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	<title>Extrema direita ataca defesa das mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Oposição na Câmara se mobiliza para derrubar decreto de combate à violência digital contra mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema direita ataca defesa das mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Digital contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao menos 13 projetos de parlamentares da extrema direita tentam sustar medida do governo Lula sobre violência digital A ofensiva da extrema direita contra iniciativas de regulação das plataformas digitais e de proteção às mulheres na internet ganhou força na Câmara dos Deputados. Ao menos 13 Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) apresentados por parlamentares do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-15c9ca3e6f816a5b0c4f635e51bc9093">Ao menos 13 projetos de parlamentares da extrema direita tentam sustar medida do governo Lula sobre violência digital</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ofensiva da extrema direita contra iniciativas de regulação das plataformas digitais e de proteção às mulheres na internet ganhou força na Câmara dos Deputados. Ao menos 13 Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) apresentados por parlamentares do PL, Novo, União Brasil, Republicanos e Missão tentam derrubar o Decreto nº 12.976/2026, editado pelo governo Lula para estabelecer diretrizes de enfrentamento à violência contra mulheres no ambiente digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em diversos casos, as propostas também miram o Decreto nº 12.975/2026, que regulamenta&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/colunista/diracom-comunicacao-e-democracia/2026/04/23/o-que-12-anos-do-marco-civil-da-internet-nos-diz-sobre-a-internet-hoje/">dispositivos do Marco Civil da Internet</a>. As iniciativas foram apresentadas por nomes como Carlos Jordy (PL-RJ), Bia Kicis (PL-DF), Caroline de Toni (PL-SC), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Kim Kataguiri (Missão-SP) e Gilson Marques (Novo-SC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos textos, os parlamentares alegam que os decretos extrapolam o poder regulamentar do Executivo e invadem competências do Congresso. Na prática, porém, os projetos buscam sustar medidas voltadas à responsabilização de plataformas digitais e à criação de mecanismos de proteção para mulheres vítimas de violência, assédio, perseguição e outras formas de agressão online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, defendeu a legitimidade da iniciativa do governo e afirmou que o decreto foi construído no âmbito do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2026/04/22/pacto-contra-o-feminicidio-completa-dois-meses-com-avancos-nas-medidas-de-protecao-as-mulheres/">Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Lopes, o Executivo optou por não aguardar a tramitação legislativa de uma proposta mais ampla sobre violência digital. “Nós entendemos que não dava para esperar, exatamente porque a gente não sabia o tempo. Então esse decreto veio como uma clara demarcação, não só do presidente Lula, mas do pacto, porque ele está inserido no pacto”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também ressaltou que os projetos para sustar a medida fazem parte da dinâmica parlamentar. “O decreto passa a vigorar a partir de 20 de julho agora. Os PDLs fazem parte do posicionamento dos parlamentares, da autonomia que eles têm”, afirmou.</p>
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