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	<title>Farol Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Farol Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Farol Santander não, é Banespão!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Farol Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem não conhece, tudo ali pode ser lindo e perfeito. Porém, para os que sabem e fizeram parte da história da Torre, fica evidente que a ideia do Santander é apagar o nome Banespa. O Santander aproveitou o aniversário de São Paulo, em 25 de janeiro, e reabriu para visitação a Torre do Banespa, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não conhece, tudo ali pode ser lindo e perfeito. Porém, para os que sabem e fizeram parte da história da Torre, fica evidente que a ideia do Santander é apagar o nome Banespa. </p>
<p>O Santander aproveitou o aniversário de São Paulo, em 25 de janeiro, e reabriu para visitação a Torre do Banespa, mas claro, com outro nome. Agora Farol Santander, o prédio foi dividido em setores para transformar-se em um centro cultural, mas cobrando uma entrada nada acessível (R$20 para o passeio completo, R$ 18 para correntistas) – diferente dos outros espaços semelhantes fundados por instituições financeiras, inclusive o seu próprio alocado em Porto Alegre.</p>
<p> </p>
<p>A <a href="http://afubesp.org.br/" target="_blank">Afubesp</a> foi conferir o que mudou por dentro do prédio, já que por fora nada pode ser alterado. A surpresa foi ora agradável, ora bastante decepcionante.</p>
<p> </p>
<p>No que diz respeito à estrutura e tecnologia não há o que criticar. Boas estratégias foram adotadas para mostrar como era a rotina do bancário entre os anos 1940 e 1950, com mobiliário e equipamentos da época em que o edifício foi inaugurado. Interessante também o resgate histórico do planos econômicos que provocaram muitas mudanças na moeda brasileira.</p>
<p> </p>
<p>Dois andares reservados para exposições temporárias, um para exposição fixa do artista Vik Muniz que reconstruiu (a partir de entulhos retirados da reforma do prédio) o cenário urbano ao seu redor, e três para resgatar a memória dessa construção tão importante que se tornou símbolo de São Paulo. Foi justamente neste ponto que o Santander errou.</p>
<p> </p>
<p>Para quem não conhece, tudo ali pode ser lindo e perfeito. Porém, para os que sabem e fizeram parte da história da Torre, fica evidente que a ideia do Santander é apagar o nome Banespa, pois ele aparece em apenas um único local entre todos os andares abertos à visitação. O máximo que se encontra são menções aqui e ali ao Banco do Estado de São Paulo.</p>
<p> </p>
<p>Como pode falar da história de um prédio e esquecer citar como foi conhecido, e ainda é, durante toda sua existência? Como não falar dos milhares de trabalhadores que abrigou enquanto sede do Banespa e, posteriormente, do Banesprev?</p>
<p> </p>
<p>Além disso, a proibição de visitar o mirante sem pagar elitiza o espaço que sempre foi aberto à população. Sem contar que o acesso ao 32º andar não é mais permitido como antes.</p>
<p> </p>
<p>Para terminar, a Afubesp registra sua indignação sobre a transformação do 25º andar em um loft para alugar por R$ 4 mil a diária. Isso não tem nada a ver com disseminar a cultura, mas uma forma clara de lucrar ainda mais.</p>
<p>Fonte: Afubesp</p>
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