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	<title>Fundação Getúlio Vargas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Fundação Getúlio Vargas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Nível de incerteza econômica no Brasil é o menor desde 2017, diz FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 09:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A instituição apontou uma evolução das perspectivas para o cenário macroeconômico do País A Fundação Getúlio Vargas informou que o nível de incerteza econômica no Brasil é o menor desde 2017, com base na medição realizada pela instituição. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira 31, a FGV registrou uma queda de 4,1 pontos em julho, que [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">A instituição apontou uma evolução das perspectivas para o cenário macroeconômico do País</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/live/mba-live/llm-em-direito-empresarial-1?nis=8" data-type="URL" data-id="https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/live/mba-live/llm-em-direito-empresarial-1?nis=8">Fundação Getúlio Vargas</a> informou que o nível de incerteza econômica no Brasil é o menor desde 2017, com base na medição realizada pela instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado divulgado nesta segunda-feira 31, a FGV registrou uma queda de 4,1 pontos em julho, que levou o País aos 103,5 pontos, menor número desde novembro de 2017, quando o índice marcou 103,1 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a FGV, o indicador acumula uma redução de 13,2 pontos nos últimos quatro meses. O resultado é influenciado pela desaceleração da inflação e pela heterogeneidade nas previsões de 12 meses para o IPCA e para a taxa Selic, que determina a base dos cálculos para os juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De forma geral, a queda do Indicador de Incerteza da Economia nos últimos meses tem relação com a melhoria das perspectivas para o cenário macroeconômico do País, com redução também das incertezas fiscais e políticas”, diz uma nota da FGV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o histórico da Fundação desde 2012, o ápice da incerteza ocorreu durante a pandemia de Covid-19, especificamente em 2020, quando o índice ultrapassou os 210 pontos.</p>
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		<title>Igualdade salarial entre homens e mulheres aumentaria PIB em 3,3%</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/igualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres-aumentaria-pib-em-3-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getúlio Vargas]]></category>
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					<description><![CDATA[Questão torna-se ainda mais grave quando é analisada sob o ponto de vista racial. O estudo Mulheres, Empresas e o Direito 2018: Igualdade de Gênero e inclusão econômica, divulgado na última segunda-feira (14) pelo Banco Mundial, na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, aponta que reduzir a diferença salarial entre homens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Questão torna-se ainda mais grave quando é analisada sob o ponto de vista racial.</p>
<p>O estudo Mulheres, Empresas e o Direito 2018: Igualdade de Gênero e inclusão econômica, divulgado na última segunda-feira (14) pelo Banco Mundial, na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, aponta que reduzir a diferença salarial entre homens e mulheres aumentaria o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas os bens e serviços produzidos no país) em 3,3%, o equivalente a R$ 382 bilhões.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank"># Curta a página do Sindicato no Facebook</a></em></p>
<p> </p>
<p>O estudo analisou o impacto da legislação na inclusão econômica das mulheres e foi desenvolvido para estimular reformas legislativas e a adoção de políticas públicas que promovam maior igualdade de gênero.</p>
<p> </p>
<p>Nesta quinta edição do estudo, foram analisados 189 países. Segundo o estudo, no Brasil, apesar dos avanços obtidos nos últimos 10 anos, “ainda há leis que impedem a plena participação econômica das mulheres&#8221;, mas foram destacados como pontos fortes o fato de não haver limitações à capacidade jurídica das mulheres, ou à liberdade de movimento, ou de direitos iguais à propriedade e herança que possam afetar sua inclusão econômica.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/de-casa-para-o-trabalho-como-a-dupla-jornada-afeta-a-vida-das-maes" target="_blank"># Como a dupla jornada afeta a vida das Mães</a></em></p>
<p> </p>
<p>Em contrapartida, o documento destaca como pontos fracos a lei não prever licença parental, igualdade de remuneração para o trabalho masculino e feminino, trabalho dos pais em regime flexível, discriminação com base no gênero ou no estado civil para o acesso ao crédito. Segundo o relatório, isso “desfavorece o empreendedorismo feminino”.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Abismo racial</strong></span></p>
<p>Para Paula Tavares, especialista em gênero do Banco Mundial, que apresentou o documento e participou de debate com professores da FGV ligados ao tema e estudiosos do assunto a questão das diferenças salariais, a questão torna-se ainda mais grave quando é analisada sob o ponto de vista racial, caso em que a mulher se torna “ainda mais vulnerável”.</p>
<p> </p>
<p>“Entendo que em todos os países do mundo, e principalmente no Brasil, a questão da raça ainda é um elemento que torna a mulher mais vulnerável. No Brasil, por exemplo, a renda média da mulher é equivalente a cerca de 75% da renda do homem para cargos equivalentes. Mas, no caso da mulher negra, essa diferença aumenta e chega a 50% do salário dos homens. Há uma necessidade importante de lidar com essa questão”, ressaltou.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócia!</a></em></p>
<p> </p>
<p>A especialista do Banco Mundial disse ainda que o estudo mostra que apenas 8% das mulheres ocupam cargos de lideranças nas empresas do país, principalmente quando os cargos são no setor de administração &#8211; que é o mais alto posto. “Uma das medidas para combater essa questão seria a adoção de cotas. No Canadá, por exemplo, há cinco anos foi adotada essa medida, para fomentar a participação das mulheres nos conselhos das empresas e, em mais ou menos quatro anos, o país conseguiu aumentar a participação de 18% para 25%.”</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Contraf, com informações da Agência Brasil</p>
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