra-o-genocidio-e-colonialismo-de-israel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 11:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
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		<category><![CDATA[Ataques de Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[O ato será realizado no sábado, dia 09/12, às 16h, na Praça das Bandeiras, no Gonzaga, em Santos Manifestação em solidariedade e pela justiça diante do genocídio enfrentado pelo povo palestino . A brutal agressão israelense que se intensificou e apenas nos últimos dias, já resultou em mais de 16 mil mortes e 39 mil [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b93c2a9e26dc0f4d77365b509b38475a">O ato será realizado no sábado, dia 09/12, às 16h, na Praça das Bandeiras, no Gonzaga, em Santos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Manifestação em solidariedade e pela justiça diante do genocídio enfrentado pelo povo palestino . A brutal agressão israelense que se intensificou e apenas nos últimos dias, já resultou em mais de 16 mil mortes e 39 mil feridos, incluindo 6.150 crianças, 4.000 mulheres e 695 idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contamos com a presença de todas as organizações da cidade, trabalhadores e estudantes. Vamos mostrar nossa solidariedade à luta justa do povo palestino!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua presença é crucial. Compartilhe e participe!</p>



<h5 class="wp-block-heading">Palestina Livre do rio ao mar!</h5>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-51363" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-1024x1024.jpeg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-300x300.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-150x150.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-768x768.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-1100x1100.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-600x600.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23-20x20.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2023-12-02-at-08.02.23.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Desvendando o conflito Palestina vs Israel com Pedro Otoni | Farol da Baixada Podcast #25" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/FubmHyhRebM?start=650&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Atos de apoio aos palestinos reúnem milhares em várias partes do mundo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/atos-de-apoio-aos-palestinos-reunem-milhares-em-varias-partes-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2023 10:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques de Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestantes pró-Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Santos (SP), o ato foi realizado, na Praça das Bandeiras, no Gonzaga. Os ataques de Israel já mataram ao menos 9.488 pessoas e feriram outras 24 mil na Faixa de Gaza Manifestantes pró-Palestina espalhados por diversas cidades do mundo se reuniram, neste sábado (4), para protestar contra a ofensiva militar de Israel na Faixa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Em Santos (SP), o ato foi realizado, na Praça das Bandeiras, no Gonzaga. Os ataques de Israel já mataram ao menos 9.488 pessoas e feriram outras 24 mil na Faixa de Gaza</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Manifestantes pró-Palestina espalhados por diversas cidades do mundo <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/dia-mundial-de-solidariedade-ao-povo-palestino-neste-sabado-4-11/">se reuniram, neste sábado (4), para protestar contra a ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza</a> – estreito pedaço de terra de cerca de 41 quilômetros de comprimento por 10 quilômetros de largura, às margens do Mar Mediterrâneo, no Oriente Médio, onde cerca de 2,2 milhões de palestinos vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atos semelhantes aos que reuniram milhares de pessoas em capitais como Washington (EUA), Londres (Reino Unido), Berlim (Alemanha), Paris (França), Ancara (Turquia), Buenos Aires (Argentina) e Taipei (Taiwan) também ocorreram em diversas cidades no Brasil. Em Brasília, os manifestantes se reuniram na Asa Norte, junto aos frequentadores de uma feira agroecológica criada em 2019 por assentados ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Feira da Ponta Norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empunhando bandeiras da Palestina, faixas e cartazes, o grupo que se reuniu na capital federal cobrou medidas mais enérgicas do governo brasileiro contra a escalada da guerra, que classificam como um “genocídio” do povo palestino, como suspensão da relação comercial com Israel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente ao ato da capital federal, o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, disse à Agência Brasil que as recorrentes manifestações brasileiras de solidariedade têm sido muito importantes. “Estamos muito satisfeitos por esta expressão solidária do povo brasileiro, que sempre demonstrou estar e atuar à altura [dos desafios] quando se trata da [manutenção de uma] paz justa. Nós, palestinos, estamos precisando destas manifestações, de uma palavra, de um ato de solidariedade, para aliviar um pouco de nossa dor”, comentou o embaixador, acrescentando que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tem expressado o mesmo tipo de solidariedade ao povo palestino. “O presidente Lula não perde oportunidade de expressar seu apoio à paz, à justiça e [à necessidade de] uma solução pacífica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.instagram.com/p/CzPqg4Gtdm-/?img_index=1">ato em Santos (SP) foi realizado, na Praça das Bandeiras, no Gonzaga</a>. O Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino foi convocado durante a 3ª Conferência Internacional Dilemas da Humanidade, realizada em outubro, na África do Sul, pela Assembleia Internacional dos Povos (AIP).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-50777" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-1024x682.jpeg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-300x200.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-150x100.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-768x511.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-1100x732.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-600x399.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1-20x13.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-04-at-20.45.08-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Fernando Diegues</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos 31 dias, Brasil presidiu o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Na tentativa de mediar o conflito no Oriente Médio, o país apresentou quatro propostas de acordo entre os países-membros do conselho para um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Porém, as propostas de resolução sobre o conflito foram rejeitadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), também foram anunciadas manifestações de apoio ao povo palestino em Belo Horizonte, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, São Paulo, Vitória e diversas outras cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Hamas, os ataques de Israel já mataram ao menos 9.488 pessoas e feriram outras 24 mil na Faixa de Gaza. Representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmam que mais de 1,4 milhão de palestinos já tiveram que deixar suas casas na Faixa de Gaza. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou, nesta quinta-feira (2), que 12 dos 35 hospitais do território palestino não têm condições de atender à população devido à falta de combustível, suprimentos ou por ter sofrido algum dano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os hospitais têm sido o principal alvo na Faixa de Gaza”, afirmou à reportagem o presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal), Ahmed Shehada, durante a manifestação. “Há cerca de 500 pessoas sendo assassinadas por dia. Milhares ainda estão soterradas sob os escombros de prédios atingidos por mísseis israelenses. É preciso parar essa agressão, este genocídio. Isto não é uma guerra. É um genocídio e nenhum ato justifica algo assim”, afirmou Shehada, acrescentando: “Independentemente de religiões e orientações políticas, os povos livres têm de levantar suas vozes e exigir um imediato cessar-fogo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, a concentração, na tarde deste sábado (4), foi em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. O cozinheiro Shajar Goldwaser, de 30 anos, é judeu, nascido em Israel e fez questão de participar do ato pela paz no Oriente Médio. “A causa palestina não é contra os judeus, e nem é necessariamente contra os cidadãos israelenses. A gente está aqui para defender e legitimar a luta do povo palestino por direitos básicos, por acesso à água, por acesso à comida, por acesso à eletricidade, por não ser bombardeado”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goldwaser defende a existência de estados laicos e democráticos na região, como um caminho para solução dos conflitos. “A gente deve se pautar pela democracia, pelos direitos humanos, pela construção de uma sociedade laica, na qual judeus, muçulmanos, cristãos, israelenses, palestinos, possam conviver em paz e em harmonia e possam explorar as suas enormes capacidades e riquezas culturais, que tanto a cultura judaica tem, quanto a cultura palestina também tem.”</p>



<h5 class="wp-block-heading">OFENSIVA DE ISRAEL</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ofensiva israelense teve início após ação do Hamas. Em 7 de outubro, militantes do grupo ingressaram em território israelense e atacaram vários kibutzim (comunidades) próximos à fronteira. Parte do grupo também atacou os frequentadores de uma festa de música eletrônica, matando ao menos 260 jovens. A ação por terra foi precedida por um intenso ataque aéreo, com mísseis sendo lançados contra o território israelense. Segundo as Forças de Defesa de Israel, o ataque do Hamas deixou mais de 1.400 mortos e ao menos 240 pessoas de diversas nacionalidades continuam mantidas como reféns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Israel não concorda com cessar-fogo temporário com o Hamas até que os reféns sejam libertados, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nesta sexta-feira (3). “Israel recusa um cessar-fogo temporário que não inclua o retorno de nossos reféns”, afirmou durante discurso transmitido pela televisão.</p>



<h5 class="wp-block-heading">MANIFESTAÇÕES PELO MUNDO</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Manifestantes pró-palestinos foram às ruas de Londres, Berlim, Paris, Ancara e Istambul para pedir um cessar-fogo na Faixa de Gaza e punição a Israel por ter intensificado a ofensiva na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Londres, grandes multidões bloquearam partes do centro da cidade, antes de marcharem para Trafalgar Square. Os manifestantes seguravam cartazes “Liberdade para a Palestina” e gritavam “cessar-fogo agora” e “aos milhares, aos milhões, somos todos palestinos”. De acordo com a polícia, 11 pessoas foram presas, uma delas por exibir um cartaz que poderia incitar ao ódio, contrariando a legislação antiterrorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Reino Unido apoia o direito de Israel de se defender depois do ataque do Hamas, porém o governo defende pausas humanitárias para permitir a entrada de ajuda em Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No centro de Paris, os manifestantes portavam cartazes com os dizeres “Pare o ciclo de violência” e “Não fazer nada, não dizer nada é ser cúmplice”. Foi uma das primeiras grandes reuniões de apoio aos palestinos legalmente permitidas na capital parisiense desde o ataque de 7 de outubro. As autoridades francesas haviam proibido concentrações pró-Palestinas em razão da desordem pública.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Desvendando o conflito Palestina vs Israel com Pedro Otoni | Farol da Baixada Podcast #25" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/FubmHyhRebM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Brasil ultrapassa 700 mil mortos pela covid-19. ‘Nada justifica’, afirma ministra</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-ultrapassa-700-mil-mortos-pela-covid-19-nada-justifica-afirma-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 13:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[700 mil mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro genocida]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Vacinas reduziram drasticamente as mortes e casos de covid-19. Contudo, cientistas apontam que fator Bolsonaro levou ao cenário desastroso O Brasil ultrapassou oficialmente nesta terça-feira (28) a marca de&#160;700 mil mortos pela covid-19. Influenciam este número a ausência de resposta do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a negação da ciência por seu grupo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Vacinas reduziram drasticamente as mortes e casos de covid-19. Contudo, cientistas apontam que fator Bolsonaro levou ao cenário desastroso</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ultrapassou oficialmente nesta terça-feira (28) a marca de&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/brasil-amplia-vacinacao-marca-700-mil-mortes-covid/?swcfpc=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">700 mil mortos pela covid-19</a>. Influenciam este número a ausência de resposta do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a negação da ciência por seu grupo político.&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/brasil-3-anos-primeiro-caso-covid-700-mil-mortes-nenhum-condenado/?swcfpc=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dos 700 mil, 693 mil morreram durante seu governo</a>. O país ultrapassa a marca de três anos após o início do surto. De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (<a href="https://www.conass.org.br/painelconasscovid19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conass</a>), o número preciso de vítimas é de 700.329.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o fim do governo Bolsonaro, o Brasil era o segundo país com mais mortes no mundo; agora ocupa a quinta posição. Isso sendo que o país é o 11º em termos de tamanho populacional. Hoje, o cenário está parcialmente sob controle. As vacinas, rejeitadas e atacadas por bolsonaristas, reduziram drasticamente as mortes e casos graves da doença. Agora, para seguir no caminho para cessar a crise da covid-19, autoridades pedem que todos se vacinem com as devidas doses de reforço; em especial com os imunizantes bivalentes, mais modernos, que conferem maior grau de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Graças às vacinas, além da drástica redução da mortalidade, o perfil dos pacientes mais graves mudou. De acordo com levantamento Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (<a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/11-fiocruz-informa-que-casos-de-srag-por-covid-19-avancam-no-brasil/&amp;utm_smid=10482046-1-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fiocruz</a>), divulgado ontem (27), os alvos mais problemáticos da covid-19 são os mais velhos (acima de 80 anos) e imunossuprimidos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também pede atenção especial a estes grupos. Hoje, a entidade emitiu um comunicado para pedir aos países que priorizem doses de reforço para esta população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o relatório, a vacinação é chave para entender a redução das mortes. Pessoas com todas as doses de reforço apresentam, hoje, mortalidade três vezes menor do que aqueles sem imunizantes, ou com atraso.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Poderia ser evitado </h4>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Infogripe, Marcelo Gomes, argumenta que as mortes poderiam ser muito menores. São as mortes evitáveis. Isso, se o Brasil tivesse, durante os piores dias da pandemia, adotado uma postura de responsabilidade científica. “Poderíamos<strong>, </strong>por exemplo, ter tido uma vacinação mais rápida e efetiva, com comunicação mais adequada com a população, sem discussão desnecessária e ruídos que trouxeram dúvidas e levaram pessoas a não se vacinarem”, argumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão de Gomes é reforçada pela comunidade científica. Enquanto o mundo corria para vacinar a população, Bolsonaro dizia que os imunizantes transformariam “pessoas em jacarés”. Ele chegou a levantar a possibilidade da transmissão de HIV pelas vacinas. Além disso, desprezou as mortes. Disse que “não era coveiro” para comentar o descontrole. “E daí?” completou em resposta a jornalistas, quando questionado sobre mortos. Ele ainda incentivou e promoveu, pessoalmente, aglomerações. Chegou a retirar a máscara de uma criança em meio a um comício, enquanto morriam 3 mil pessoas por dia em razão do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do descaso, a CPI da Covid conseguiu evitar que o governo assinasse um contrato fraudulento, com superfaturamento em vacinas indianas. Com todo esse cenário caótico em desenvolvimento, Bolsonaro adotou um discurso messiânico de incentivar o uso indiscriminado de vermífugos contra o vírus da covid; cloroquina e ivermectina.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nada justifica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que o Brasil “não pode esquecer” do que houve durante os piores dias da pandemia. Em nota enviada à&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2023/03/ministerio-da-saude-anunciara-700-mil-mortes-por-covid-no-brasil.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coluna da jornalista Mônica Bergamo</a>, da<em>&nbsp;Folha de S.Paulo</em>, Nísia disse que “essa lembrança tem que nos alimentar na reparação da dor, porque precisamos fazer isso, mas, ao mesmo tempo, na união pelo futuro. Estamos unidos hoje pela vacinação, a vacina salva vidas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ministra, não é aceitável o que aconteceu no país. “Claro que, no mundo todo, houve dificuldade nos momentos iniciais, mas nada justifica que um país que é o 11º no mundo em termos de tamanho da população, tenha sido o quinto em número de mortes. Nada justifica isso.”</p>
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		<title>Bolsonaro só utiliza 9% da verba para vacinas contra Covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-so-utiliza-9-da-verba-para-vacinas-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descaso com vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o caso. Dos créditos extraordinários que somam R$ 24,5 bilhões, país chegou quase ao final de fevereiro com apenas R$ 2,2 bilhões efetivamente gastos Mesmo com a vacinação atrasada, o governo de Jair Bolsonaro utilizou apenas 9% da verba emergencial liberada para compra e desenvolvimento de vacinas contra a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o caso. Dos créditos extraordinários que somam R$ 24,5 bilhões, país chegou quase ao final de fevereiro com apenas R$ 2,2 bilhões efetivamente gastos</p>
<p></p>
<p>Mesmo com a vacinação atrasada, o governo de Jair Bolsonaro utilizou apenas 9% da verba emergencial liberada para compra e desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 no Brasil. Conforme a Folha de S. Paulo, três medidas provisórias (MPs) assinadas por Bolsonaro em agosto, setembro e dezembro abriram créditos extraordinários que somam R$ 24,5 bilhões. Mas o país chegou quase ao final de fevereiro com apenas R$ 2,2 bilhões efetivamente gastos.</p>
<p> </p>
<p>Esse valor foi destinado ao Butantã, que produz a Coronavac, e para à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que produz vacina desenvolvida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca e com a Universidade de Oxford. Os dados foram obtidos na execução orçamentária da Câmara dos Deputados e do Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o caso.</p>
<p> </p>
<p>A vacinação contra a Covid-19 no Brasil só teve início em 17 de janeiro. Mais de 50 países começaram a imunizar suas populações antes do Brasil. Até o momento em 4,9 milhões de brasileiros tomaram a Primera dose da vacina contra a Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>O presidente vem sendo pressionado a abandonar o discurso negacionista em relação à vacina e de defesa de medicamentos sem eficácia para a Covid, em especial a cloroquina. Essa pressão vem, inclusive, de apoiadores do governo do centrão.</p>
<p>Crédito: vermelho.org.br<br />Fonte: Vermelho.org.br com informações da Carta Capital</p>
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