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	<title>falsa acusação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>HSBC indenizará bancário por falsa acusação de descumprir normas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160;A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) n&#227;o conheceu de recurso do HSBC Bank Brasil S.A. &#8211; Banco M&#250;ltiplo contra decis&#227;o que o condenou a pagar R$ 50 mil de indeniza&#231;&#227;o por dano moral a um banc&#225;rio. Demitido sob acusa&#231;&#227;o n&#227;o comprovada de falta grave, o trabalhador afirmou que o banco emitiu nota, [&#8230;]]]></description>
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<p>&nbsp;A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) n&atilde;o conheceu de recurso do HSBC Bank Brasil S.A. &#8211; Banco M&uacute;ltiplo contra decis&atilde;o que o condenou a pagar R$ 50 mil de indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral a um banc&aacute;rio. Demitido sob acusa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o comprovada de falta grave, o trabalhador afirmou que o banco emitiu nota, divulgada pela imprensa, informando a demiss&atilde;o de quatro gerentes, tr&ecirc;s caixas e dois supervisores &quot;em raz&atilde;o da comprova&ccedil;&atilde;o por terem cometido atos administrativos irregulares&quot;. &nbsp;</p>
<p>O caixa atuava no posto do HSBC na Assembleia Legislativa do Paran&aacute; (ALEP). Em mar&ccedil;o de 2010, reportagens revelaram um esquema de desvio de dinheiro dos cofres da ALEP por meio da contrata&ccedil;&atilde;o de &quot;funcion&aacute;rios fantasmas&quot; (laranjas). Segundo auditoria do banco, uma s&oacute; pessoa ia ao caixa e sacava os sal&aacute;rios de todos os funcion&aacute;rios fantasmas, sem a observ&acirc;ncia de normas legais.</p>
<p>Acusado de n&atilde;o ter o cuidado de conferir se a pessoa que estava sacando o dinheiro era o verdadeiro titular da conta, o banc&aacute;rio foi demitido por justa causa, revertida na primeira inst&acirc;ncia, porque n&atilde;o foi comprovada a acusa&ccedil;&atilde;o de conduta irregular. A senten&ccedil;a destacou que ele somente cumpria determina&ccedil;&otilde;es dos superiores quanto aos procedimentos a serem adotados naquele posto, e registrou que o caixa foi prejudicado em suas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais com colegas de trabalho e familiares por conta dessa situa&ccedil;&atilde;o, inclusive pela divulga&ccedil;&atilde;o da nota.</p>
<p>Em recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 9&ordf; Regi&atilde;o, o banco alegou que a dispensa decorreu da conduta do empregado e era prerrogativa legal do empregador. Sustentou ainda que n&atilde;o teve inten&ccedil;&atilde;o de manchar &quot;publicamente a imagem do banc&aacute;rio, com qualquer ataque p&uacute;blico &agrave; sua reputa&ccedil;&atilde;o&quot;. O trabalhador tamb&eacute;m recorreu, pleiteando aumento do valor da indeniza&ccedil;&atilde;o, e o TRT-PR majorou-a de R$ 25 mil para R$ 50 mil.</p>
<p>Em recurso ao TST, o HSBC alegou que o fato de n&atilde;o ter divulgado o nome do banc&aacute;rio afastaria a configura&ccedil;&atilde;o de ato il&iacute;cito. Mas, para o ministro Emmanoel Pereira, relator do recurso, &quot;a associa&ccedil;&atilde;o entre o banc&aacute;rio e o rol de empregados demitidos referidos na nota &eacute; imediata, especialmente no c&iacute;rculo privado de conhecidos, familiares, colegas de trabalho e amigos&quot;.</p>
<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o do relator, a divulga&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o do nome repercutiria apenas sobre a extens&atilde;o do dano, e n&atilde;o sobre a sua configura&ccedil;&atilde;o. &quot;O ato il&iacute;cito gerador do dever de reparar foi a divulga&ccedil;&atilde;o de acusa&ccedil;&atilde;o que se verificou falsa, pois, como visto no ac&oacute;rd&atilde;o regional, era infundada a alega&ccedil;&atilde;o e conduta desidiosa por parte do trabalhador&quot;, concluiu.</p>
<p>Fonte: TST</p>
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