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	<title>Financiários campanha 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Financiários campanha 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Financiários seguem com as negociações com foco em saúde, segurança e proteção no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 17:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários negociação 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dia de negociação da Campanha Nacional 2026 debateu propostas relacionadas à saúde física e mental, prevenção de acidentes, riscos ocupacionais e combate ao assédio Os financiários deram continuidade, nesta quinta-feira (24), em São Paulo, à rodada de negociação da Campanha Nacional 2026 com a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi). [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Segundo dia de negociação da Campanha Nacional 2026 debateu propostas relacionadas à saúde física e mental, prevenção de acidentes, riscos ocupacionais e combate ao assédio</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os financiários deram continuidade, nesta quinta-feira (24), em São Paulo, à rodada de negociação da Campanha Nacional 2026 com a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi). No segundo dia de negociações, o movimento sindical apresentou, explicou e debateu propostas voltadas à saúde, segurança e proteção dos trabalhadores.<br><br>As reivindicações abrangem desde a manutenção da remuneração durante afastamentos por doença ou acidente até medidas de prevenção de acidentes, participação dos trabalhadores no gerenciamento de riscos ocupacionais, proteção da saúde mental, combate ao assédio e regras para o uso de tecnologias e sistemas automatizados no ambiente de trabalho.<br><br>Após a apresentação e o debate das propostas, o movimento sindical aguarda o retorno da Fenacrefi sobre os pontos apresentados para que as negociações possam avançar.<br><br>Para Talita Régia, secretária do Ramo Financeiro da Contraf, saúde e segurança precisam estar no centro da discussão sobre as condições de trabalho. “Saúde e segurança no trabalho são temas que precisam estar no centro das relações de trabalho, especialmente diante dos impactos que as novas formas de organização e gestão vêm provocando na categoria. Estamos apresentando propostas que buscam garantir proteção não apenas diante de acidentes e doenças, mas também diante dos riscos psicossociais, do assédio e do uso cada vez maior de tecnologias e sistemas de monitoramento. Esperamos que a Fenacrefi compreenda a importância dessas reivindicações e esteja aberta a construir avanços que garantam condições de trabalho mais seguras e saudáveis para os financiários”, afirma.<br><br><strong>Manutenção dos salários durante afastamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as propostas discutidas está a garantia de complementação salarial aos trabalhadores afastados. A reivindicação prevê que o empregado receba da empresa a diferença entre o valor pago pelo INSS e a remuneração total que receberia se estivesse na ativa.<br><br>A proposta inclui salários, comissões, gratificações, adicionais e PLR. Também prevê a manutenção de benefícios como auxílio-refeição, auxílio-cesta alimentação, 13ª cesta alimentação, auxílio-farmácia, vale-transporte e vale-cultura, além do recolhimento do FGTS, durante afastamentos decorrentes de acidente ou doença e licença-maternidade.<br><br>A proposta também contempla situações em que o benefício previdenciário seja indeferido ou cessado e casos em que o trabalhador ainda não tenha cumprido o período de carência para ter direito ao benefício por incapacidade temporária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro conjunto de propostas trata da prevenção e do reconhecimento dos acidentes e doenças relacionados ao trabalho. A reivindicação estabelece que sejam reconhecidos como acidentes de trabalho os eventos ocorridos no exercício da atividade profissional que provoquem lesão corporal ou perturbação funcional, além das enfermidades constantes na lista de doenças relacionadas ao trabalho.<br><br>Também é proposta a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) até o primeiro dia útil seguinte à constatação ou suspeita de acidente ou doença ocupacional.<br><br>A pauta prevê ainda acesso dos sindicatos e das CIPAs a informações e dados estatísticos sobre acidentes e doenças ocupacionais, além da participação dos representantes dos trabalhadores nas políticas de saúde e segurança.<br><br>Entre as propostas está também a possibilidade de os sindicatos realizarem vistorias nos locais de trabalho para verificar o cumprimento das normas de saúde e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Canal de acolhimento aos trabalhadores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta propõe a criação de um canal de acolhimento humanizado para os trabalhadores, com atendimento por telefone, WhatsApp e, quando necessário, presencialmente.<br><br>O objetivo é orientar os empregados sobre procedimentos relacionados a afastamentos, entrega de atestados, perícias, descontos, exames de retorno ao trabalho e processos de readaptação, entre outros temas.<br><br>Também é reivindicada a criação de uma cartilha com orientações detalhadas sobre cada etapa do afastamento, com informações de fácil acesso sobre os procedimentos junto à empresa e ao INSS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acidentes de trajeto e gerenciamento de riscos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto debatido foi o reconhecimento dos acidentes ocorridos no deslocamento entre a residência e o local de trabalho, ou no retorno para casa, como acidentes de trabalho, conforme os critérios previstos na legislação.<br><br>A pauta também propõe a participação efetiva dos trabalhadores e de suas entidades representativas em todas as etapas do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), incluindo a elaboração, implementação, acompanhamento e revisão do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).<br><br>A proposta prevê ainda a criação de comitês permanentes de gestão de riscos ocupacionais, com participação de representantes dos sindicatos, da CIPA e do SESMT.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Combate ao assédio e à violência no trabalho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao assédio moral, assédio sexual e outras formas de violência no ambiente de trabalho também esteve entre os temas apresentados na rodada. As propostas preveem a continuidade de campanhas de prevenção e combate ao assédio sexual, com participação dos sindicatos e CIPAAs. Entre as medidas estão a realização de palestras, debates, oficinas com especialistas e ações durante as SIPATs, além da disponibilização de espaços para divulgação de informações sindicais nos locais de trabalho.<br><br>A pauta também propõe treinamentos regulares e com certificação obrigatória para gestores, abordando prevenção ao assédio, gestão de pessoas e respeito à diversidade. Para as CIPAAs, é reivindicada capacitação para identificação de riscos psicossociais e sinais de assédio.<br><br>Outro ponto é a criação e o fortalecimento de canais de denúncia, com garantia de sigilo e preservação das pessoas envolvidas durante a apuração.<br><br>O movimento sindical propõe que as denúncias sejam analisadas por uma comissão bipartite, formada por representantes dos trabalhadores e das empresas, garantindo investigação imediata, imparcial e confidencial. A pauta também prevê a definição de prazo para apuração e o acesso das entidades sindicais às denúncias realizadas e ao andamento dos processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteção contra retaliações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as reivindicações apresentadas está ainda a garantia de não retaliação aos trabalhadores que denunciarem situações de assédio. A proposta estabelece que o trabalhador não possa sofrer consequências funcionais em razão da denúncia, incluindo mudanças prejudiciais de condições de trabalho, restrições de promoção ou tratamento diferenciado. Também prevê que o teletrabalho ou qualquer outro benefício não seja utilizado como instrumento de pressão, punição ou retaliação.<br><br>A pauta propõe ainda estabilidade para a pessoa assediada durante o período de investigação e, caso o assédio seja confirmado, a extensão dessa proteção por dois anos.<br><br>Nos casos de assédio sexual ou moral em que a vítima opte pela transferência, a proposta prevê que a decisão seja da própria pessoa assediada, cabendo à empresa providenciar a mudança de lotação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transparência na apuração das denúncias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A categoria também reivindica maior transparência na gestão dos casos de assédio. A proposta estabelece que as empresas informem aos sindicatos o número e os tipos de denúncias recebidas, além das soluções adotadas nos casos apurados, preservando a identidade das pessoas envolvidas.<br><br>Também é proposta a revisão das estruturas responsáveis pela apuração, com medidas que garantam independência nos processos investigativos, inclusive evitando que gestores envolvidos em situações denunciadas tenham participação na apuração.<br><br>Em caso de confirmação do assédio, a pauta prevê a adoção de medidas disciplinares proporcionais à gravidade dos fatos. Também são reivindicadas assistência psicológica e jurídica à vítima e, quando houver relação com o adoecimento, medidas de proteção à saúde e ressarcimento de despesas médicas e medicamentosas, conforme os critérios propostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção ao assédio moral organizacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do combate aos casos individuais, a pauta trata do chamado assédio moral organizacional, relacionado a práticas de gestão e organização do trabalho que possam expor trabalhadores, de forma reiterada, a constrangimento, pressão excessiva ou desgaste que afete sua dignidade ou saúde.<br><br>Entre os exemplos apontados na proposta estão metas incompatíveis com as condições reais de trabalho, cobrança excessiva ou exposição vexatória de resultados, ameaças de descomissionamento ou dispensa como forma de pressão, monitoramento abusivo de desempenho e práticas que estimulem competição prejudicial entre trabalhadores.<br><br>A reivindicação prevê medidas preventivas, como orientação dos gestores sobre práticas adequadas de gestão de pessoas, canais confidenciais para relatos e apuração das ocorrências.<br><br>A proposta também estabelece que as empresas se adequem à Convenção 190 e à Recomendação 206 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), com elaboração conjunta com os sindicatos de protocolos de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteção da privacidade e saúde mental</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As reivindicações também avançam sobre a proteção dos dados e da privacidade dos trabalhadores em programas relacionados à saúde mental e aos fatores psicossociais.<br><br>A proposta estabelece que sejam coletadas apenas informações estritamente necessárias para identificar e prevenir riscos ocupacionais. Também prevê restrições à coleta de informações sobre a vida privada dos empregados e garante que a participação em entrevistas, testes, questionários e avaliações psicossociais seja facultativa.<br><br>A recusa do trabalhador em participar dessas iniciativas não poderá resultar em consequências funcionais, como avaliação negativa, restrição de promoção ou tratamento diferenciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Combate ao assédio algorítmico e à vigilância excessiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema apresentado na negociação foi o impacto dos sistemas digitais e automatizados sobre as relações de trabalho. A pauta propõe o reconhecimento do chamado assédio algorítmico, caracterizado por formas de gestão mediadas por sistemas digitais ou automatizados que imponham metas ou ritmos incompatíveis com as condições reais de trabalho, promovam monitoramento excessivo ou provoquem pressão psicológica e impactos à saúde.<br><br>Também são propostas restrições ao monitoramento contínuo, à coleta de dados que não estejam diretamente relacionados à atividade profissional e à utilização de sistemas que promovam rankings ou comparações individuais.<br><br>A categoria reivindica ainda transparência sobre os sistemas algorítmicos utilizados pelas empresas, com acesso às informações sobre critérios, métricas e pesos empregados na avaliação de desempenho.<br><br>Outro ponto é a garantia de revisão humana para decisões que afetem remuneração, avaliação de desempenho ou manutenção do emprego, além do direito de contestação com acompanhamento sindical.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle do ponto e uso de dados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta estabelece que o sistema eletrônico de registro de ponto tenha finalidade exclusiva de controle da jornada de trabalho. A reivindicação prevê que os dados do ponto não sejam utilizados para monitoramento, vigilância, avaliação de desempenho ou gestão de produtividade, nem cruzados com informações como pausas, velocidade de atendimento, localização, uso de teclado, mouse, aplicativos, microfone ou câmeras. A pauta também estabelece limites para o uso de geolocalização e outras ferramentas de rastreamento no trabalho remoto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a apresentação, explicação e debate das propostas, o movimento sindical agora aguarda o retorno da Fenacrefi sobre os pontos discutidos. A próxima rodada de negociação será realizada na segunda-feira (28), em São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campanha 2026: Financiários iniciam negociação das reivindicações prioritárias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-2026-financiarios-iniciam-negociacao-das-reivindicacoes-prioritarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários reivindicações 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira rodada de negociação com a Fenacrefi foi realizada nesta quarta-feira (23), em São Paulo, e debateu os principais eixos da pauta da categoria Os financiários iniciaram, nesta quarta-feira (23), em São Paulo, a primeira rodada de negociação da Campanha Nacional 2026 com a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Primeira rodada de negociação com a Fenacrefi foi realizada nesta quarta-feira (23), em São Paulo, e debateu os principais eixos da pauta da categoria</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os financiários iniciaram, nesta quarta-feira (23), em São Paulo, a primeira rodada de negociação da Campanha Nacional 2026 com a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi). A negociação foi dividida em dois blocos ao longo do dia, com o debate dos principais eixos da pauta de reivindicações da categoria.<br><br>Na parte da manhã, foram discutidos temas como a abrangência da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), a contratação de trabalhadores do Ramo Financeiro, a redução da jornada, o teletrabalho e o trabalho realizado fora das dependências das empresas, as homologações, a proteção aos trabalhadores desligados, o uso ético da tecnologia e o combate à terceirização.<br><br>Para Talita Régia, secretária do Ramo Financeiro da Contraf, a primeira rodada abre um processo importante de negociação e o movimento sindical espera avanços nas discussões com a Fenacrefi. “Estamos iniciando um processo de negociação com temas muito importantes para os financiários. Esperamos que, ao longo das próximas rodadas, possamos avançar nas nossas reivindicações e construir propostas que representem melhorias nas condições de trabalho e na proteção da categoria”, afirma Talita.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Abrangência e contratação no Ramo Financeiro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os primeiros pontos debatidos estão a abrangência da CCT e a contratação dos trabalhadores que atuam no Ramo Financeiro. A proposta de abrangência busca assegurar a aplicação da Convenção Coletiva aos trabalhadores de empresas que atuam na concessão de crédito, financiamento e investimento, incluindo financeiras, administradoras de cartões de crédito, promotoras de venda e crédito, sociedades de crédito imobiliário, empresas de arrendamento mercantil, instituições de pagamento e outras empresas que operem na área de crédito.<br><br>Outro ponto prevê o compromisso de discutir a contratação dos trabalhadores que exercem atividades no Ramo Financeiro, incluindo aqueles vinculados a financeiras, prestadoras de serviços de crédito, administradoras de cartões, promotoras de venda e crédito, empresas de arrendamento mercantil e instituições de pagamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Redução da jornada</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da jornada está entre os principais temas da pauta. A reivindicação é por uma jornada de cinco horas diárias, sem redução do salário ou da remuneração já recebida, em quatro dias por semana, totalizando 20 horas semanais.<br><br>A proposta prevê ainda que a jornada possa ser cumprida entre segunda e sexta-feira, com intervalo de 20 minutos para refeição ou descanso incluído na jornada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Teletrabalho e trabalho remoto</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A categoria reivindica parâmetros mínimos para o teletrabalho, o trabalho em domicílio e o trabalho remoto, além da formalização das condições dessa modalidade de prestação de serviço.<br><br>Também está em debate a realização de acordo específico para estabelecer o regime e as condições de trabalho dos empregados que desempenham suas funções fora das dependências da empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Rescisões e proteção ao emprego</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro eixo discutido na rodada envolve a proteção dos trabalhadores no momento da rescisão contratual. A reivindicação é que as rescisões dos contratos de trabalho sejam formalizadas no sindicato dos empregados, permitindo a conferência e a fiscalização dos direitos rescisórios. A categoria também reivindica uma indenização especial ao empregado dispensado sem justa causa durante a vigência da CCT, conforme os critérios estabelecidos na proposta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia e relações de trabalho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto do avanço tecnológico nas relações de trabalho também está entre os temas prioritários. A proposta busca estabelecer princípios para o uso de tecnologias e mecanismos de fiscalização do cumprimento das obrigações assumidas pelos trabalhadores, inclusive em situações de teletrabalho e trabalho remoto. A fiscalização deverá respeitar princípios de finalidade, proporcionalidade, transparência, privacidade e intimidade, em conformidade com a legislação vigente e com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).<br><br>A categoria também reivindica que as empresas não realizem captura de imagens ou áudios dos empregados para fiscalização da jornada durante o teletrabalho e o trabalho a distância. Outro ponto previsto é a necessidade de avaliação humana para decisões relacionadas a avaliações, advertências e medidas disciplinares, evitando que essas decisões sejam tomadas exclusivamente por sistemas automatizados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Terceirização</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A suspensão da terceirização e da intermediação de mão de obra também foi debatida. A proposta prevê a suspensão de projetos de terceirização, contratações por empresas de intermediação de mão de obra e transferências para empresas do mesmo grupo ou holding.<br><br>A reivindicação também busca impedir a terceirização de atividades das empresas e o enquadramento dos trabalhadores em categorias diferentes da dos financiários.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde, segurança e proteção aos trabalhadores</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte da tarde, as discussões foram voltadas para temas relacionados à saúde e segurança no trabalho, prevenção, combate ao assédio e à discriminação. Entre as reivindicações está a manutenção dos salários durante afastamentos por doença. A proposta prevê a complementação salarial pela empresa, em valor equivalente à diferença entre a importância recebida do INSS e a remuneração total que o trabalhador receberia se estivesse na ativa, incluindo salários, comissões, gratificações, adicionais e PLR, até o retorno ao trabalho.<br><br>A pauta também reúne uma série de propostas destinadas a ampliar a proteção à saúde física e mental dos trabalhadores e garantir melhores condições de trabalho e amparo em momentos de vulnerabilidade. Entre as reivindicações estão a ampliação da assistência médica e da vacinação, a manutenção do seguro de vida durante o afastamento por auxílio-doença previdenciário e o reforço da proteção aos trabalhadores vítimas de assaltos.<br><br>Para os planos de saúde, a proposta estabelece um teto de 5% do salário básico para os empregados que optarem por planos superiores. Também é reivindicado o custeio ou reembolso integral de vacinas contra gripe e epidemias para empregados e dependentes. No caso do seguro de vida, a proposta prevê o custeio integral do prêmio pela empresa durante o período em que o trabalhador estiver afastado em razão de auxílio-doença previdenciário.<br><br>Em situações de assalto, a categoria reivindica reajuste de 5% acima da inflação no valor da indenização por morte ou incapacidade permanente, além de atendimento médico e psicológico imediato aos empregados presentes no local.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Direitos e proteção no ambiente de trabalho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta também inclui medidas relacionadas às condições de trabalho e à atuação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPAA). Entre as reivindicações está o fornecimento e a higienização gratuitos de uniformes, sem a utilização de logomarcas consideradas constrangedoras, além da ampliação para 90 dias do prazo de notificação aos sindicatos sobre o término dos mandatos da CIPAA.<br><br>A categoria também reivindica a ampliação do período de utilização do plano de saúde após a demissão sem justa causa, com prazos que variam de 180 a 390 dias, de acordo com o tempo de serviço.<br><br>Outro ponto trata da garantia de direitos para casais em união estável homoafetiva, com a inclusão expressa do direito às licenças-maternidade, paternidade e adoção. A pauta ainda prevê medidas de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica, como a criação de canais de apoio sigilosos, grupos voluntários de prevenção, prioridade para transferência de unidade e flexibilização do horário de expediente, de forma a contribuir para a segurança da trabalhadora.<br><br>As negociações entre o movimento sindical e a Fenacrefi terão continuidade nesta quinta-feira (24), com o aprofundamento das discussões sobre os temas relacionados à saúde e às condições de trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Movimento sindical entrega pauta de reivindicações à Fenacrefi para 2026-2028</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/movimento-sindical-entrega-pauta-de-reivindicacoes-a-fenacrefi-para-2026-2028/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários campanha 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento reúne demandas por reajuste salarial, melhores condições de trabalho, saúde e segurança, combate ao assédio e fortalecimento da representação dos trabalhadores O movimento sindical entregou, quarta-feira (16), à Fenacrefi (Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), a Minuta da Pauta de Reivindicações dos financiários para a negociação coletiva 2026-2028. O documento reúne [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Documento reúne demandas por reajuste salarial, melhores condições de trabalho, saúde e segurança, combate ao assédio e fortalecimento da representação dos trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical entregou, quarta-feira (16), à Fenacrefi (Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), a Minuta da Pauta de Reivindicações dos financiários para a negociação coletiva 2026-2028.<br><br>O documento reúne as principais demandas da categoria, que abrangem questões salariais e benefícios, condições de trabalho, saúde e segurança, direitos sindicais, além de políticas de prevenção e combate à violência, ao assédio e à discriminação no ambiente de trabalho.<br><br>Entre os principais pontos estão o reajuste salarial e a ampliação de benefícios, a melhoria das condições de trabalho, incluindo a discussão sobre redução da jornada e teletrabalho, além de políticas voltadas à saúde física e mental e ao bem-estar dos trabalhadores.<br><br>A pauta também busca fortalecer a representação sindical e a participação dos trabalhadores nas decisões que impactam suas condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com a entrega da pauta, o movimento sindical aguarda agora o início das negociações com a Fenacrefi para a construção do novo instrumento coletivo da categoria.<br><br>A primeira reunião de negociação entre o movimento sindical e a Fenacrefi será realizada nos dias 23 e 24 de setembro, de forma presencial. Neste primeiro momento, serão discutidas as cláusulas sociais, que envolvem temas como saúde, segurança e condições de trabalho, entre outros. As questões econômicas serão tratadas posteriormente, no decorrer do processo de negociação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reivindicações Econômicas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PLR (Participação nos Lucros e Resultados):</strong> Reajuste baseado no INPC acumulado de outubro de 2025 a setembro de 2026, acrescido de 5% de aumento real.</li>



<li><strong>Aperfeiçoamento</strong> do plano de cargos e salários.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cláusulas Sociais e Direitos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Estabilidade</strong> no emprego e proteção contra demissões.</li>



<li><strong>Prevenção</strong> ao adoecimento mental e físico dos trabalhadores.</li>



<li><strong>Combate</strong> a todas as formas de assédio no ambiente de trabalho.</li>



<li><strong>Igualdade</strong> de oportunidades e manutenção dos direitos da CCT atual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros Tópicos da Pauta</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Abrangência</strong> para empregados de administradoras de cartões de crédito.</li>



<li><strong>Regulamentação</strong> e manutenção do teletrabalho.</li>



<li><strong>Garantias</strong> para jornadas de trabalho exercidas fora das dependências das financeiras.</li>



<li><strong>Normas</strong> de restrição e respeito quanto ao monitoramento.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conferência Nacional dos Financiários debate perfil da categoria, saúde e prioridades da Campanha Nacional 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conferencia-nacional-dos-financiarios-debate-perfil-da-categoria-saude-e-prioridades-da-campanha-nacional-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência dos Financiários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários Conferência 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=69672</guid>

					<description><![CDATA[Consulta Nacional, perfil da categoria e condições de trabalho pautam o primeiro dia de atividades, que orientará a construção da pauta de reivindicações A Conferência Nacional dos Financiários começou quarta-feira (5), na sede da Contraf, em São Paulo, dando início aos debates que vão definir as prioridades da Campanha Nacional 2026. O primeiro dia foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Consulta Nacional, perfil da categoria e condições de trabalho pautam o primeiro dia de atividades, que orientará a construção da pauta de reivindicações</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conferência Nacional dos Financiários começou quarta-feira (5), na sede da Contraf, em São Paulo, dando início aos debates que vão definir as prioridades da Campanha Nacional 2026. O primeiro dia foi dedicado à análise das condições de saúde dos trabalhadores, do perfil da categoria e dos resultados da Consulta Nacional aos Financiários.<br><br>A abertura dos debates reforçou a importância de construir uma pauta de reivindicações alinhada à realidade da categoria. Os dados apresentados servirão de base para a definição das prioridades que serão levadas à mesa de negociação com as financeiras.<br><br>A presidenta da Contraf, Juvandia Moreira, destacou que a campanha se inicia em um momento de mudanças importantes para a categoria, com a consolidação da nova data-base e o fortalecimento da organização dos financiários dentro do Ramo Financeiro. &#8220;Iniciamos mais uma Campanha Nacional dos Financiários em um momento importante para a categoria. A mudança da data-base (1º de outubro) inaugura um novo ciclo de negociações e reforça a necessidade de olharmos com atenção para a realidade desses trabalhadores. Temos uma secretaria do Ramo fortalecida, com uma dirigente que conhece de perto esse segmento e vai contribuir para aprofundarmos esse debate. A campanha é o momento de ouvir a categoria, transformar suas demandas em reivindicações e buscar avanços concretos na mesa de negociação.&#8221;<br><strong>Saúde mental e organização do trabalho entram no centro das discussões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira mesa temática trouxe um panorama sobre os impactos da organização do trabalho nas financeiras. O secretário de Saúde da Contraf, Mauro Salles Machado, apresentou um diagnóstico que relaciona o modelo de gestão das empresas ao crescimento dos casos de adoecimento entre os trabalhadores.<br><br>Segundo Mauro, as financeiras operam com forte pressão comercial, metas agressivas, remuneração variável vinculada ao desempenho, monitoramento permanente por indicadores e equipes enxutas. Esse modelo intensifica os riscos psicossociais e favorece o surgimento de transtornos relacionados ao trabalho.<br><br>Durante a apresentação, ele lembrou que, entre 2012 e 2024, foram concedidos 1.966 benefícios previdenciários e acidentários aos financiários, uma média de 151 afastamentos por ano. Os dados também mostram o avanço dos afastamentos relacionados à saúde mental, principalmente por transtornos de ansiedade, depressão e estresse.<br><br>Outro ponto abordado foi a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passa a incluir a gestão dos riscos psicossociais. Mauro alertou que a norma somente produzirá resultados concretos se houver participação efetiva dos trabalhadores e fiscalização das empresas.<br><br>&#8220;A discussão sobre saúde mental precisa deixar de ser uma pauta de bem-estar para se tornar uma pauta de organização do trabalho. Sem mudanças nas metas, na cobrança e nas condições de trabalho, não existe prevenção, apenas gestão do adoecimento.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Perfil da categoria revela crescimento e desigualdades</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda mesa do dia, a técnica da subseção do Dieese no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Cátia Uehara, apresentou um panorama atualizado do setor das financeiras e do perfil dos trabalhadores.<br><br>Os dados mostram que o número de financiários voltou a crescer nos últimos anos, chegando a 12.077 trabalhadores em 2025, após um período de retração. São Paulo concentra cerca de 85% da categoria. As mulheres representam 53% da força de trabalho, mas recebem remuneração média 26,1% inferior à dos homens. Também permanecem expressivas as desigualdades salariais entre trabalhadores brancos e negros.<br><br>Além das características da categoria, o levantamento também mostrou a concentração econômica do setor. As dez maiores financeiras acumularam lucro líquido de R$ 17,2 bilhões em 2025, com destaque para Nubank, Santander SCFI e Crefisa. &#8220;Os dados mostram uma categoria que voltou a crescer, mas que convive com desigualdades importantes. As mulheres já são maioria nas financeiras, porém continuam recebendo salários significativamente inferiores aos dos homens. Também observamos uma forte concentração econômica no setor, com poucas instituições concentrando grande parte dos ativos e dos lucros. Esses indicadores ajudam a compreender o cenário em que a negociação será realizada.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Consulta Nacional aponta prioridades da categoria</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a programação técnica do primeiro dia, a técnica do Dieese, Vivian Machado, apresentou os resultados da Consulta Nacional aos Financiários 2026.<br><br>O levantamento registrou a participação de 601 trabalhadores de todo o país, crescimento superior a 230% em relação à consulta realizada em 2024, o que demonstra maior engajamento da categoria na construção da campanha.<br><br>Entre as prioridades econômicas apontadas pelos financiários estão o aumento real dos salários (73,5%), o aumento da Participação nos Lucros e Resultados (64,7%) e o reajuste diferenciado para vale-alimentação e vale-refeição (63,7%). Nas cláusulas sociais, destacam-se estabilidade no emprego (49,4%), manutenção dos direitos (30,1%), igualdade de oportunidades (26%) e previdência complementar (23%).<br><br>A pesquisa também revelou que a cobrança excessiva por metas continua impactando diretamente a saúde da categoria. Quase metade dos respondentes (49,4%) afirmou sofrer com cansaço, fadiga e preocupação constante; 23% relataram crises de ansiedade e pânico; e 30% disseram ter utilizado medicamentos controlados, como antidepressivos e ansiolíticos, nos últimos 12 meses.<br><br>&#8220;A Consulta Nacional é um instrumento fundamental para que a campanha seja construída a partir da realidade vivida pelos financiários. O aumento expressivo da participação mostra que os trabalhadores querem ser ouvidos e deixa claro que valorização salarial, estabilidade, saúde e melhores condições de trabalho continuam sendo prioridades para a categoria.&#8221;<br><br>As apresentações e os debates do primeiro dia forneceram o diagnóstico que servirá de base para a construção da pauta de reivindicações da categoria. A Conferência Nacional dos Financiários prossegue nesta quinta-feira (6), com a consolidação das propostas e a aprovação da minuta de reivindicações que orientará as negociações da Campanha Nacional 2026 com as financeiras.</p>
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		<title>Conferência Nacional dos Financiários 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conferencia-nacional-dos-financiarios-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 12:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários Conferência 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Conferência acontece dias 5 e 6 de agosto, em São Paulo A Conferência Nacional dos Financiários de 2026 ocorrerá nos dias 5 de agosto (no período da tarde) e 6 de agosto, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), em São Paulo. O evento tem como objetivo definir a minuta final [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Conferência acontece dias 5 e 6 de agosto, em São Paulo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conferência Nacional dos Financiários de 2026 ocorrerá nos dias <strong>5 de agosto</strong> (no período da tarde) e <strong>6 de agosto</strong>, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), em São Paulo. O evento tem como objetivo definir a minuta final de reivindicações da campanha salarial da categoria, cuja data-base é 1º de outubro.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Detalhes da Campanha e Etapas</strong></h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Debates nas bases:</strong> Reuniões locais organizadas pelos sindicatos e federações ocorrem também até o dia <strong>31 de julho</strong>.</li>



<li><strong>Local do evento:</strong> Sede da Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), localizada em São Paulo-SP.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Cronograma</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dia 05/08</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">13h45 – Credenciamento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">14h – Abertura</p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – Mesa 1 – Saúde e Condições de Trabalho;</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h30 – Mesa 2 – Apresentação dos Resultados da Consulta Nacional dos Financiários;</p>



<p class="wp-block-paragraph">17h30 – Encerramento</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dia 06/08</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">9h30 – Debates por Federação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10h30 – Debates para construção da Minuta de Reivindicações dos Financiários;</p>



<p class="wp-block-paragraph">12h45 – Encaminhamentos do calendário da entrega da Minuta e negociações;</p>



<p class="wp-block-paragraph">13h &#8211; Encerramento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Consulta Nacional dos Financiários está aberta e orienta a pauta de reivindicações 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/consulta-nacional-dos-financiarios-esta-aberta-e-orienta-a-pauta-de-reivindicacoes-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta dos Financiários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiários campanha 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[As respostas vão orientar a pauta de reivindicações e as negociações da Campanha Nacional 2026 Os sindicatos iniciaram os preparativos da Campanha Nacional 2026. A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, que representa os financiários da Baixada Santista, convoca os trabalhadores a preencherem o formulário. A Consulta Nacional pode ser respondida até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">As respostas vão orientar a pauta de reivindicações e as negociações da Campanha Nacional 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos iniciaram os preparativos da Campanha Nacional 2026. A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, que representa os financiários da Baixada Santista, convoca os trabalhadores a preencherem o formulário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Consulta Nacional pode ser respondida até dia 31 de julho. Ela serve para orientar nas reivindicações da categoria à Fenacrefi (Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira o link abaixo e participe da Consulta Nacional:</h4>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://consultafinanciarios2026.votabem.com.br/">Consulta Financiários</a></h5>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;Calendário da Campanha Nacional dos Financiários 2026</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>1º a 31 de julho – Realização dos debates locais nas bases das federações para elaboração de propostas à minuta de reivindicações, resoluções e organização da campanha;</li>



<li>1º a 31 de julho – Período de participação na Consulta Nacional dos Financiários;</li>



<li>5 de agosto (à tarde) e 6 de agosto (durante todo o dia) – Realização da Conferência Nacional dos Financiários, em São Paulo.</li>
</ul>
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	</channel>
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