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	<title>fiscalização ambiental &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>fiscalização ambiental &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST mantém condenação do Bradesco por falhas na fiscalização ambiental em contratos de crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 06:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
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					<description><![CDATA[O tribunal manteve a condenação da instituição financeira em ação movida pelo MPT por falhas na fiscalização socioambiental e trabalhista ao conceder empréstimos bancários. Em decisão recente, a Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a condenação do Bradesco em uma Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-23385a5e5cab58dd2405fd7a2da3ccd3">O tribunal manteve a condenação da instituição financeira em ação movida pelo MPT por falhas na fiscalização socioambiental e trabalhista ao conceder empréstimos bancários.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em decisão recente, a <a href="https://www.tst.jus.br/" data-type="link" data-id="https://www.tst.jus.br/"><strong>Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST)</strong></a> manteve a condenação do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/"><strong>Bradesco</strong></a> em uma Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O processo, de número RR-1000686-37.2019.5.02.0063, questiona a eficácia dos mecanismos de controle e fiscalização da instituição financeira quanto ao descumprimento de normas ambientais e trabalhistas por parte de seus tomadores de empréstimos e financiamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação teve origem após fiscalizações identificarem que créditos bancários continuavam sendo concedidos ou mantidos para empreendimentos com irregularidades graves, incluindo desmatamento ilegal e exploração de trabalho em condições análogas às de escravo. Para o MPT, a concessão de recursos sem a devida checagem socioambiental viola os princípios da função social da propriedade e da responsabilidade socioambiental corporativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Principais pontos da decisão</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dano Moral Coletivo:</strong> A condenação impõe o pagamento de indenização por danos morais coletivos, destinada a fundos de proteção ao trabalhador ou a projetos de reparação ambiental e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obrigação de Fazer:</strong> O banco fica obrigado a aprimorar suas políticas de compliance e auditoria socioambiental, exigindo comprovação regular de regularidade ambiental e trabalhista antes da liberação de linhas de crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Responsabilidade Indireta: </strong>A decisão reforça o entendimento de que instituições financeiras podem ser responsabilizadas indiretamente pelos impactos socioambientais causados por atividades financiadas com seus recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo já tramitava nas instâncias inferiores do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2, São Paulo), onde o banco teve seus recursos negados. Ao analisar o Recurso de Revista, o TST consolidou o entendimento de que o setor financeiro possui dever ostensivo de mitigar riscos socioambientais em toda a sua cadeia de financiamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Bradesco sustentou ao longo do processo que segue as diretrizes do Banco Central do Brasil e possui políticas internas de responsabilidade socioambiental, mas os argumentos não foram suficientes para afastar a condenação fixada pela Justiça do Trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RR-1000686-37_2019_5_02_0063-3_redacted.pdf" data-type="link" data-id="https://conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RR-1000686-37_2019_5_02_0063-3_redacted.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">RR 1000686-37.2019.5.02.0063</h4>
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