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	<title>gabinete do ódio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>gabinete do ódio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Congresso decide que está liberada a mentira sistemática nas eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 07:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Votação contrariou o Governo Lula e manteve antigo veto de Bolsonaro sobre a lei que afasta a possibilidade de responsabilização criminal para financiadores de fake news (notícias falsas) Em sessão conjunta entre a Câmara dos Deputados e o Senado realizada nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional analisou 17 vetos presidenciais que estavam em aberto. Um [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-98755c50bdb1c31af39b64c999574b80">Votação contrariou o Governo Lula e manteve antigo veto de Bolsonaro sobre a lei que afasta a possibilidade de responsabilização criminal para financiadores de fake news (notícias falsas)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em sessão conjunta entre a Câmara dos Deputados e o Senado realizada nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional analisou 17 vetos presidenciais que estavam em aberto. Um deles, de interesse tanto do Governo Lula como da oposição bolsonarista, era o Veto 26/2021, aplicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (inelegível) à Lei 14.197/21 que revogava a antiga Lei de Segurança Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, Bolsonaro vetou um artigo que tipificava o crime de “comunicação enganosa em massa” e apontava para a criminalização das fake news em contexto eleitoral. O texto previa multa e penas de até 5 anos de prisão para quem promovesse ou financiasse campanha para “disseminar fatos inverídicos capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo Lula queria que o veto fosse derrubado, mas os parlamentares decidiram mantê-lo com 317 votos favoráveis à manutenção – 139 votos foram contrários. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, para além das disputas e provocações político-partidárias inerentes ao atual nível mental do parlamento, os parlamentares mandam para a sociedade o recado de que a mentira sistemática, sobretudo aquela financiada e programada no âmbito das disputas políticas, está liberada nas eleições. Haverá impunidade para reedições do gabinete do ódio.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-54813" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-1024x576.webp 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-300x169.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-150x84.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-768x432.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-1100x619.webp 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-600x338.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-20x11.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da semana o próprio Jair Bolsonaro se esforçou para que seu veto fosse mantido. Almoçou com a bancada ruralista, uma das mais fortes do Congresso, e conversou com deputados oriundos de diversas outras bancadas à direita para que votassem consigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minoritária na Câmara e no Senado, a esquerda apostava que a distribuição de ministérios e altos cargos para partidos fisiológicos do chamado “centrão” fosse render apoios. Assim como no impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, foi traída. Parlamentares de União Brasil, MDB e PSD – cada um com três ministros – votaram com Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No União Brasil, por exemplo, apenas uma dos seus 58 deputados votou com o governo. Foi Daniela Carneiro (União-RJ), ex-ministra do Turismo. Ela deixou o cargo justamente para acomodar outros nomes da legenda na Esplanada dos Ministérios. O MDB, por sua vez, teve uma pequena maioria votando com Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A leitura dos bolsonaristas e dos amplos setores do “centrão” que aderiram à manutenção do veto é de que o Governo Lula poderia perseguir adversários políticos caso o novo crime passasse a existir. O argumento é de que o texto não deixava claro quem seria ou não punido pelo delito.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Idas e vindas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021 ocorreu o oposto. A maior parte do parlamento queria aprovar a nova lei e a votação acabou sendo simbólica. Bolsonaro era contra mas não teve força política para barrar o projeto. Lhe restou, então, vetar o que era sensível aos seus interesses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os bolsonaristas, o artigo vetado representaria censura nas redes sociais. O PSOL, única força política que também foi contra o texto, argumentava que a ‘nova lei de segurança nacional’ viria a criminalizar movimentos sociais. Mas PP, MDB, Podemos e todo o centrão se juntaram a PT, PCdoB e PSB e aprovaram a lei.</p>
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		<title>Saiba o que Bolsonaro quer esconder com os decretos de sigilo de 100 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Sep 2022 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carlos bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[gabinete do ódio]]></category>
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					<description><![CDATA[Sigilo foi imposto sobre carteira de vacinação do presidente, processo contra Pazuello, acesso dos filhos Carlos e Eduardo ao Planalto, reuniões com pastores investigados e caso de Flávio Bolsonaro com “rachadinhas” O presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou vários decretos de sigilo de 100 anos sobre temas espinhosos para ele, familiares e apoiadores. O tema foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sigilo foi imposto sobre carteira de vacinação do presidente, processo contra Pazuello, acesso dos filhos Carlos e Eduardo ao Planalto, reuniões com pastores investigados e caso de Flávio Bolsonaro com “rachadinhas”</p>
<p>O presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou vários decretos de sigilo de 100 anos sobre temas espinhosos para ele, familiares e apoiadores. O tema foi citado pelo ex-presidente Lula no debate deste domingo, mas sem detalhar o teor das medidas. Mas internautas ficaram curiosos e fizeram crescer as buscas do termo “sigilo de 100 anos” no Google na noite de ontem. O candidato à reeleição já lançou quatro decretos para evitar que processos incômodos se tornem públicos.</p>
<p>Ele apela a uma brecha regulamentada na <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011)</a> em seu artigo 31, parágrafo primeiro, inciso I. Conforme a lei, informações pessoais, relativas a intimidade, vida privada, honra e imagem terão acesso restrito. “Independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 anos a contar da sua data de produção, a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que elas se referirem.”</p>
<p>Em janeiro de 2021, o Planalto decretou sigilo de até 100 anos ao cartão de vacinação do presidente e a informações sobre as doses de vacinas já recebidas pelo chefe do Executivo. Não se sabe se porque ele não tomou mesmo, ou se contrariou seu próprio discurso antivacina e tomou escondido. Questionado na época se pretendia se vacinar contra a covid-19, Bolsonaro reafirmou que seria o último a se imunizar.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Cem anos de proteção a Eduardo Pazuello e filhos</strong></span></p>
<p>Em maio de 2021, para beneficiar o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, Bolsonaro decretou sigilo de 100 anos de um processo interno. O Exército apura a participação do general em um ato político ao lado do presidente naquele mês. A decisão foi da comissão formada por servidores do alto escalão de sete ministérios. A justificativa foi de que a divulgação do documento representaria risco aos princípios da hierarquia e da disciplina do Exército.</p>
<p>O pedido de acesso foi feito pelo jornal Folha de S.Paulo, que questionou também o fato de Pazuello não receber punição. Em resposta, a Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI) afirmou que a ausência de uma “punição não pode ser compreendida como ausência de risco aos pilares da hierarquia e disciplina, expressos no artigo 142 da Constituição Federal”.</p>
<p>No final de julho, Bolsonaro determinou sigilo de 100 anos para dados de acessos ao Palácio do Planalto dos filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro. A informação foi revelada pela revista Crusoé, que requisitou o acesso por meio da Lei e Acesso à Informação.</p>
<p>Cartões usados para ingressar no edifício-sede do governo federal haviam sido confirmados pela própria Presidência da República por meio de documentos encaminhados à CPI da Covid-19.</p>
<p>Segundo a publicação, entre abril de 2020 e junho de 2021 Carlos, o filho 02, visita o Palácio do Planalto pelo menos 32 vezes. Seu irmão Eduardo, o 03, esteve no gabinete do pai, oficialmente, pelo menos em três momentos, registrados no mês de abril de 2020.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Em nome da honra da família do presidente</strong></span></p>
<p>Ambos participavam de reuniões do chamado gabinete paralelo, que orientava Bolsonaro na condução da pandemia. E também do chamado “gabinete do ódio“, grupo de assessores que trabalham no Palácio do Planalto com foco nas redes sociais. Inclusive na gestão de páginas de apoio à família Bolsonaro que difundem desinformação e atacam adversários políticos do presidente.</p>
<p>Mas a Secretaria-Geral da Presidência justificou que as informações solicitadas “dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem dos familiares do senhor Presidente da República, que estão protegidas com restrição de acesso, nos termos do artigo 31 da Lei nº 12.527, de 2011”.</p>
<p>Na época, Bolsonaro chegou a dizer à Rádio 96 FM de Natal (RN) que não havia “nada de esquisito” nem de “anormal” no fato de o governo ter colocado sigilo de 100 anos nos dados dos crachás dos filhos do mandatário e em seu cartão de vacina. “Olha só o que diz a lei, que o meu sigilo, questões pessoais minhas podem ter até 100 anos. O que pediram para mim? Foi minha carteira de vacina, isso é pessoal meu. Então nós, aqui, temos direito por lei. Agora, eu vou entregar a minha carteira de vacina? Daqui a pouco vou entregar coisas pessoais se eu não negar isso daí. Então, não tem nada de esquisto, nada de anormal no que foi feito. A minha caderneta de vacina é pessoal e ponto final”.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Escândalo dos pastores no MEC</strong></span></p>
<p>Em 13 de abril, em meio ao escândalo de corrupção no Ministério da Educação que mais tarde levaria à demissão do ministro e pastor Milton Ribeiro, um internauta usou as redes sociais para questionar Bolsonaro sobre a decretação dos sigilos. “Presidente, o senhor pode me responder por que todos os assuntos espinhosos/polêmicos do seu mandato você põe sigilo de 100 anos? Existe algo para esconder?”</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>“Em 100 anos saberá”, respondeu Bolsonaro, usando a mesma rede social.</em></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><em><img decoding="async" title="Saiba o que Bolsonaro quer esconder com os decretos de sigilo de 100 anos" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2022/09/12716-1662892568.png" alt="Saiba o que Bolsonaro quer esconder com os decretos de sigilo de 100 anos"></em></span></p>
<p>Em julho, o Palácio do Planalto decretou sigilo sobre os encontros de Bolsonaro com os pastores lobistas do MEC Gilmar Santos e Arilton Moura. Ambos são investigados pela operação de um esquema de desvios de recursos da educação para municípios em troca de propina. O fato veio a público após o jornal O Globo pedir, por meio da Lei de Acesso à Informação, a relação das entradas e saídas no Palácio do Planalto de ambos os religiosos, incluindo reuniões com o presidente.</p>
<p>O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado pelo ministro Augusto Heleno, informou que a solicitação “não poderá ser atendida” porque a divulgação das informações poderia colocar em risco a vida do presidente da República e familiares.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Sigilo no caso das “rachadinhas” envolvendo Flávio Bolsonaro</strong></span></p>
<p>No mesmo mês, a Receita Federal impôs sigilo de 100 anos em processo que acusa o órgão de atuar para auxiliar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das “rachadinhas”. Documentos obtidos em fevereiro pelo jornal Folha de S.Paulo mostram que a Receita mobilizou por quatro meses cinco servidores para apurar acusação feita pelo senador, filho do presidente, de que teria tido seus dados fiscais acessados e repassados de forma ilegal ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).</p>
<p>Anteriormente, a Receita havia liberado os documentos, pois considerava a investigação encerrada. No entanto, não havia motivo para restringir a sua divulgação. Segundo a Receita, os documentos possuem informações pessoais, limitando assim o acesso a agentes públicos e aos envolvidos no processo.</p>
<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já disse que vai derrubar os sigilos, se for eleito. Os argumentos presidenciais de que as informações são pessoais, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem – uma proteção da Lei de Acesso à Informação – estão sendo desvirtuadas da mesma maneira que a liberdade de expressão para justificar a disseminação de ódio e de tudo aquilo que não interesse nem à sociedade e nem à democracia.</p>
<p><em><strong>Leia Também</strong></em> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-corta-farmacia-popular-em-59-para-aumentar-verba-de-orcamento-secreto" target="_blank" rel="noopener">Bolsonaro corta Farmácia Popular em 59% para aumentar verba de orçamento secreto</a></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/LHSlm6QAeNs" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Crédito: Sergio Lima/Poder 360<br />
Fonte: Rede Brasil Atual &#8211; 29/08/2022<br />
Escrito por: Redação RBA</p>
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