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	<title>Falso Boleto &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Banco é responsabilizado por golpe do falso boleto de financiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 08:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em análise do caso, relator entendeu que a instituição tem a obrigação de indenizar, pois o direcionamento ao atendimento fraudulento se deu através de site oficial da financeira Banco é condenado a indenizar homem que pagou boleto falso de quitação de financiamento. A decisão é da 12ª câmara de Direito Privado do TJ/SP, ao reformar [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-13ed5f9b9b326c8b190a5d7012ceb8ce">Em análise do caso, relator entendeu que a instituição tem a obrigação de indenizar, pois o direcionamento ao atendimento fraudulento se deu através de site oficial da financeira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Banco é condenado a indenizar homem que pagou boleto falso de quitação de financiamento. A decisão é da 12ª câmara de Direito Privado do TJ/SP, ao reformar sentença e entender que&nbsp;o golpe aconteceu por meio de terceiro com acesso ao sistema da instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos autos, o homem conta que contratou junto à instituição bancária um financiamento de veículo, entretanto, necessitou vender o bem após o pagamento das setes primeiras parcelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Narra que acessou o site da instituição, sendo redirecionado ao WhatsApp para atendimento. Afirma que o atendente confirmou o valor exato da dívida, além saber seus dados pessoais completos. Dias após o contato, solicitou, pelo mesmo canal, o boleto no valor de R$ 66,3 mil, efetuando o pagamento em caixa presencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, o homem não recebeu a carta de quitação, e ao acessar seu login no site constatou que seu financiamento ainda estava em aberto com uma parcela em atraso. Assim, requereu ação solicitando impedir a negativação do débito, impedir a busca e apreensão do bem e a suspensão do contrato, além de declarar o débito quitado e indenização por danos materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o banco alegou que o serviço de quitação antecipada de contrato é realizado exclusivamente através de acesso ao portal do banco e que os boletos emitidos podem ser confirmados através de código de barras QRcode. Afirmou que o homem tinha a sua disposição diversos mecanismos para confirmar a veracidade das informações, mas efetuou o pagamento a terceiro, tratando-se de golpe que não pode ser imputado à instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1ª instancia, o juiz de Direito Marcos Takaoka, da 3ª vara de Mirassol/SP, julgou improcedente o pedido do homem, e alegou que houve o descumprimento do dever de cuidado e vigilância, que assumiu &#8220;o risco das consequências desta conduta e aplicando-se à hipótese dos autos a multissecular regra de que &#8216;quem paga mal, paga duas vezes'&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em recurso, o relator do caso, desembargador Alexandre David Malfatti, da 12ª câmara de Direito Privado do TJ/SP, entendeu que o golpe se deu por meio de terceiro com acesso ao sistema da instituição financeira,&nbsp;visto que o homem&nbsp;seguiu as orientações que estavam contidas em boletos anteriores recebidos por ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O banco permitiu que alguém, por acesso ao sistema e violação de dados, tivesse conhecimento da existência do contrato de financiamento do autor. E, assim, o fraudador logrou emitir o boleto.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o desembargador,&nbsp;apesar do comprovante de pagamento do boleto falsificado constar que o beneficiário dos valores continha outro nome,&nbsp;o beneficiário final era o próprio banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se o código de barras não apresentou erros no seu processamento e os dados cadastrais do autor foram precisos, não havia dúvida de que a fraude partiu de pessoa com acesso a esses dados, pelo sistema interno da ré. O fortuito interno não servia para exclusão da responsabilidade da instituição financeira. (.) Portanto, verificado fortuito interno, não é possível a exclusão da responsabilidade dos réus.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, o colegiado deu provimento ao recurso do homem, reformando a sentença e condenando o banco ao pagamento de R$ 66,3 mil referente a indenização por danos materiais. </p>



<h5 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/show.do?processo.foro=990&amp;processo.codigo=RI007A6T50000#?cdDocumento=47" data-type="link" data-id="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/show.do?processo.foro=990&amp;processo.codigo=RI007A6T50000#?cdDocumento=47">1004604-48.2021.8.26.0358</a></h5>



<h5 class="wp-block-heading">Confira <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/4/773B31CB19DF24_fraude-banco2.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/4/773B31CB19DF24_fraude-banco2.pdf">aqui</a> o acórdão</h5>
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