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	<title>falsa portabilidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>BB indenizará cliente vítima de golpe da falsa portabilidade de empréstimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 08:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[falsa portabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[vítima de golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[TJ/SP entendeu que houve falha na prestação de serviço do banco A 23ª câmara de Direito Privado do TJ/SP reformou sentença de 1ª instância e condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 10 mil por danos morais à cliente vítima do golpe da falsa portabilidade de empréstimo. Para colegiado, houve falha na prestação de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3675373d5189bca7c829354b0ca76637">TJ/SP entendeu que houve falha na prestação de serviço do banco</h4>



<p>A 23ª câmara de Direito Privado do TJ/SP reformou sentença de 1ª instância e condenou o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> a pagar R$ 10 mil por danos morais à cliente vítima do golpe da falsa portabilidade de empréstimo.</p>



<p>Para colegiado, houve falha na prestação de serviço do banco.&nbsp;</p>



<p>A cliente alegou que foi induzida por fraudadores a contratar um empréstimo sob a falsa promessa de portabilidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Após receber o crédito, ela transferiu valores para uma empresa fraudulenta, acreditando que estava quitando empréstimos anteriores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A defesa do banco, por outro lado, afirmou que não houve falha nos mecanismos de segurança, imputando à autora a responsabilidade pelas transações realizadas.&nbsp;</p>



<p>O relator, desembargador Emílio Migliano Neto, destacou que após a contratação do empréstimo, pagamentos foram feitos a uma empresa fraudulenta sem qualquer alerta por parte da instituição financeira à autora.&nbsp;</p>



<p>Também ressaltou que o banco &#8220;não se desincumbiu do ônus que lhe cabia, fornecendo cópia do contrato de empréstimo sem assinatura, não demonstrando assim inequívoca ciência da contratação do empréstimo pela parte autora&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Ainda na decisão, o relator destacou que houve falha na prestação de serviço do banco.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A falta de controle das operações da autora que destoam de seu perfil de consumo é uma falha grave, que colabora para o fortuito interno ocorrido nas operações do banco, e que veio a prejudicar a parte autora.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Por fim, o desembargador afirmou que banco responde pelo dano causado a cliente, mesmo que não tenha praticado ou colaborado diretamente para a ocorrência, &#8220;a não ser que comprove a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro, o que, no caso, repita-se, inexistiu&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, o colegiado, seguindo voto do relator, condenou o banco a pagar R$ 10 por mil por danos morais a autora.</p>



<p>O escritório&nbsp;Cheida, Seixas &amp; Craus Advogados Associados atua pela cliente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/open.do" data-type="link" data-id="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/open.do">1010913-49.2022.8.26.0003</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/10/3B86CFA38F2609_BBindenizaraclientevitimadegol.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/10/3B86CFA38F2609_BBindenizaraclientevitimadegol.pdf">Leia a decisão</a></h4>
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