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	<title>Falta de água &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Falta de água &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Sindicato paralisa agência do Itaú por falta de condições de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 15:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de água]]></category>
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					<description><![CDATA[Falta de água na unidade foi o motivo da paralisação Após receber denúncia, a diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região paralisou a agência 0021 do Itaú, no Centro de Santos, por falta de condições de trabalho. O fechamento da unidade foi feito na manhã desta terça-feira, 17 de março, por falta de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c23e48dfe56f487926bb6448016a183f">Falta de água na unidade foi o motivo da paralisação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Após receber denúncia, a diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região paralisou a agência 0021 do Itaú, no Centro de Santos, por falta de condições de trabalho. O fechamento da unidade foi feito na manhã desta terça-feira, 17 de março, por falta de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência fica na Rua General Câmara, em Santos. Quando a denúncia chegou ao Sindicato, a dirigente sindical Carla Alvares, que é bancária do Itaú, foi até o local checar a situação. Diante da confirmação da falta de água, o Sindicato paralisou a unidade por falta de condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Água é uma das coisas básicas no ambiente de trabalho. Fechamos a unidade e cobramos o Itaú. Diante da pressão do Sindicato, o banco disse que ainda pela manhã enviaria um técnico para ver a questão da falta de água”, explicou Carla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você, bancário e bancária da Baixada Santista, está sofrendo assédio, trabalha em más condições, ou é vítima de qualquer ato ilegal denuncie ao Sindicato, pelos canais abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">e-mail:&nbsp;<a href="mailto:santosbancarios@uol.com.br">santosbancarios@uol.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No site:&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">santosbancarios.com.br pelo Fale Conosco</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Whatsapp: <a href="https://bit.ly/WhatsBanc%C3%A1rios">(13) 99209.2964</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone: (13) 3202.1670</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O sigilo é absoluto!</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">Clique aqui, filie-se e defenda-se!</a></strong></h4>
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		<title>São Paulo revive crise hídrica e põe em xeque privatização da Sabesp</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sao-paulo-revive-crise-hidrica-e-poe-em-xeque-privatizacao-da-sabesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 11:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise na água sabesp]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de água]]></category>
		<category><![CDATA[Sabesp 2025]]></category>
		<category><![CDATA[SAbesp privatizada faltade aágua]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio e sabesp]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicato alerta que lógica privada reduz capacidade de resposta e já penaliza as populações mais pobres Segundo especialistas, São Paulo deve reviver crise hídrica de dez anos atrás, agora, com a Sabesp privatizada São Paulo volta a viver o fantasma da crise hídrica. Relatórios recentes do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7027443ec7b9911446869e6746792484">Sindicato alerta que lógica privada reduz capacidade de resposta e já penaliza as populações mais pobres</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo especialistas, São Paulo deve reviver crise hídrica de dez anos atrás, agora, com a Sabesp privatizada São Paulo volta a viver o fantasma da crise hídrica. Relatórios recentes do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) indicam que o Sistema Cantareira — principal reservatório que abastece a Região Metropolitana — entrou na primavera com apenas 28% do volume útil, o menor índice desde 2015. Tecnicamente, isso significa operação em “faixa de restrição”, o que, na prática, representa risco real de racionamento prolongado no próximo verão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram que a precipitação acumulada foi de apenas 58% da média histórica, enquanto a vazão ficou em 41%. A estiagem prolongada, somada às incertezas climáticas, deve comprometer a recuperação dos níveis mesmo durante a estação chuvosa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Privatização e perda de capacidade de manutenção</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário é especialmente preocupante porque ocorre no primeiro ciclo seco após o início do processo de privatização da Sabesp, aprovado pelo governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) em 2024. Segundo José Antônio Faggian, presidente do Sintaema (Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo), a mudança no controle da companhia compromete a agilidade na gestão de crises:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Sabesp pública fez obras estruturantes que interligaram sistemas e aumentaram a segurança hídrica. Mas sob a lógica privada, há o risco de o lucro dos acionistas se sobrepor ao bem-estar da população”, afirmou Faggian. Ele se refere a obras que dão maior segurança ao abastecimento da grande São Paulo, ao interligar os sistemas e trazer adutoras de novos mananciais. “Dependendo da intensidade da estiagem isso pode ser insuficiente e o abastecimento prejudicado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dirigente sindical lembra que, enquanto uma empresa pública pode planejar investimentos de longo prazo, uma empresa com controle privado tende a priorizar retorno financeiro imediato, o que enfraquece ações preventivas e a manutenção da rede.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Racionamento silencioso e desigualdade</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Desde agosto, a Sabesp vem adotando medidas de “redução de pressão noturna” para conter o consumo, ampliando a faixa de restrição entre 19h e 5h. A medida diminui o desperdício, mas, na prática, interrompe o abastecimento nas regiões mais altas e periféricas, onde moram famílias com menos recursos e, muitas vezes, sem caixa d’água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma medida que penaliza as camadas mais pobres. A água simplesmente não chega, e as pessoas passam horas com as torneiras secas”, diz Faggian.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação evidencia o caráter regressivo das políticas hídricas: quem paga mais caro por caminhões-pipa são justamente os que têm menos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Manutenção e perdas no sistema</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos mostram que o índice de perda de água na rede de distribuição de São Paulo varia entre 22% e 30% — um problema histórico que demanda altos investimentos em manutenção. Com a privatização, há receio de que os custos de manutenção preventiva sejam cortados, já que não geram receita imediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem investimentos pesados e contínuos, as perdas crescem. E isso reduz a resiliência do sistema justamente nos momentos de crise.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Mudanças climáticas e política pública</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A crise hídrica paulistana se insere em um quadro mais amplo de colapso climático. As chuvas tornaram-se mais intensas e irregulares: tempestades violentas se alternam com longos períodos de seca. Essas variações não garantem reposição dos reservatórios, já que boa parte da água das enxurradas escoa sem infiltrar o solo, agravando a erosão e reduzindo a vazão dos rios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução, segundo ambientalistas, passa por recuperar mananciais, ampliar o reuso de água e reduzir a dependência de sistemas sobrecarregados como o Cantareira. Não basta coletar esgoto, é preciso tratar, reaproveitar e proteger rios e nascentes com políticas permanentes de revegetação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Impacto político e desgaste antecipado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No plano político, a crise hídrica pode se transformar em um dos maiores desafios do governo Tarcísio em 2026. Com eleições estaduais (e federais) no horizonte, o desabastecimento nas periferias e a percepção de que a privatização fragilizou a Sabesp podem ter efeito eleitoral direto, especialmente se a grande imprensa não blindar o governo, como observa Faggian:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se a responsabilidade da crise não for atribuída apenas à natureza, mas também à má gestão e à privatização, o impacto político sobre Tarcísio de Freitas será inevitável.” Para que a responsabilidade não seja atribuída apenas à natureza, Faggian diz que é preciso que a grande imprensa não blinde o governo e os efeitos da privatização sejam bem computados nos prejuízos para a população (no desabastecimento e nas possíveis multas para se conter o consumo).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um teste para o modelo privatizado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A iminente escassez de água colocará à prova o modelo de gestão privada dos serviços públicos essenciais. O resultado pode definir o futuro das concessões no estado — e influenciar o debate nacional sobre privatizações em setores estratégicos, como energia e saneamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise hídrica de 2026, se confirmada, não será apenas um teste para a Sabesp, mas um termômetro da capacidade do governo Tarcísio de enfrentar problemas estruturais sem abrir mão da responsabilidade pública.</p>
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		<title>BB de São Vicente é fechado por falta de condições de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-de-sao-vicente-e-fechado-por-falta-de-condicoes-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de água]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretoria do Sindicato dos Banc&#225;rios de Santos e Regi&#227;o paralisa, nesta ter&#231;a-feira (24), a ag&#234;ncia S&#227;o Vicente do Banco do Brasil por falta de condi&#231;&#245;es de trabalho. A unidade, que fica na Rua Frei Gaspar, no Centro, est&#225; sem &#225;gua e s&#243; ser&#225; reaberta ap&#243;s a solu&#231;&#227;o do problema. Segundo o apurado pelos diretores, [&#8230;]]]></description>
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<p>A diretoria do Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o paralisa, nesta ter&ccedil;a-feira (24), a ag&ecirc;ncia S&atilde;o Vicente do Banco do Brasil por falta de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. A unidade, que fica na Rua Frei Gaspar, no Centro, est&aacute; sem &aacute;gua e s&oacute; ser&aacute; reaberta ap&oacute;s a solu&ccedil;&atilde;o do problema.</p>
<p>Segundo o apurado pelos diretores, a bomba d&rsquo;&aacute;gua da unidade foi furtada h&aacute; cerca de um m&ecirc;s, impedindo o uso da caixa d&rsquo;&aacute;gua, e durante o final de semana os canos da rua que traziam &aacute;gua para o banco foram danificados. &ldquo;Recebemos den&uacute;ncias sobre a falta de &aacute;gua no banco e vamos mant&ecirc;-lo fechado por tempo indeterminado, at&eacute; o fornecimento de &aacute;gua ser reestabelecido. N&atilde;o d&aacute; para trabalhar aqui nestas condi&ccedil;&otilde;es&rdquo;, afirmou Eneida Koury, presidente do Sindicato e funcion&aacute;ria do Banco do Brasil.&nbsp;</p>
<p>Durante a a&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m est&aacute; sendo cobrada a manuten&ccedil;&atilde;o do ar-condicionado do autoatendimento da ag&ecirc;ncia. &ldquo;&Eacute; um problema recorrente, que fica disfar&ccedil;ado em dias mais frios mas aparece assim que a temperatura aumenta um pouco&rdquo;, comentou Fabiano Couto, secret&aacute;rio de Imprensa e Comunica&ccedil;&atilde;o do Sindicato.</p>
<p>Qualquer problema em bancos da Baixada Santista deve&nbsp;ser denunciado&nbsp;para os diretores do Sindicato, por meio do &ldquo;fale conosco&rdquo; do site <a href="http://www.santosbancarios.com.br" target="_blank">www.santosbancarios.com.br</a>, pelo <a href="http://www.facebook.com/santosbancarios" target="_blank">facebook </a>ou o <a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=2&amp;id=5406" target="_blank">whatsapp do Sindicato</a>.</p>
<p>Fonte: Imprensa Seeb Santos e Região</p>
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