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	<title>Gêneros &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Gêneros &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Diferença Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Gêneros]]></category>
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					<description><![CDATA[Espera-se que politicas afirmativas em prol dos direitos das mulheres, da igualdade e de enfrentamento à violência doméstica sejam tratadas como prioridade pelos candidatos na próxima eleição presidencial. As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Espera-se que politicas afirmativas em prol dos direitos das mulheres, da igualdade e de enfrentamento à violência doméstica sejam tratadas como prioridade pelos candidatos na próxima eleição presidencial.</p>
<p>As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto, elas ganham, em média, 76,5% do rendimento dos homens. Essas e outras informações estão no estudo de Estatísticas de Gênero, divulgado recentemente pelo IBGE.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Mais horas de trabalho, menos remuneração</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Vários fatores contribuem para as diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Por exemplo, em 2016, as mulheres dedicavam, em média, 18 horas semanais a cuidados de pessoas ou afazeres domésticos, 73% a mais do que os homens (10,5 horas). Essa diferença chegava a 80% no Nordeste (19 contra 10,5). Isso explica, em parte, a proporção de mulheres ocupadas em trabalhos por tempo parcial, de até 30 horas semanais, ser o dobro da de homens (28,2% das mulheres ocupadas, contra 14,1% dos homens).</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-cuidado-com-candidatos-que-estao-contra-voce" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócia</a></em></p>
<p> </p>
<p>“Em função da carga de afazeres e cuidados, muitas mulheres se sentem compelidas a buscar ocupações que precisam de uma jornada de trabalho mais flexível”, explica a coordenadora de População e Indicadores Sociais do IBGE, Barbara Cobo, complementando que “mesmo com trabalhos em tempo parcial, a mulher ainda trabalha mais. Combinando-se as horas de trabalhos remunerados com as de cuidados e afazeres, a mulher trabalha, em média, 54,4 horas semanais, contra 51,4 dos homens”.</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2018/10/8212-1539522334.jpg" alt="Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem" /></p>
<p> </p>
<p>Mesmo trabalhando mais horas, a mulher segue ganhando menos. Apesar da diferença entre os rendimentos de homens e mulheres ter diminuído nos últimos anos, em 2016 elas ainda recebiam o equivalente a 76,5% dos rendimentos dos homens. Uma combinação de fatores pode explicar essa diferença. Por exemplo, apenas 37,8% 39,1% dos cargos gerenciais eram ocupados por mulheres; essa diferença aumentava com a faixa etária, indo de 43,4% 43,1% de mulheres em cargos de chefia no grupo até 29 anos de idade até 31,3% 31,8% no grupo de 60 anos ou mais.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sempre-na-luta-contra-homofobia-e-opressao" target="_blank"># Sempre na Luta contra Homofobia e Opressão</a></em></p>
<p> </p>
<p>Outros aspectos, como a segregação ocupacional e a discriminação salarial das mulheres no mercado de trabalho, podem contribuir para a diferença de rendimentos. “Observamos o que se chama de teto de vidro, ou glass ceiling”, explica Barbara Cobo: “A mulher tem a escolarização necessária ao exercício da função, consegue enxergar até onde poderia ir na carreira, mas se depara com uma ‘barreira invisível’ que a impede de alcançar seu potencial máximo”. Na categoria de ocupação com nível superior completo ou maior, a diferença era ainda mais evidente: as mulheres recebiam 63,4% do rendimento dos homens em 2016.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Mulheres têm maior escolarização</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Em 2016, as mulheres de 15 a 17 anos de idade tinham frequência escolar líquida (proporção de pessoas que frequentam escola no nível de ensino adequado a sua faixa etária) de 73,5% para o ensino médio, contra 63,2% dos homens. Isso significa que 36,8% dos homens estavam em situação de atraso escolar. Na desagregação por cor ou raça, 30,7% das pretas ou pardas de 15 a 17 anos de idade apresentaram atraso escolar em relação ao ensino médio, face a 19,9% das mulheres brancas. Comparando-se gênero e cor ou raça, o atraso escolar das mulheres brancas estava mais distante do registrado entre os homens pretos ou pardos (42,7%).</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2018/10/8212-1539522386.jpg" alt="Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem" /></p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/ameaca-paulo-guedes-defende-privatizacao-de-todas-as-estatais" target="_blank"># Ameaça: Paulo Guedes defende privatização de &#8216;todas&#8217; as estatais</a></em></p>
<p> </p>
<p>Essa trajetória escolar desigual, relacionada a papéis de gênero e à entrada precoce dos homens no mercado de trabalho, faz com que as mulheres tenham um maior nível de instrução. Na faixa dos 25 a 44 anos de idade, 21,5% das mulheres tinham completado a graduação, contra 15,6% dos homens. Desagregando-se a população de 25 anos ou mais de idade com ensino superior completo por cor ou raça, as mulheres brancas estão à frente, com 23,5%, seguidas pelos homens brancos, com 20,7%; bem abaixo estão as mulheres pretas ou pardas, com 10,4% e, por fim, os homens pretos ou pardos, com 7,0%.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Agência IBGE</p>
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