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	<title>Fim das Metas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>HSBC é condenado por ter demitido gerente que não cumpriu metas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Fim das Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Tortura Psicológica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 24&#170; Regi&#227;o manteve decis&#227;o da Vara do Trabalho de Rio Brilhante que condenou o banco HSBC a pagar indeniza&#231;&#227;o de R$ 30 mil por danos morais ao gerente geral de ag&#234;ncia. O advogado do trabalhador afirmou, na sustenta&#231;&#227;o oral, que existia um ranking com o desempenho [&#8230;]]]></description>
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<p>A Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 24&ordf; Regi&atilde;o manteve decis&atilde;o da Vara do Trabalho de Rio Brilhante que condenou o banco HSBC a pagar indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 30 mil por danos morais ao gerente geral de ag&ecirc;ncia. O advogado do trabalhador afirmou, na sustenta&ccedil;&atilde;o oral, que existia um ranking com o desempenho dos gerentes e que os &uacute;ltimos seriam demitidos.&nbsp;</p>
<p>Em sua defesa, o banco alegou que o ass&eacute;dio moral n&atilde;o ficou comprovado e que o gerente sabia que a fun&ccedil;&atilde;o exigia o cumprimento de metas que foram cobradas dentro dos limites do poder diretivo, pedindo a redu&ccedil;&atilde;o do valor da indeniza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>De acordo com os depoimentos, as metas e cobran&ccedil;as impostas pelo banco eram excessivas. As testemunhas relataram que o funcion&aacute;rio que menos produzia ficava na espera para ser dispensado, que havia press&atilde;o psicol&oacute;gica do superintendente que dizia que a produ&ccedil;&atilde;o era med&iacute;ocre e que o gerente foi penalizado por n&atilde;o cumprir as metas.&nbsp;</p>
<p>Segundo o relator do processo, Desembargador M&aacute;rcio Vasques Thibau de Almeida, as provas dos autos revelam a situa&ccedil;&atilde;o desrespeitosa na qual se encontrava o gerente, gerada pela press&atilde;o psicol&oacute;gica no caso de n&atilde;o se atingir as metas impostas.&nbsp;</p>
<p>&quot;Tais declara&ccedil;&otilde;es demonstram a pr&aacute;tica constrangedora e vexat&oacute;ria adotada na reclamada com rela&ccedil;&atilde;o aos empregados, em raz&atilde;o do n&atilde;o cumprimento de metas. Ao se dirigir aos subordinados de maneira hostil, desrespeitosa e grosseira, a ponto de aqueles se sentirem humilhados e inferiorizados, revela o completo desrespeito por parte da chefia e abuso do poder diretivo. Destarte, o conjunto probat&oacute;rio evidencia que o reclamante foi tratado de forma humilhante e constrangedora, sendo v&iacute;tima de atentados contra sua honra e dignidade&quot;, exp&otilde;e o relator que manteve, ainda, o valor da indeniza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>Cargo de confian&ccedil;a&nbsp;</strong></em></span></p>
<p>Al&eacute;m dos danos morais, o gerente tamb&eacute;m pleiteou o pagamento de horas extras, por defender que exercia fun&ccedil;&otilde;es meramente t&eacute;cnicas e sua jornada de trabalho era controlada, n&atilde;o se enquadrando no artigo 62 da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT), que afirma que gerentes e ocupantes de cargos de gest&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o abrangidos pelo controle de jornada de trabalho previsto na CLT. Alega, ainda, que o intervalo intrajornada n&atilde;o era usufru&iacute;do integralmente.&nbsp;</p>
<p>Conforme o artigo 224 da CLT, a jornada do banc&aacute;rio, em regra, &eacute; de seis horas di&aacute;rias, salvo se exercer cargo de confian&ccedil;a. Segundo o relator Des. M&aacute;rcio Thibau, &quot;ficou amplamente comprovada nos autos, sobretudo por meio de an&aacute;lise das provas orais produzidas, a especial fid&uacute;cia depositada sobre o trabalhador, uma vez que, conforme o pr&oacute;prio depoimento pessoal do reclamante foi esclarecido que: ele era respons&aacute;vel pela parte comercial da ag&ecirc;ncia, sendo a autoridade m&aacute;xima nesse setor; que na ag&ecirc;ncia n&atilde;o existia ningu&eacute;m superior a ele; que era o titular da ag&ecirc;ncia (gerente); e que acumulava as fun&ccedil;&otilde;es de gerente geral da ag&ecirc;ncia e gerente de pessoa jur&iacute;dica&quot;. Dessa forma, por unanimidade, os Desembargadores negaram provimento ao pedido do trabalhador.&nbsp;</p>
<p>Fonte: TRT &#8211; MS<br />Escrito por: Imprensa TRT &#8211; MS</p>
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