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	<title>Flávio é a favor de escala 7 x 0 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Flávio é a favor de escala 7 x 0 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1: coordenador de campanha de Flávio atacou proposta e articulou outra PEC, que piora condições de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio é a favor de escala 7 x 0]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucos dias do 2º turno, Flávio faz movimento eleitoreiro ao declarar apoio à PEC do fim da escala 6&#215;1; no plano de governo, candidato mantém ataques aos direitos trabalhistas, com modelo de pagamento por horas trabalhadas, fim das férias e do descanso remunerado Um futuro sombrio aguarda o mercado de trabalho, em eventual governo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">A poucos dias do 2º turno, Flávio faz movimento eleitoreiro ao declarar apoio à PEC do fim da escala 6&#215;1; no plano de governo, candidato mantém ataques aos direitos trabalhistas, com modelo de pagamento por horas trabalhadas, fim das férias e do descanso remunerado</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um futuro sombrio aguarda o mercado de trabalho, em eventual governo Flávio Bolsonaro. <a href="https://www.brasildefato.com.br/2026/10/13/futuro-sera-sombrio-para-o-mercado-de-trabalho-em-um-eventual-governo-de-flavio-bolsonaro-diz-economista/" target="_blank" rel="noopener">A análise é da entrevista com o economista Cássio da Silva Calvete</a>, professor de Economia da UFRGS, pós-doutorado pela Universidade de Oxford (Inglaterra) e coordenador do site Democracia e Mundo do Trabalho em Debate, publicada no portal Brasil de Fato.<br><br><strong>&#8220;No plano de governo [de Flávio Bolsonaro] não temos nada sobre o salário mínimo, a defesa do fim da escala 6&#215;1 ou a redução da jornada de trabalho, tampouco um novo direito é proposto. Ao contrário, temos uma proposta de ampliação das possibilidades de o negociado prevalecer sobre o legislado como está na página 44: &#8216;Defendemos o negociado sobre o legislado, ou seja, permitir que trabalhador e empresa combinem diretamente as condições de trabalho&#8217;. Partindo do pressuposto equivocado que trabalhadores e empregadores têm iguais condições de negociação&#8221;</strong>, destaca o professor.<br><br>O modelo trabalhista defendido pelo candidato do PL é inspirado nos Estados Unidos, onde o pagamento e os direitos trabalhistas são proporcionais às horas executadas, com contrato negociado diretamente entre empregado e empregador, sem garantias de classe, nem negociações coletivas com setores sindicais.<br><br>O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sempre foi crítico da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6&#215;1. Em junho deste ano, poucos dias após a medida ser aprovada por maioria esmagadora na Câmara dos Deputados, <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/pec-da-7x0-quem-sao-os-senadores-que-querem-aumentar-jornada-e-reduzir-direitos/" target="_blank" rel="noopener">o candidato à presidência se uniu com cerca de 40 senadores</a> na assinatura de uma outra proposta, a PEC nº 12/2026, de autoria do coordenador geral de sua campanha à presidência, Rogério Marinho (PL-RN), que, além de não garantir o descanso semanal, cria o regime de pagamento por horas trabalhadas e diminui verbas rescisórias como férias, 13º salário e FGTS.<br><br>A PEC da extrema-direita, que já ganhou vários apelidos, incluindo PEC das Horas Trabalhadas, PEC da Escravidão e PEC 7X0, converte o salário mínimo e os pisos das categorias em valor-hora e, ainda, propõe que os contratos sejam firmados diretamente entre o empregador e o trabalhador, sem a proteção dos acordos coletivos. Em outras palavras, diferentemente das propostas que priorizam negociações via sindicato, a PEC 7&#215;0 permite que as horas trabalhadas e a escala sejam definidas diretamente por acordo individual entre empregado e empregador.<br><br><strong>“O PEC por horas trabalhadas, significa férias, afastamento por doença e dias de descanso não remunerados. Direitos fundamentais e que protegem a população e seus familiares. Para trabalhadores organizados em categoriais, significa o enfraquecimento dos acordos e convenções coletivas. Para os bancários, por exemplo, riscos do fim da 5&#215;2, da jornada semanal de 36h, do descanso garantido aos finais de semana&#8221;</strong>, destaca Juvandia Moreira. <strong>&#8220;É a força da unidade dos trabalhadores, nas mesas de negociação, que garantiram e ainda garantem esses e tantos outros direitos superiores aos da CLT&#8221;</strong>, pontua a dirigente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Movimento eleitoreiro e ataques de Marinho à PEC do fim da escala 6&#215;1</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.intercept.com.br/2026/10/07/flavio-bolsonaro-enterrar-fim-escala-6x1-regra-abre-brecha-reduzir-salarios/" target="_blank" rel="noopener">Mais recentemente, no dia 6 de outubro</a>, ao ser questionado por jornalistas sobre o fim da escala 6&#215;1, Flávio Bolsonaro respondeu ter uma proposta &#8220;infinitamente melhor, que é a da liberdade para o trabalhador escolher a sua própria carga horária”, se referindo ao modelo proposto no seu plano de governo.<br><br><a href="https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/10/13/critico-da-pec-do-fim-da-6x1-flavio-declara-voto-a-favor-da-proposta-vontade-da-maioria-do-povo.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Porém, terça-feira (13)</a>, ao ser perguntado, novamente, sobre a PEC, prevista para ir à votação nesta quarta-feira (14), em 1º turno no Senado, apresentou um novo discurso: o de que irá apoiar a aprovação do fim da escala 6&#215;1.<br><br>A mudança repentina de Bolsonaro é avaliada pelos movimentos sindicais trabalhistas como puramente eleitoreiro, em busca de votos a poucos dias do 2º turno da eleição presidencial. ​​​​​​A coluna<a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/10/flavio-garante-a-aliados-que-se-eleito-vai-defender-revisao-da-pec-do-fim-da-6x1.shtml" target="_blank" rel="noopener"> Painel da Folha de S.Paulo divulgou que</a>, enquanto, publicamente passa a declaração que irá votar a favor da PEC do fim da escala 6&#215;1, para aliados Flávio afirma que, se for eleito à presidência, irá rever a proposta ou até revogar. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1072" height="598" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image-1.png" alt="" class="wp-image-71397"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br><strong>&#8220;Marinho já disse que, se Flávio Bolsonaro for eleito presidente, irá reverter os efeitos da PEC 221 (do fim da escala 6&#215;1) emplacando a PEC dele (12/2026), que flexibiliza e destrói direitos trabalhistas arduamente conquistados ao longo da história&#8221;,</strong> explica o secretário de Relações Sindicais da Contraf, Jeferson Meira, que acompanha direto do Congresso.<br><br>Ele destaca que, o que circula nos corredores do Senado, é que o partido de Flávio irá liberar a bancada para que vote a favor da PEC do fim da escala 6&#215;1, somente no 1º turno. <strong>&#8220;Depois, eles vão trabalhar para postergar ao máximo a votação em 2ª turno, para tentar derrubá-la depois das eleições. Mas nós, do movimento sindical, estamos atentos e em contato constante com o relator Omar Aziz (PSD-AM), apoiado por Lula, que é favorável ao relatório da PEC 221 como veio da Câmara&#8221;</strong>, completa o dirigente.<br><br>Além de criar a PEC das Horas Trabalhadas (PEC 12), para substituir a PEC 221 (do fim da escala 6&#215;1), <a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=10308913&amp;ts=1791986168674" target="_blank" rel="noopener">Rogério Marinho tentou alterar essa última proposta</a>, com a introdução de dispositivos que acabariam com as negociações coletivas (aplicando a negociação individual entre patrão e empregado) e para que o fim da escala 6&#215;1 só passasse a valer plenamente em 2030. <strong>&#8220;Felizmente, essas medidas não foram acolhidas e o texto da PEC 221 segue para votação no plenário do Senado, como aprovado na Câmara dos Deputados&#8221;</strong>, observa Jefão.<br><br>Juvandia Moreira completa que o plano de governo de Flávio, inscrito no TSE, é claro. <strong>&#8220;O candidato quer impor a jornada por horas trabalhadas,</strong> <strong>o que significará o empobrecimento da classe trabalhadora, maior sobrecarga e fim de direitos fundamentais para o bem-estar das famílias brasileiras&#8221;</strong>, avalia, lembrando, em seguida, que reiteradas pesquisas de opinião, realizadas desde 2024, mostram que mais de 70% das brasileiras e dos brasileiros querem o fim da escala 6&#215;1. <strong>“A população não tem memória curta e fará uma escolha consciente nas urnas, dia 25 de outubro”</strong>, conclui a dirigente.</p>
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