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	<title>Falecido &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>BB é condenado por manter cobrança de FIES de aluno falecido</title>
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				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Tios do aluno explicaram que, uma semana após o óbito, as devidas providências foram tomadas para que não houvesse cobranças A turma Recursal Cível e Criminal do Colégio Recursal de São João da Boa Vista/SP condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 8 mil de dano moral para cada um dos dois fiadores que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tios do aluno explicaram que, uma semana após o óbito, as devidas providências foram tomadas para que não houvesse cobranças</p>
<p>A turma Recursal Cível e Criminal do Colégio Recursal de São João da Boa Vista/SP condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 8 mil de dano moral para cada um dos dois fiadores que foram cobrados por mensalidades do FIES de aluno falecido. Para o colegiado, as partes percorreram “verdadeira via crucis”, na tentativa de solução do problema.</p>
<p> </p>
<p>Duas pessoas ajuizaram ação contra o banco depois que não conseguiram realizar compras no cartão de crédito em razão de código de inadimplência no valor de mais de R$ 24 mil referente ao FIES do sobrinho, que faleceu. Na ação, explicaram que, uma semana após o óbito, as devidas providências foram tomadas para que não houvesse cobranças.</p>
<p> </p>
<p>O juízo de 1º grau verificou que, de fato, os tios adotaram as providencias necessárias para que as cobranças em seus nomes fossem interrompidas.</p>
<p> </p>
<p>Assim, o magistrado concluiu que a instituição financeira agiu ilicitamente ao patrocinar notificações, cobranças e bloqueios, “que acabaram a gerar grandes transtornos aos demandantes, conforme demonstrou a farta prova documental juntada aos autos”.</p>
<p> </p>
<p>“O que se vê, pois, é que a parte demandante se viu obrigada a percorrer verdadeira via crucis, na tentativa de solução do problema, diga-se, causado pela demandada.”</p>
<p> </p>
<p>Além de determinar a suspensão de todas as cobranças, o magistrado também determinou o pagamento de R$ 8 mil, a título de danos morais, para cada uma das partes.</p>
<p> </p>
<h4>Sentença mantida</h4>
<p>Diante da decisão, o banco apelou. No entanto, os magistrados da turma Recursal Cível e Criminal do Colégio Recursal negaram provimento ao recurso, mantendo a sentença.</p>
<p>Crédito: ijeab/freepik<br />Fonte: Migalhas.com.br</p>
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