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	<title>Fertilização in Vitro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Fertilização in Vitro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mulher consegue custeio de fertilização in vitro por plano de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilização in Vitro]]></category>
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					<description><![CDATA[Plano de saúde negou a cobertura do procedimento. Para o magistrado, tal resposta pelo plano é ilegal, inconstitucional e injusta Uma mulher com problemas nas trompas uterinas conseguiu que seu plano de saúde custeie procedimento de fertilização in vitro. A decisão é do juiz de Direito Thiago Aleluia Ferreira de Oliveira, da vara única de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plano de saúde negou a cobertura do procedimento. Para o magistrado, tal resposta pelo plano é ilegal, inconstitucional e injusta<br />
</p>
<p>Uma mulher com problemas nas trompas uterinas conseguiu que seu plano de saúde custeie procedimento de fertilização in vitro. A decisão é do juiz de Direito Thiago Aleluia Ferreira de Oliveira, da vara única de Luzilândia/PI.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Conheça os direitos da <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/conheca-os-direitos-da-bancaria-gestante" target="_blank">Bancária Gestante</a></strong></em></p>
<p> </p>
<p>A mulher ajuizou ação contra o plano sustentando que suas chances de engravidar por meios naturais ficou inviável em decorrência de problemas nas trompas. Ela disse que seu pedido foi negado pelo plano sob o fundamento de ausência de cobertura contratual.</p>
<p> </p>
<p>O plano de saúde, por sua vez, defendeu a exclusão contratual da cobertura, aduzindo que a fertilização in vitro consiste em método de reprodução assistida e não tratamento de saúde, não tendo cobertura pelo plano de saúde pactuado entre as partes.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Obrigação</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Ao analisar o caso, o magistrado citou a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656.htm" target="_blank">lei dos planos de saúde</a>, a qual prevê expressamente que os planos são obrigados a cobrir atendimentos nos casos de planejamento familiar, “o que envolve, sem dúvida, o custeio de tratamentos de fertilização in vitro”, disse.</p>
<p> </p>
<p>“Para tanto, pouco importa que o tratamento não seja previsto no contrato com o segurado, ou que esteja fora do rol de procedimentos previstos em resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).”</p>
<p> </p>
<p>Para o magistrado, a negativa da cobertura pelo plano é ilegal, inconstitucional e injusta, pois o procedimento tem como objetivo tratar doença que pode levar a autora à infertilidade permanente.</p>
<p> </p>
<p>Assim, o magistrado condenou o plano de saúde a “custear o tratamento de infertilidade da parte autora, necessário à fertilização in vitro, bem como de todos os procedimentos a ele inerentes, inclusive, medicações, exames e intervenções, limitados a duas tentativas, no prazo de dez dias úteis, a serem contados da publicação dessa sentença”, com multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento.</p>
<p> </p>
<p>O juiz negou, porém, o pedido de pagamento de indenização por danos morais, argumentando que “a mera quebra de um contrato ou o mero descumprimento contratual não gera dano moral porque não ofende, em tese, a dignidade humana”.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Processo:</strong></span> <a href="https://tjpi.pje.jus.br/pje/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=282cadf896328c1d2fec9d6d1f5dcaf35c0e22752c38b7d6" target="_blank">0800566-25.2018.8.18.0060</a></p>
<p><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2019/12/12CC06E7867AFC_fertilizacao.pdf" target="_blank">Veja a íntegra de decisão</a>.</p>
<p>Fonte: Migalhas &#8211; 21/12</p>
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