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	<title>fim do auxílio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Fim do auxílio vai devolver 15 milhões à pobreza em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fim do auxílio]]></category>
		<category><![CDATA[milhões voltam à pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[miséria na pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza cresce em 2021]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo da FGV mostra que o número de pobres no Brasil caiu 23,7% devido ao pagamento do auxílio emergencial. O fim do pagamento, em 31 de dezembro deste ano, vai gerar uma nova crise em meio à pandemia, que não se encerra na mesma data! Um estudo da FGV Social mostra que o número de pobres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo da FGV mostra que o número de pobres no Brasil caiu 23,7% devido ao pagamento do auxílio emergencial. O fim do pagamento, em 31 de dezembro deste ano, vai gerar uma nova crise em meio à pandemia, que não se encerra na mesma data!</p>
<p></p>
<p>Um estudo da FGV Social mostra que o número de pobres no Brasil caiu 23,7% entre 2019 e agosto deste ano, o que representa 15 milhões de pessoas. Mas o que à primeira vista pode parecer uma boa notícia, na verdade, apresenta-se como o prenúncio de uma nova crise, uma vez que os dados estão diretamente ligados à concessão de auxílios governamentais dados em meio à pandemia, que irão se extinguir até o fim do ano.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o economista Marcelo Neri, que coordena o levantamento, &#8220;é cristalino&#8221; que esse contingente retornará à pobreza a partir de 31 de dezembro, quando termina a concessão do Auxílio Emergencial. &#8220;O retorno à pobreza dessas quinze milhões de pessoas é um cenário até conservador.</p>
<p> </p>
<p>A faixa mais pobre da população é aquela que recebe até 1/2 salário mínimo por pessoa, montante inferior aos R$ 600 do Auxílio Emergencial concedido pelo governo federal em meio à pandemia. O valor do benefício já caiu pela metade, e será extinto até fim do ano.</p>
<p> </p>
<p>Praticamente todos os estados tiveram queda no número de pobres, e o levantamento mostra que as regiões que registraram as maiores reduções foram a nordeste (-30,4%) e a norte (-27,5%) &#8211; as duas que tiveram as maiores parcelas do público-alvo do Auxílio Emergencial.</p>
<p> </p>
<p>O Rio Grande do Sul foi o único estado que registrou aumento no número da população pobre (crescimento de 0,45% no contingente de pessoas que recebem até 1/2 salário), mas o aumento não chega a ser preocupante. &#8220;Lá a pobreza aumentou pouco. É um lugar que fez alguns ajustes, como na previdência, e está fazendo outros. É o segundo estado em número de idosos, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. O Auxílio Emergencial está pouco presente no Rio Grande do Sul, assim como na região sudeste&#8221;, aponta o economista, dando um indicativo de que a população do estado do sul do País não deve ser muito afetada pelo fim da concessão dos auxílios federais.</p>
<p> </p>
<p>Ainda segundo o estudo da FGV Social, o Benefício Emergencial (BEm), concedido aos trabalhadores com carteira assinada que tiveram redução salarial durante a pandemia, também ajudou a alavancar os números sobre a diminuição da pobreza este ano, mas não foi suficiente para evitar a queda de contingente em outro estrato da população, a que recebe mais de dois salários mínimos per capita. O levantamento aponta que 4,8 milhões de pessoas saíram desse grupo.</p>
<p>Crédito: fabiano Couto<br />Fonte: Terra.com.br<br />Escrito por: Marcio Dolzan com edição da Comunicação do  SEEB de Santos e Região</p>
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