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	<title>forum das centrais sindicais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>forum das centrais sindicais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Intersindical e centrais sindicais debatem fortalecimento dos trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecimento do trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[forum das centrais sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula e os trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, da qual  o Sindicato dos Bancários de Santos e Região é filiado, participou do Fórum das Centrais Sindicais e o Presidente eleito Lula para debater pautas importantes dos trabalhadores e apresentar sugestões para a geração de empregos no próximo governo A Intersindical Central da Classe Trabalhadora participou, nesta quinta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Intersindical Central da Classe Trabalhadora, da qual  o Sindicato dos Bancários de Santos e Região é filiado, participou do Fórum das Centrais Sindicais e o Presidente eleito Lula para debater pautas importantes dos trabalhadores e apresentar sugestões para a geração de empregos no próximo governo</p>
<p></p>
<p>A Intersindical Central da Classe Trabalhadora participou, nesta quinta-feira (01/12/22), de uma reunião com o Fórum das Centrais Sindicais e o Presidente eleito Lula para debater pautas importantes dos trabalhadores e apresentar sugestões para a geração de empregos no próximo governo. Nilza Pereira, Secretária Geral de Intersindical, participou da reunião e o encontro ocorreu no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, onde está funcionando a articulação da transição de governo.</p>
<p> </p>
<p>Foi uma reunião para tratar dos primeiros diagnósticos que o Fórum levantou sobre o Ministério do Trabalho e a necessidade de reconstruir esta pasta, colocando as trabalhadoras e os trabalhadores na centralidade do Governo. Nesse sentido, as políticas públicas sempre teriam a necessidade de envolver a classe trabalhadora. A criação de um Conselho e a criação de emprego com qualidade foram os assuntos mais abordados neste tópico.</p>
<p> </p>
<p>Para Nilza, “foi um encontro muito importante, pois demonstrou uma mudança total do que foram os últimos 6 anos, em que não houve diálogo algum com os trabalhadores, nem com as representações de trabalhadores e que, principalmente, tentou-se aniquilar essas representações.”</p>
<p> </p>
<p>Nilza também destacou como Lula tem se adiantado ao início do seu mandato para, já nas tramitações de transição, incluir a classe trabalhadora no debate de governo: “agora temos um presidente eleito que, antes da posse, já estabelece um diálogo com as organizações de trabalhadores, houve suas reivindicações e se propõe a atuar para que muitas delas sejam concretizadas. Isso simboliza a retomada das possibilidades de negociação para os trabalhadores no Brasil, tanto no âmbito do governo, quanto com os patrões”.</p>
<p> </p>
<p><strong>REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO POR PLATAFORMA</strong></p>
<p>As centrais sindicais também abordaram a necessidade de se criar uma lei específica para os chamados trabalhadores de plataforma, como iFood, Rappi, Uber, 99, James etc.</p>
<p> </p>
<p>Nilza afirmou que as centrais também reforçaram que essa lei deve ser dialogada com os trabalhadores, aumentando seus direitos, mas que também possa servir a condições tecnológicas mais modernas que os tempos atuais exigem.</p>
<p> </p>
<p><strong>IMPOSTO SINDICAL</strong></p>
<p>Um ponto que foi unânime entre as centrais sindicais presentes é que o Imposto Sindical não deve ser retomado. Nilza contou que, segundo as centrais, o objetivo é que as trabalhadoras e trabalhadores decidam em assembleia sobre essa questão.</p>
<p> </p>
<p>“A ideia é que os sindicatos sejam um ator social importante para o conjunto da classe trabalhadora e esse aspecto precisa ganhar relevância. Para isso, ações como as negociações coletivas precisam ser fortalecidas e pontos graves da Reforma Trabalhistas precisam ser revogados”, explicou a Secretária Geral.</p>
<p> </p>
<p><strong>PEC 32, REFORMA TRABALHISTA E TERCEIRIZAÇÃO</strong></p>
<p>Outro assunto importante para as centrais foi a respeito da revogação de leis aprovadas nos últimos anos que visam desmontar as leis trabalhistas diminuindo os direitos dos trabalhadores.</p>
<p> </p>
<p>A revogação da PEC 32, que atinge em cheio o serviço público no Brasil, e de pontos fundamentais da Reforma Trabalhista que são um verdadeiro desastre para os trabalhadores como o Trabalho Intermitente e a Carteira Verde e Amarela estão entre as principais mudanças exigidas.</p>
<p> </p>
<p>Nilza disse ainda que as centrais também desejam voltar a discutir a terceirização. Segundo o Fórum, a permissão para que haja terceirização em qualquer instância de qualquer setor do trabalho precisa ser seriamente revista.</p>
<p> </p>
<p><strong>SALÁRIO MÍNIMO</strong></p>
<p>O Presidente eleito Lula anunciou que em breve deve anunciar um Salário Mínimo com aumento real e uma política concreta de reajuste do Mínimo.</p>
<p> </p>
<p>Sobre isso, Nilza destacou que um entendimento comum entre o futuro Presidente e as Centrais é de que quando há um salário mínimo valorizado, todos os demais salários são valorizados e a cadeia econômica como um todo também é movimentada.</p>
<p> </p>
<p><strong>SISTEMA S</strong></p>
<p>Também foi cobrado do Presidente eleito a forma como o chamado ‘Sistema S’ se manteve, apesar da destruição dos sindicatos de trabalhadores.</p>
<p> </p>
<p>Nilza disse ainda que foi debatido como essas confederações e federações patronais continuaram arrecadando e crescendo ainda mais, com recebimento de verba do próprio governo, inclusive. Para as centrais, é urgente que se modifique esse sistema desigual entre as representações de trabalhadores e de patrões.</p>
<p> </p>
<p>Fazem parte do Sistema S o Serviço Social da Indústria (Sesi); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); e Serviço Social de Transporte (Sest).</p>
<p>Crédito: Fernando Diegues<br />Fonte: Intersindical</p>
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