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	<title>Festival de Veneza &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Brasil no Oscar: &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; pode fazer história com Fernanda Torres neste domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 10:19:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Filme brasileiro concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional. Vitória seria um marco inédito para o país Neste fim de semana, enquanto o Brasil celebra o Carnaval, o cinema nacional também vive um momento histórico. O longa-metragem &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; concorre ao Oscar em três categorias: Melhor Filme, Melhor Atriz [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-392aa356c5a55a1259ecafadf94fa4ef">Filme brasileiro concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional. Vitória seria um marco inédito para o país</h4>



<p>Neste fim de semana, enquanto o Brasil celebra o Carnaval, o cinema nacional também vive um momento histórico. O longa-metragem &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; concorre ao Oscar em três categorias: Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional. O filme, que pode sair vencedor neste domingo (2), marca a primeira vez que uma produção inteiramente brasileira disputa a categoria principal da maior premiação do cinema mundial. Embora coproduções brasileiras já tenham conquistado a estatueta, nunca um longa inteiramente nacional venceu o Oscar. Com &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;, o Brasil tem chances reais de mudar essa história.</p>



<p>Outro grande destaque é a possibilidade de o país finalmente conquistar o Oscar de Melhor Atriz. Em 1999, Fernanda Montenegro foi indicada por &#8220;Central do Brasil&#8221;, mas perdeu para Gwyneth Paltrow. Agora, sua filha, Fernanda Torres, concorre na mesma categoria e é apontada como uma das favoritas, segundo previsão do The New York Times. Para muitos brasileiros, este é o momento de &#8220;vingança&#8221; da mãe pela filha na premiação.</p>



<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/em-clima-de-copa-ainda-estou-aqui-concorre-a-3-oscars-neste-domingo/" data-type="link" data-id="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/em-clima-de-copa-ainda-estou-aqui-concorre-a-3-oscars-neste-domingo/">Segundo a CNN Brasil</a>, combinando a expectativa pelo Oscar com a efervescência do Carnaval, a celebração já começou. Mesmo com Fernanda Torres pedindo moderação nas comemorações, a empolgação já tomou conta das ruas e das redes sociais. Perfis compartilham bandeiras do Brasil estampadas com o rosto da atriz e imagens dela recebendo o Globo de Ouro. Grafites, fantasias e memes já transformaram o nome da artista em fenômeno popular.</p>



<p>A esperança de vitória se intensificou ao longo da temporada de premiação. &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; teve sua estreia mundial no Festival de Veneza, em setembro de 2024, onde foi ovacionado e venceu o prêmio de Melhor Roteiro. Em seguida, passou por festivais prestigiados como o Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) e o AFI Fest, consolidando sua força no circuito internacional. O longa ganhou ainda mais visibilidade quando foi escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o país no Oscar, em 23 de setembro de 2024.</p>



<p>A caminhada até o Oscar incluiu momentos decisivos. Em dezembro, &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; entrou na lista de pré-indicados, e em janeiro, Fernanda Torres venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, superando concorrentes como Angelina Jolie e Nicole Kidman. A vitória reforçou sua posição como uma das favoritas ao Oscar, segundo o editor da Variety, Clayton Davis, que previu tanto sua indicação quanto a do filme.</p>



<p>Seguindo o protocolo da campanha pelo Oscar, o longa foi exibido em cinemas de Los Angeles e Nova York, um requisito para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional. Em 23 de janeiro, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os indicados ao Oscar 2025, confirmando &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; como concorrente a Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional.</p>



<p>A indicação de &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; para Melhor Filme Internacional ocorre 26 anos após a última vez que o Brasil disputou a categoria, com &#8220;Central do Brasil&#8221;, em 1999. No total, foi apenas a quarta indicação do país nesta categoria. Já a nomeação de Fernanda Torres marca a segunda vez que uma brasileira é indicada a Melhor Atriz, repetindo o feito de sua mãe.</p>



<p>Desde o anúncio das indicações, Fernanda Torres e o diretor Walter Salles intensificaram a campanha nos Estados Unidos e na Europa, participando de eventos e promovendo o longa para conquistar os votos dos membros da Academia.</p>



<p>Com uma trajetória brilhante e um histórico de premiações, &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; chega ao Oscar com grandes chances de levar pelo menos uma estatueta. A cerimônia acontece neste domingo (2), no Dolby Theatre, em Hollywood, com transmissão ao vivo no Brasil pela TNT e pela plataforma Max, a partir das 21h (horário de Brasília).</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Ainda Estou Aqui | Trailer Oficial | 7 de novembro nos cinemas" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/_NzqP0jmk3o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Uma noite de 12 anos: A humanidade pode vencer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Memorias del Calabozo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um filme imperdível para qualquer pessoa que tenha um mínimo de sensibilidade humana Uma co-produção uruguaia, argentina, espanhola e francesa, dirigida pelo hispano-uruguaio Álvaro Brechner, o filme foi indicado pelo Uruguai ao Oscar. No festival de Veneza, depois de exibido, recebeu uma ovação de quase meia hora.   Ele é baseado no livro “Memorias del [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme imperdível para qualquer pessoa que tenha um mínimo de sensibilidade humana<br />
</p>
<p>Uma co-produção uruguaia, argentina, espanhola e francesa, dirigida pelo hispano-uruguaio Álvaro Brechner, o filme foi indicado pelo Uruguai ao Oscar. No festival de Veneza, depois de exibido, recebeu uma ovação de quase meia hora.</p>
<p> </p>
<p>Ele é baseado no livro “Memorias del calabozo”, não editado em português, mas que pode ser <a href="http://www.psicosocial.net/grupo-accion-comunitaria/centro-de-documentacion-gac/aprender-de-la-voz-de-los-supervivientes/651-memorias-del-calabozo/file" target="_blank">baixado aqui</a> e encontrado em sebos e no Estante Virtual. Conta a saga de três dirigentes tupamaros, dentre os nove classificados como “reféns” pela ditadura militar uruguaia e que, no mundo moderno, receberam um tratamento só comparável ao existente nos campos de concentração nazistas.</p>
<p> </p>
<p>Dois dos três dos dirigentes cuja história é retratada no livro – Maurício Rosencoff, hoje escritor; e Eleutério Fernandez Huidobro, falecido em 2016; depois de ter sido ministro da Defesa do governo Pepe Mujica – são seus autores. O terceiro preso retratado é o próprio Mujica, ex-presidente do Uruguai, que não teve condições de se dedicar à redação do livro.</p>
<p> </p>
<p>Aos presos considerados reféns os gorilas dedicaram um tratamento especialmente cruel. Não se tratava apenas de tentar extrair deles informações para o combate aos Tupamaros, mas de tentar destruí-los física e moralmente. De fazer deles trapos humanos.</p>
<p> </p>
<p>Espancados e torturados, foram mantidos durante 12 anos em calabouços em que não havia sequer vasos sanitários ou acesso a água, tendo que dormir no chão. Ficaram todo esse tempo sem banho e isolados de todo contato, seja com outros presos e seja com qualquer ser humano (inclusive os militares carcereiros).</p>
<p> </p>
<p>Alguns dos locais em que foram mantidos eram poços secos, nos quais alimentos eram baixados por cordas, para serem comidos com as mãos. Os dejetos (fezes e urina) também eram içados por cordas. É algo só visto na Idade Média.</p>
<p> </p>
<p>O que torna o filme mais impactante é que ele não é só, nem principalmente, uma impactante denúncia. Claro que não poderia deixar de ser isso também, mas a impressão que tive é que esta não é a principal preocupação de seus autores. Ele é centrado na luta dos três presos para não enlouquecer e manter sua humanidade, apesar de tudo.</p>
<p> </p>
<p>Assim, separados por paredes e sem se ver, dois deles inventam um código que permite comunicar-se com pancadas nas paredes e, até, disputar partidas de xadrez imaginando tabuleiros.</p>
<p> </p>
<p>“Nós nos agarramos à vida como uma planta trepadeira se agarra à parede. Se era necessário comer moscas, que para nós eram como passas com asas, comíamos moscas” – disse Rosencoff na apresentação do filme em Buenos Aires.</p>
<p> </p>
<p>Um dos momentos mais impactantes do filme é quando saem do isolamento absoluto e um deles é deixado sozinho por alguns instantes no pátio interno de um presídio, podendo ser visto por centenas de presos políticos que se amontoam nas grades de janelas das celas e o ovacionam. O preso, “Ñato” (Fernandez Huidobro), entra em transe, se imagina num campo de futebol e, sob aplausos gerais, dança, corre, gesticula e comemora, como se estivesse driblando adversários e fazendo gols imaginários.</p>
<p> </p>
<p>É impossível não se emocionar.</p>
<p> </p>
<p>A belíssima figura humana que é Mujica, hoje o mais conhecido dos três, depois de ter passado por isso tudo, mostra a força da espécie humana. Se ela é capaz dos comportamentos mais abjetos, é também capaz dos comportamentos mais nobres.</p>
<p> </p>
<p>A capacidade de expressar de forma radical a luta pela vida em seu sentido mais pleno (a mesma que, em proporções menores, é a de um torturado quando, para manter a Humanidade, se recusa a dar informações aos carrascos) é o mais impactante no filme. Mais, até – penso – do que as cenas de violência explícita.</p>
<p> </p>
<p>Por isso tudo, “Uma noite de 12 anos” é, antes de mais nada, uma ode à vida.</p>
<p> </p>
<p>Não à toa quem o assiste chora.</p>
<p> </p>
<p>O filme mostra que a Humanidade pode vencer.</p>
<p> </p>
<p>E que, naquele episódio, apesar de tudo, venceu.</p>
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<p> </p>
<p>Fonte: EOnline<br />Escrito por: Cid Benjamin</p>
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