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	<title>Fórum Econômico Mundial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Fórum Econômico Mundial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Desigualdade entre homens e mulheres AUMENTA no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade entre Homens e Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Oportunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil cai 11 posições no ranking em apenas um ano. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, pior situação é no mercado de trabalho. Depois de uma década de progresso lento, mas contínuo, em direção à igualdade de gênero, pela primeira vez o Fórum Econômico Mundial constatou aumento das disparidades entre homens e mulheres no planeta. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil cai 11 posições no ranking em apenas um ano. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, pior situação é no mercado de trabalho.<br />
</p>
<p>Depois de uma década de progresso lento, mas contínuo, em direção à igualdade de gênero, pela primeira vez o Fórum Econômico Mundial constatou aumento das disparidades entre homens e mulheres no planeta. A informação consta do Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2017, divulgado na quinta-feira 2 pela organização. Por causa da queda da participação feminina na política, o Brasil caiu 11 posições em apenas um ano.</p>
<p> </p>
<p>O estudo indica que 68% da desigualdade de gênero no planeta foi combatida, contra 68,3% em 2016 e 68,1% em 2015. Todos os quatro pilares do relatório apresentaram piora na comparação entre homens e mulheres: acesso à educação, saúde e sobrevivência, oportunidade econômica e empoderamento político. Até o ano passado, os dois últimos itens vinham apresentando evoluções.</p>
<p> </p>
<p>Pelo cálculo atual, seriam necessários 100 anos para acabar com a desigualdade de gênero em todo o mundo. No ano passado, a previsão era 83 anos. A pior situação é a do mercado de trabalho, em que a organização estima que são necessários 217 anos para acabar com a desigualdade, mesmo com mais da metade dos 144 países pesquisados tendo melhorado no ítem nos últimos 12 meses.</p>
<p> </p>
<p>“Estamos passando da era do capitalismo para a era do talentismo. A competitividade em níveis nacional e de negócios será decidida, mais do que nunca, pela capacidade de inovação de um país ou uma empresa. Quem entende a integração das mulheres como uma importante força dentro do seu grupo de talentos terá mais sucesso”, afirmou o presidente-executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, segundo a nota da instituição.</p>
<p> </p>
<p>O relatório indica que, se a lacuna de gênero na área econômica em todo o mundo fosse reduzida a 25% até 2025, haveria um acréscimo de US$ 5,3 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) global.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Brasil piora</strong></span></p>
<p>A pesquisa aponta queda de 11 posições do Brasil no ranking de países em comparação com o ano passado, ficando em 90º. Em relação à primeira edição da pesquisa, em 2006, a queda foi de 23 posições.</p>
<p> </p>
<p>O retrocesso do Brasil o colocou em sua pior situação desde 2011. A baixa participação política das mulheres é o principal elemento que motivou a queda, apesar de modestos avanços do país no quesito de participação econômica.</p>
<p> </p>
<p>Apesar da piora na classificação, o relatório destaca que o Brasil resolveu suas diferenças de gênero na área de educação.</p>
<p> </p>
<p>O país mais bem colocado no índice geral foi a Islândia, que resolveu 88% da desigualdade de gênero e permanece no topo da lista há nove anos. Em seguida vêm Noruega, Finlândia, Ruanda e Suécia. O país mais bem classificado da América Latina é a Nicarágua, em sexto lugar, seguida pela Bolívia, em 17º.</p>
<p> </p>
<p>“Em 2017, não deveríamos estar vendo um progresso em direção à paridade de gênero ser revertido. Igualdade de gênero é tanto moral quanto um imperativo econômico. Alguns países entenderam isso e estão vendo os dividendos das medidas proativas que tomaram para tratar suas disparidades de gênero”, informou a chefe de Educação, Gênero e Trabalho do Fórum Econômico Mundial, Saadia Zahidi, no comunicado da organização.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>#</strong></span> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/policia-nao-esta-preparada-para-casos-de-violencia-contra-a-mulher" target="_blank">Polícia não está preparada para casos de violência contra a mulher</a></p>
<p>Fonte: SEEB SP</p>
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