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	<title>ferramenta de pressão nos senadores &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>ferramenta de pressão nos senadores &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Saiba como pressionar os senadores para aprovação do fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta de pressão nos senadores]]></category>
		<category><![CDATA[pressão no senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Ferramenta permite enviar mensagens para os senadores aprovarem a PEC do fim da escala 6&#215;1. São necessários 49 votos em duas votações, para passar a valer O fim da escala 6&#215;1 com redução de jornada das atuais 44 horas semanais para 40h e sem redução salarial&#160;precisa ainda aprovada por 49 votos dos 81 senadores da [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Ferramenta permite enviar mensagens para os senadores aprovarem a PEC do fim da escala 6&#215;1. São necessários 49 votos em duas votações, para passar a valer</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fim da escala 6&#215;1 com redução de jornada das atuais 44 horas semanais para 40h e sem redução salarial&nbsp;precisa ainda aprovada por 49 votos dos 81 senadores da República, em duas sessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pressionar os senadores para que aprovem a Proposta de Emenda à Constituição (PEC),&nbsp;já aprovada na Câmara dos Deputados&nbsp;por ampla maioria na última quarta-feira (27), é possível fazê-lo utilizando a Plataforma Na Pressão, que possibilita pressionar cada um dos parlamentares por meio de mensagens diretas a eles por e-mail e também por mensagens nos perfis de redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o Na Pressão, é possível selecionar o estado e acessar a lista de todos os parlamentares daquele estado e então, pressionar cada um deles.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Para utilizar o Na Pressão é muito simples</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Basta acessar o link<a href="https://napressao.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&nbsp;napressao.org.br</strong></a>&nbsp;e clicar em pressionar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nomes dos senadores estão listados indicando quem é contra quem está indeciso e quem é a favor. É possível verificar o posicionamento de cada senador buscando por estado, por partido ou pelo nome, e mandar mensagens diretamente ao parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Até agora um levantamento mostra que são 19 senadores favoráveis, 19 contra e 43 indecisos. Neste momento, a pressão sobre os “indecisos” é fundamental.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Por que pressionar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe prazo constitucional para o Senado concluir a análise. A tramitação pode ser rápida, caso haja acordo entre governo, centrais sindicais e lideranças partidárias, ou pode se prolongar por meses se houver pressão empresarial por mudanças na transição, na jornada ou em outros pontos do texto.&nbsp;<strong>A experiência recente mostra que a mobilização social costuma ser determinante para acelerar a votação de PECs com grande impacto econômico e trabalhista.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como será a tramitação no Senado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado pela Câmara já foi recebido pelo Senado e é preciso que seja lido em sessão plenária. A partir daí, a proposta passa a tramitar oficialmente na Casa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um relator será designado para elaborar parecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores poderão apresentar emendas ao texto<strong>.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Votação na CCJ</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão votará o parecer do relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se aprovada, a PEC segue para o Plenário do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votação em dois turnos no Plenário</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como toda emenda constitucional, a proposta precisará ser aprovada em dois turnos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cada turno são necessários, no mínimo, 49 votos favoráveis (3/5 dos 81 senadores). A Constituição exige esse quórum qualificado para alterações constitucionais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece se o Senado alterar o texto?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Se o Senado aprovar exatamente o texto vindo da Câmara, a PEC será promulgada pelo Congresso Nacional e passará a integrar a Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os senadores fizerem qualquer alteração, mesmo que pequena, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados para nova votação das mudanças.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que está em jogo no Senado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado pela Câmara prevê:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; fim da escala 6&#215;1;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; jornada máxima de 40 horas semanais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; dois dias de descanso por semana;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; manutenção dos salários;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; transição em 60 dias após a promulgação da PEC, da jornada de 44 para 42 horas e, após 12 meses a redução será para 40 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As centrais sindicais têm defendido forte mobilização junto aos senadores para evitar mudanças que ampliem o período de transição ou flexibilizem os direitos aprovados na Câmara.</p>
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