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	<title>falso gerente do bradesco &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>falso gerente do bradesco &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Golpe do &#8216;falso gerente&#8217; causa prejuízos de mais de R$ 80 mil em SP; saiba como se proteger</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/golpe-do-falso-gerente-causa-prejuizos-de-mais-de-r-80-mil-em-sp-saiba-como-se-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[falso gerente do bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[golpe do falso gerente]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminosos usam ligação, site falso e QR Code para invadir contas de clientes do Bradesco; banco diz que casos de falso gerente aumentaram; especialista orienta que vítima comunique banco e registre B.O. imediatamente Nos casos, o contato começa por WhatsApp ou telefone, com linguagem profissional e uso de informações sigilosas que aumentam a credibilidade, como [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e67763b8abf1c7434f11504875dbaca2">Criminosos usam ligação, site falso e QR Code para invadir contas de clientes do Bradesco; banco diz que casos de falso gerente aumentaram; especialista orienta que vítima comunique banco e registre B.O. imediatamente</h4>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Criminosos têm aplicado um novo tipo de fraude ao se passar por gerentes ou funcionários de banco para enganar clientes e desviar dinheiro de contas empresariais.</li>



<li>Ao menos três vítimas, clientes do banco Bradesco, relatam prejuízos em São Paulo, com valores que, somados, passam de R$ 80 mil.</li>



<li>Nos casos, o contato começa por WhatsApp ou telefone, com linguagem profissional e uso de informações sigilosas que aumentam a credibilidade, como o saldo bancário.</li>



<li>Em seguida, os golpistas orientam as vítimas a acessar links específicos, escanear QR Codes ou inserir códigos dentro do aplicativo do banco — o que permite a realização de transferências e contratação de crédito.</li>



<li>Especialista orienta que a vítima registre imediatamente um boletim de ocorrência e comunique o banco para tentar reduzir os prejuízos. Segundo ele, as instituições financeiras podem ser responsabilizadas.</li>
</ul>



<p>Nos casos, o contato começa por WhatsApp ou telefone, com linguagem profissional e uso de informações sigilosas que aumentam a credibilidade, como o saldo bancário. Em seguida, os golpistas orientam as vítimas a&nbsp;<strong>acessar links específicos</strong>,&nbsp;<strong>escanear QR Codes</strong>&nbsp;ou&nbsp;<strong>inserir códigos dentro do aplicativo do banco</strong>&nbsp;— o que permite a realização de transferências e a contratação de crédito.</p>



<p>Os três episódios relatados ao&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;foram registrados em boletins de ocorrência como estelionato na capital, nos bairros de Vila Buarque e Jardins, e em Guarulhos. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que, em casos como este, as vítimas precisam fazer uma representação após abrirem o B.O. para dar continuidade às investigações&nbsp;<strong><em>(leia abaixo).</em></strong></p>



<p>Uma das vítimas é a escritora e jornalista Claudia Castelo Branco, de 40 anos, moradora da Vila Buarque, no Centro da capital. Ela afirma ter perdido<strong>&nbsp;R$ 20,5 mi</strong>l após ser orientada por supostos funcionários do banco a configurar o aplicativo da instituição na última segunda-feira (6).</p>



<p>Segundo ela, o contato começou por mensagens de um homem que se apresentou como sendo o novo gerente da conta. Sem desconfiar do criminoso, a escritora respondeu e pediu ajuda para configurar o aplicativo do banco após uma troca de celular. O suposto gerente afirmou que poderia resolver o problema remotamente e a orientou a entrar em contato com um “assistente” dele.</p>



<p>Em seguida, outro suposto funcionário conduziu uma ligação de cerca de 40 minutos, pedindo que ela&nbsp;<strong>acessasse um site</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>escaneasse um QR Code</strong>&nbsp;apresentado como sendo uma etapa de segurança.</p>



<p>Horas depois, a vítima percebeu duas transferências via PIX, uma de R$ 7 mil e outra de R$ 13,5 mil. Os valores foram enviados para uma empresa identificada como “TODO CARTÕES LTDA”.</p>



<p>Parte do dinheiro chegou a ser rastreada e está em processo de disputa com o banco, segundo ela contou ao&nbsp;<strong>g1</strong>, mas até a última atualização desta reportagem nenhum valor havia sido recuperado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>&#8220;Roubaram o dinheiro do livro que passei anos escrevendo&#8221;, lamentou a escritora. &#8220;Quero meu dinheiro e quero alertar todo mundo. Não tem que ter vergonha, temos que ir atrás do nosso direito.&#8221;</strong></p>
</blockquote>



<p>Ao procurar a gerente oficial da conta, indicada no aplicativo do banco, a escritora foi orientada a encerrar a conta por segurança. “Ela disse que possivelmente eles estavam no controle do aplicativo”, afirmou.</p>



<p>Ela destaca que não costuma movimentar valores altos por PIX, o que, segundo ela, poderia ter levantado alertas de segurança por parte do banco.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="590" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/golpe-bradesco-g1-arquivo-pessoal.avif" alt="" class="wp-image-67578"/></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prejuízo de R$ 18 mil</strong></h4>



<p>Outro caso semelhante ocorreu em Guarulhos, na Grande São Paulo, com a empresária Ana Maria Ferreira Soares, de 62 anos, que teve a conta jurídica do Bradesco usada por criminosos após contato com um falso funcionário.</p>



<p>De acordo com a família, o golpista alegou a necessidade de uma atualização cadastral e enviou um link com aparência idêntica à página do banco. Após uma primeira abordagem sem movimentações, ele voltou semanas depois e pediu que a vítima&nbsp;<strong>digitasse códigos</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>escaneasse QR Codes.</strong></p>



<p>Na sequência, foram feitos resgates de valores e contratação de empréstimo. O aplicativo do banco apresentava instabilidade alguns dias antes do golpe, segundo a família.</p>



<p>O prejuízo foi de cerca de R$ 18 mil — sendo parte referente a um empréstimo feito sem autorização. O caso foi registrado no 2º DP de Guarulhos como estelionato em 23 de janeiro deste ano.</p>



<p>Segundo a família, o banco negou o ressarcimento sob a justificativa de que a cliente forneceu as informações aos criminosos. A vítima afirmou que está entrando na Justiça com auxílio de um advogado para tentar recuperar os valores.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fraude</strong></h4>



<p>Um terceiro caso obtido pelo&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;é o da psicóloga Deborah Carceles, de 67 anos. Ela afirma ter tido prejuízo superior a&nbsp;<strong>R$ 50 mil&nbsp;</strong>após um golpeno final de março.</p>



<p>Segundo ela, o golpista se apresentou como gerente da conta e, dias depois, passou a insistir na realização de uma atualização cadastral, enviando inclusive uma suposta comunicação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).</p>



<p>Desconfiada, a vítima tentou resolver a situação pelos canais oficiais,&nbsp;<strong>mas afirmou que enfrentou falhas no aplicativo e dificuldade de contato com a agência.</strong></p>



<p>“Eu tentei fazer pelo aplicativo, mas não concluía. Também liguei várias vezes e ninguém atendia”, disse.</p>



<p>Na sequência, acabou seguindo as orientações do suposto funcionário. Segundo o relato, foram feitos empréstimos do tipo capital de giro e três transferências via PIX, mesmo sem histórico desse tipo de operação na conta.</p>



<p><em><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f50e.png" alt="🔎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></em><em> Capital de giro é um tipo de empréstimo oferecido pelos bancos para empresas usarem no dia a dia, como em pagamento a fornecedores, funcionários e contas básicas do negócio. Na prática, o banco libera um valor para a empresa e cobra juros pelo uso desse dinheiro, com pagamento parcelado.</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Eu nunca usei capital de giro em mais de dez anos de conta. De repente fizeram um empréstimo e três PIX que somam mais de R$ 50 mil”, afirmou.</strong></p>
</blockquote>



<p>O Bradesco afirmou à psicóloga que &#8220;a transação contestada foi autorizada mediante o uso de credenciais válidas&#8221;, que tentou recuperar o dinheiro, mas não teve êxito, e que vai monitorar a conta favorecida pelo prazo de 90 dias.</p>



<p>A vítima registrou um boletim de ocorrência e afirmou que já ingressou com ação judicial contra o banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como se proteger</strong></h4>



<p>O advogado Marcelo Frullani, especializado em Direito e Tecnologia da Informação e Direito Autoral, explica que os golpes têm se tornado cada vez mais sofisticados e convincentes.</p>



<p>“Hoje em dia, os criminosos criam fraudes cada vez mais elaboradas e conseguem convencer as pessoas de que são funcionários do banco. Já vi casos em que foi utilizado inclusive um telefone que realmente pertencia à instituição financeira”, afirma.</p>



<p>De acordo com ele, a principal medida de prevenção é&nbsp;desconfiar de contatos recebidos por telefone ou aplicativos de mensagens.</p>



<p>“A orientação é jamais confiar em mensagens de WhatsApp ou ligações de pessoas que se dizem gerentes do banco. Sempre que houver qualquer solicitação, o cliente deve entrar em contato com os canais oficiais da instituição antes de tomar qualquer providência”, explica.</p>



<p>O advogado também alerta para o risco de links e páginas falsas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Muitas vezes, os criminosos criam sites que simulam os ambientes oficiais dos bancos. Por isso, é fundamental desconfiar de links enviados por terceiros e nunca escanear QR Codes sem confirmação da autenticidade.”</strong></p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer se cair em um golpe</strong></h4>



<p>Frullani orienta que a vítima registre&nbsp;<strong>imediatamente um boletim de ocorrência</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>comunique o banco para tentar reduzir os prejuízos</strong>. Segundo ele, as instituições financeiras podem ser responsabilizadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“A responsabilidade dos bancos é objetiva. Isso significa que independe de culpa. Para se eximir, a instituição precisa provar que houve culpa exclusiva da vítima.”</strong></p>
</blockquote>



<p>Registrar o boletim de ocorrência é o primeiro passo, mas não garante, por si só, a abertura imediata de um inquérito policial.&nbsp;Em casos de golpe, a polícia pode instaurar uma investigação para tentar identificar os responsáveis pelo crime — o que depende de análise do caso e de elementos como rastreamento de contas e transferências.</p>



<p>O especialista ressalta que, em caso de negativa de ressarcimento por parte do banco, o cliente pode recorrer à Justiça.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Muitas vezes é necessário ingressar com ação judicial para obter a devolução dos valores. Também é possível solicitar judicialmente os registros de acesso, como os endereços de IP, conforme previsto no Marco Civil da Internet.”</p>
</blockquote>



<p>De acordo com o advogado, essas informações podem comprovar acessos indevidos às contas. “Esses dados permitem identificar se houve invasão por terceiros, o que pode caracterizar falha de segurança do banco.”</p>



<p>Ele acrescenta que transações fora do padrão do cliente também podem indicar vulnerabilidades. “Quando uma operação foge do perfil do consumidor, o banco deveria utilizar mecanismos tecnológicos para identificar e bloquear a fraude.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que diz o Bradesco</h4>



<p>Em nota, o Bradesco afirmou que não comenta casos que envolvam clientes em razão do sigilo bancário e que, de forma geral, os golpes envolvendo falso funcionário e falsa central de atendimento têm crescido.</p>
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