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	<title>Exploração &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Exploração &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TRABALHADOR NÃO É COLABORADOR: A ILUSÃO POR TRÁS DO EUFEMISMO CORPORATIVO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 06:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Da próxima vez que te chamarem de colaborador, lembre-se: você não colabora, você trabalha. E sem o seu trabalho, nada anda. A linguagem nunca é neutra. As palavras carregam ideologias, moldam percepções e, não raro, servem como instrumentos para diluir realidades incômodas. Nos últimos anos, o “mundo corporativo” (leia-se capitalismo) adotou com entusiasmo a substituição [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e225c980c5e3bbd0215b47798adfeebd">Da próxima vez que te chamarem de colaborador, lembre-se: você não colabora, você trabalha. E sem o seu trabalho, nada anda.</h4>



<p>A linguagem nunca é neutra. As palavras carregam ideologias, moldam percepções e, não raro, servem como instrumentos para diluir realidades incômodas. Nos últimos anos, o “mundo corporativo” (leia-se capitalismo) adotou com entusiasmo a substituição de termos como “trabalhador” ou “empregado” por “colaborador” ou “parceiro”. À primeira vista, a mudança parece inofensiva, quase um gesto de inclusão. Por trás dela, porém, esconde-se um projeto mais profundo: negar o conflito de classes e a assimetria intrínseca às relações trabalhistas, transformando desigualdades estruturais em uma ilusão de harmonia.</p>



<p>A escolha da expressão “colaborador” não é casual. Derivada do latim collaborare (“trabalhar junto”), a palavra sugere uma relação horizontal e supostamente igualitária entre patrões e empregados. <strong>Essa narrativa, contudo, ignora um fato essencial:</strong> a relação de emprego é, por definição, vertical – hierárquica – e baseada em subordinação. O trabalhador vende sua força de trabalho em troca de salário, enquanto o empregador detém o poder de ditar condições, horários e metas. Chamá-lo de “colaborador”, portanto, é uma tentativa de camuflar essa dinâmica de poder, como se ambos os lados compartilhassem riscos e lucros em igual medida.</p>



<p>Mais do que uma disputa vocabular, trata-se de um esforço estratégico para enfraquecer a consciência de classe. <strong>Ao substituir “empregado” por “colaborador”, busca-se diluir a noção de interesses divergentes:</strong> de um lado, o trabalhador busca salários dignos e qualidade de vida; de outro, o empregador visa reduzir custos e ampliar lucros. Essa tensão é inerente ao capitalismo, e fingir que ela não existe beneficia principalmente quem está no topo da pirâmide.</p>



<p>Não por acaso, o Direito do Trabalho surgiu como resposta a esses conflitos, fruto de lutas históricas por dignidade. Normas como jornada máxima, salário mínimo e proteção contra demissões arbitrárias reconhecem a vulnerabilidade do trabalhador frente ao poder econômico. A atual flexibilização dessas leis — muitas vezes justificada como “modernização” ou “estímulo ao empreendedorismo” — reflete, sob uma perspectiva crítica, um movimento de desmonte de conquistas sociais, convertendo direitos em mercadorias negociáveis.</p>



<p>Diante desse cenário, a insistência no termo “colaborador” não é ingênua. Ela caminha lado a lado com essas práticas de destruição dos direitos trabalhistas, com práticas como a terceirização indiscriminada, a pejotização e o trabalho por plataformas, que transferem riscos do empregador para o trabalhador.</p>



<p>Se o empregado é um “parceiro”, a lógica perversa questiona: por que precisaria de carteira assinada, férias ou décimo terceiro?</p>



<p><strong>A linguagem, aqui, torna-se um cavalo de Troia:</strong> sob um verniz de igualdade, reforça a precarização das relações laborais.</p>



<p>Subestimar o poder das palavras é um erro perigoso.</p>



<p><strong>Quando um trabalhador é rebatizado de “colaborador”, sua condição material não muda:</strong> ele continua sujeito a ordens, metas abusivas e à ameaça do desemprego. O que muda é a percepção de sua realidade. Se não há patrão, não há luta; se não há exploração, não há resistência. Rejeitar esse eufemismo, portanto, é um ato de reafirmação da luta de classes, não mero purismo linguístico.</p>



<p>Trabalhadores não são colaboradores. São sujeitos de direitos, protagonistas de suas histórias e agentes essenciais na construção da riqueza que, hoje, segue concentrada desproporcionalmente. Reconhecer isso é o primeiro passo para exigir um mundo onde a dignidade não seja confundida com favor, e onde a linguagem não sirva para mascarar, mas para revelar as estruturas de poder.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A situação dos sindicatos frente a essa questão</h4>



<p>A insistência no termo “colaborador” também mina a força coletiva dos sindicatos. Essas organizações dependem da identificação comum dos trabalhadores como classe com interesses compartilhados e antagônicos aos dos empregadores. Ao promover a ideia de uma parceria supostamente igualitária, o discurso do “colaborador” fragmenta essa unidade, substituindo a noção de coletivo por uma lógica individualista.</p>



<p>Se cada trabalhador é visto como um “parceiro” autônomo do empregador, a necessidade de representação sindical parece menos evidente, como se conflitos pudessem ser resolvidos caso a caso, por meio de negociações pessoais. Na prática, essa narrativa desarma os trabalhadores: sem perceberem-se como grupo com demandas estruturais, tornam-se mais vulneráveis às pressões patronais e menos propensos a mobilizar-se por direitos coletivos.</p>



<p>Não é coincidência que a ascensão desse vocabulário ocorra paralelamente às políticas de flexibilização trabalhista e ao declínio das taxas de sindicalização. Afinal, um “colaborador” não entra em greve – ele “dialoga”. Não exige direitos – “sugere melhorias”.</p>



<p><strong>A linguagem, aqui, é ferramenta de desmobilização:</strong> ao apagar as linhas de conflito, esvazia a razão de existir dos sindicatos. Se não há trabalhadores unidos por condições precárias, mas apenas “colaboradores” isolados buscando “crescimento mútuo”, a resistência organizada perde sentido.</p>



<p>Os sindicatos, então, enfraquecem não por irrelevância, mas porque o próprio terreno de luta é sutilmente envenenado por palavras que dissolvem a noção de exploração.</p>



<p>O eufemismo, portanto, não se limita a camuflar as hierarquias sociais – ele também enfraquece diretamente a capacidade da classe trabalhadora de se organizar politicamente. Onde deveria existir união e luta por direitos comuns, insinua-se a falsa ideia de que patrões e empregados são “parceiros” em igualdade de condições. Dessa forma, mina-se a solidariedade essencial para a ação coletiva.</p>



<p><strong>As consequências são concretas:</strong> a perda de força nas negociações, a aceitação passiva de desigualdades e a perpetuação de um sistema em que quem controla o capital dita as regras do jogo.</p>



<p>Rejeitar a linguagem que disfarça essa realidade não é mera discussão semântica – <strong>é um ato político</strong>.</p>



<p>Defender termos como “trabalhador” fortalece a identidade de classe e reafirma a urgência dos sindicatos como ferramentas de resistência e mudança social.</p>



<p>A escolha das palavras, aqui, define de qual lado da trincheira ideológica estamos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>‘Abuso sexual infantil deixa marcas para a vida inteira’, alertam especialistas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/abuso-sexual-infantil-deixa-marcas-para-a-vida-inteira-alertam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 07:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso sexual infantil]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças, educadoras explicaram a importância de políticas de prevenção A cada hora, mais de duas crianças ou adolescentes são vítimas de abuso sexual no Brasil, segundo dados do Disque 100 e do Ministério da Saúde. Apesar de alarmante, esse número pode ser ainda maior, já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3e4bb4ff366e717033a58abdf2cc8e01">No Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças, educadoras explicaram a importância de políticas de prevenção</h4>



<p>A cada hora, mais de duas crianças ou adolescentes são vítimas de abuso sexual no Brasil, segundo dados do Disque 100 e do Ministério da Saúde. Apesar de alarmante, esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos não chegam ao conhecimento das autoridades.</p>



<p>No domingo, 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, especialistas reforçaram que enfrentar esse problema exige conscientização, acolhimento e, principalmente, prevenção.</p>



<p>A psicóloga Neusa Maria, que é co-fundadora do projeto <a href="https://www.eumeprotejo.com/" data-type="link" data-id="https://www.eumeprotejo.com/">Eu Me Protejo</a>, alerta: “O abuso sexual causa danos profundos que podem se estender por toda a vida. Muitas vezes desencadeia doenças psíquicas como transtorno de estresse pós-traumático, depressão e ansiedade. Ele também pode elevar o risco de dependência química e até criar comportamentos violentos futuramente”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abuso disfarçado de afeto</h4>



<p>O abuso sexual na infância quase sempre ocorre num contexto de confiança e afeto, o que dificulta a percepção e denúncia pela criança. Segundo o relatório Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, 85,1% dos autores de crimes de assédio contra uma criança são pessoas conhecidas da vítima.</p>



<p>“O que acontece é que, muitas vezes, a criança nem se dá conta de que aquilo é uma violência sexual, porque não vem, necessariamente, acompanhada de agressão física. No caso da violência intrafamiliar, ela costuma vir disfarçada de carinho e amor. A criança não entende como abuso algo que o adulto, que deveria protegê-la, está fazendo”, alerta Neusa Maria.</p>



<p>Mesmo assim, o silêncio persiste, alimentado pelo tabu social. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que apenas 8,5% desses crimes são denunciados às autoridades policiais e entram nos sistemas oficiais de registro. “A escola, a família e a sociedade raramente falam abertamente sobre violência sexual infantil. Isso facilita a naturalização e o aumento dos casos. Muitas vezes, só nos sensibilizamos quando uma tragédia acontece, como a morte de uma criança vítima de abuso”, lamenta a psicóloga.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção começa cedo</h4>



<p>A educação para prevenir o abuso sexual infantil ainda é falha no Brasil. Poucas famílias e escolas públicas têm acesso a materiais acessíveis e de qualidade que orientem crianças e responsáveis a identificar sinais de abuso e saber como agir.</p>



<p>Para a jornalista Patrícia Almeida, também fundadora do Eu Me Protejo, é fundamental ensinar desde cedo que as crianças têm direito sobre o próprio corpo. “Tem que começar lá na pré-escola. Desde que a criança nasce, você já vai ensinando consentimento.Quando aprendem isso, elas ganham voz e coragem para denunciar”, afirma.</p>



<p>Ela criou a organização quando percebeu que um conteúdo que fez para sua filha com síndrome de Down sobre como defender seu corpo estava ganhando popularidade entre especialistas: “Usamos materiais educativos, vídeos e cartilhas com linguagem simples e imagens que facilitam o entendimento para crianças, mesmo aquelas com deficiência. Nosso objetivo é que elas reconheçam situações de abuso e saibam que podem falar sobre isso”, explica.</p>



<p>O projeto, portanto, surgiu com o propósito de atuar nos espaços da sociedade que elas identificaram insuficiências na educação e proteção da infância. Para Patrícia, “não é só uma responsabilidade da família ensinar as crianças a se protegerem. Isso tem que estar na escola”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sinais de abuso</h4>



<p>Reconhecer mudanças no comportamento das crianças pode ser fundamental para interromper o ciclo da violência. Entre os principais sinais de alerta estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Isolamento repentino</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Agressividade incomum</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Distúrbios no sono</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Automutilação</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Medo de estar com determinados adultos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regressão no comportamento (como voltar a urinar na cama)</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Quem mais sofre</h4>



<p>A violência sexual não atinge todas as crianças igualmente: crianças negras e com deficiência estão em maior risco. A pobreza também amplia a vulnerabilidade, especialmente em casos de mãe solo, que precisam deixar seus filhos com terceiros para trabalhar.</p>



<p>Os dados confirmam esse cenário: Em 2023, quase 90% das vítimas de violência sexual infantil eram do sexo feminino, e 52,8% eram negras. A faixa etária mais atingida é a de 10 a 14 anos, mas o registro de casos de menores de 4 anos aumentou em quase 25% em 2023.</p>



<p>Em crianças com deficiência, a comunicação muitas vezes é diferente. Com isso, é preciso observar alterações no olhar e no comportamento.</p>



<p>A psicóloga Neusa Maria relembra um caso emblemático: durante uma palestra em um abrigo para crianças com deficiência, uma adolescente com paralisia cerebral conseguiu relatar um abuso apenas com movimentos dos olhos. “Isso mostra a importância da atenção e da escuta sensível para proteger essas crianças.” Semanas depois, descobriram que a jovem estava grávida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acolhimento e rede de proteção</h4>



<p>Apesar dos esforços coletivos, a rede pública ainda é insuficiente para garantir acolhimento e atendimento adequados. “Falta uma articulação integrada entre saúde, assistência social, justiça e educação para dar seguimento às denúncias”, afirma Patrícia.</p>



<p>Existe uma lacuna nos protocolos de como agir nesses casos. Muitas vezes, a ocorrência de um assédio contra uma criança é jogada de um lado para o outro, passando por diversas instituições, sem receber o apoio correto ou uma solução. Órgãos como o Conselho Tutelar, Delegacias Especializadas, Ministério Público, escolas e UBSs não têm sistemas claros de comunicação e as informações acabam se perdendo ou não chegando a uma denúncia e investigação eficaz.</p>



<p>“Quanto mais canais de denúncia e quanto mais pessoas informadas, mais notificações teremos — e com mais estatísticas, mais políticas públicas”, ressalta a jornalista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Canais oficiais de denúncia</h4>



<p>Além do trabalho fundamental realizado por institutos como o Eu Me Protejo, que atuam na prevenção e orientação sobre o abuso sexual infantil, existem diversos canais oficiais destinados a receber denúncias e garantir proteção às vítimas.</p>



<p>O Disque 100 é a Central de Direitos Humanos do Governo Federal, com atendimento gratuito, anônimo e disponível 24 horas por dia para receber denúncias de violação dos direitos humanos, incluindo violência sexual contra crianças e adolescentes.</p>



<p>Os Conselhos Tutelares, presentes em todos os municípios, são órgãos responsáveis por zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes. Podem ser acionados diretamente pela população em casos de suspeita ou confirmação de abuso.</p>



<p>As Delegacias da Mulher (DEAMs) são especializadas no atendimento a vítimas de violência contra mulheres e crianças, oferecendo suporte e abrindo inquéritos policiais para investigação e responsabilização dos agressores.</p>



<p>O Aplicativo Proteja Brasil, desenvolvido em parceria pela UNICEF e o Ministério dos Direitos Humanos, permite que qualquer pessoa faça denúncias diretamente pelo celular, de forma prática, rápida e segura, facilitando o acesso aos órgãos competentes.</p>



<p>Em situações de emergência, a Polícia Militar (190) deve ser acionada para garantir a segurança da vítima e o pronto atendimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco Mercantil tem lucro recorde em 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-mercantil-tem-lucro-recorde-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 09:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercantil do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Consignado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[Lucros Recordes]]></category>
		<category><![CDATA[Mercantil]]></category>
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					<description><![CDATA[O lucro líquido do banco em 2024 foi de R$ 752 milhões &#8211; alta de de 79% &#8211; e a maior participação de mercado em originação de crédito consignado da sua história O banco Mercantil, instituição financeira voltada ao público com mais de 50 anos, fechou o ano de 2024 com dois marcos: um lucro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5367f95c4d049582cb79131b44f46457">O lucro líquido do banco em 2024 foi de R$ 752 milhões &#8211; alta de de 79% &#8211; e a maior participação de mercado em originação de crédito consignado da sua história</h4>



<p>O banco Mercantil, instituição financeira voltada ao público com mais de 50 anos, fechou o ano de 2024 com dois marcos: um lucro líquido de R$ 752 milhões &#8211; aumento anual de 79% &#8211; e a maior participação de mercado em originação de crédito consignado da sua história, alcançando 11,3% de market share (participação de mercado).</p>



<p>No quarto trimestre de 2024, o lucro líquido foi de R$ 205 milhões, representando um crescimento de 36% em relação ao mesmo período em 2023.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aqui não! <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-toma-providencias-contra-assedio-no-banco-mercantil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-toma-providencias-contra-assedio-no-banco-mercantil/">Sindicato toma providências contra assédio no banco Mercantil</a></h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-59737" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-1024x576.jpeg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-300x169.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-150x84.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-768x432.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-1536x864.jpeg 1536w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-1100x619.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-600x338.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04-20x11.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-04.42.04.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Foto</strong> <em>Fabiano Couto</em></figcaption></figure>



<p>Esse é o maior desempenho trimestral já registrado na trajetória do banco e o nono trimestre consecutivo de lucro líquido recorde.</p>



<p>O patamar de rentabilidade do Mercantil mantém-se em uma posição privilegiada na indústria, sendo observado na evolução do ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) ao final de 2024, atingindo 41,3% na visão dos últimos 12 meses.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mercantil-arrisca-seguranca-dos-funcionarios-para-atrair-clientes-na-rua/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/mercantil-arrisca-seguranca-dos-funcionarios-para-atrair-clientes-na-rua/">Mercantil arrisca segurança dos funcionários para atrair clientes na rua!!!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nos 80 anos da CLT, Câmara debate excluídos do trabalho e regulação para aplicativos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nos-80-anos-da-clt-camara-debate-excluidos-do-trabalho-e-regulacao-para-aplicativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 16:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho precário]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo ainda discute como mexer em pontos da “reforma trabalhista” de 2017, que também foi tema do debate Sessão solene na Câmara dos Deputados, realizada ontem (22), homenageou os 80 anos da&#160;Consolidação das Leis do Trabalho&#160;(CLT) e discutiu o que fazer com os “excluídos” da legislação, como os informais e os trabalhadores por aplicativos (Apps). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Governo ainda discute como mexer em pontos da “reforma trabalhista” de 2017, que também foi tema do debate</h4>



<p></p>



<p>Sessão solene na Câmara dos Deputados, realizada ontem (22), homenageou os 80 anos da&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/no-1o-de-maio-atos-discutem-direitos-democracia-e-legado-da-clt-80-anos/">Consolidação das Leis do Trabalho</a>&nbsp;(CLT) e discutiu o que fazer com os “excluídos” da legislação, como os informais e os trabalhadores por aplicativos (Apps). Pesquisa do instituto Datafolha mostrou que a maioria deles rejeita o “abrigo” da CLT.</p>



<p>Para o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Lelio Bents Corrêa, essa é uma questão que precisa ser investigada. “O que se tem visado é o desmonte de direitos sociais consagrados não apenas na CLT, mas na própria Constituição Cidadã de 88. Tem-se buscado aniquilar a essência do Direito do Trabalho, corrompendo o seu sentido primordial, que é a proteção de trabalhadores e trabalhadoras em face dos abusos do capital”, afirmou o magistrado. “Alterações no texto da norma consolidada para desregulamentar e flexibilizar direitos, ou sem amplo diálogo social, dificilmente passariam pelo crivo dos controles de constitucionalidade e de convencionalidade”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Negociação coletiva</strong></h4>



<p>A regulação do trabalho em aplicativos é um dos temas em análise pelo governo, que pretende apresentar uma proposta a respeito. Nesta terça-feira (23), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reuniu-se em Brasília com representantes de centrais sindicais para discutir medidas que valorizem a negociação coletiva.</p>



<p>O governo também discute revisão de alguns itens da “reforma” trabalhista implementada em 2017, que resultou na Lei 13.467. Entre os pontos que devem ser revistos, estão a ultratividade (validade dos acordos coletivos até sua renovação) e o trabalho intermitente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Capataz algoritmo</strong></h4>



<p>Na sessão da Câmara, o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, afirmou que a lei deve ser um “piso” para a negociação. “O capataz deste novo patrão que não tem rosto é um algoritmo que exclui eles das relações de trabalho sem nenhuma justificativa. Uma das maiores queixas destes trabalhadores e entregadores por aplicativos é a exclusão que eles sofrem das plataformas sem nenhuma justificativa dada pela qual ele foi excluído”, disse o dirigente, citando sua categoria, a de professores. “Vários cursos estão sendo oferecidos em plataformas em que um professor fica 12, 16 horas sentado diante de um computador, aguardando receber um aluno para poder receber por alguns minutos que trabalha.”</p>



<p>O deputado Vicentinho (PT-SP) informou que está organizando a Frente Parlamentar em Defesa dos Trabalhadores da Economia Informal. Ele deverá ser o relator de projetos sobre trabalhadores em plataformas. “E a CLT tem tudo a ver com isso. Porque é a CLT que faz o combate ao trabalho escravo, a CLT que surgiu para garantir um mínimo de direitos. Para colocar no Estado brasileiro, como estrutura do Estado, o direito a sermos tratados bem, com respeito.” A sessão foi iniciativa de Vicentinho (ex-presidente da CUT) e do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS).</p>



<p>Já o presidente da Associação Nacional de Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Luiz Antonio Colussi, ressaltou que a CLT é resultado de luta popular. E agora o país enfrenta um processo de precarização e redução de direitos. “Nós esperamos que o Parlamento consiga acabar com essa sangria. Por isso se faz necessário investirmos no Estatuto do Trabalho. Corrigirmos pontos inconstitucionais, ilegais e inconvencionais da reforma trabalhista”, afirmou.</p>
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		<title>Lucro do Santander cresce 14,4% e representa 21% do resultado mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Baixos Salários]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
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					<description><![CDATA[O Santander Brasil obteve um lucro l&#237;quido gerencial de R$ 1,6 bilh&#227;o neste primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 14,4% em rela&#231;&#227;o ao mesmo per&#237;odo de 2014 e alta de 7,3% na compara&#231;&#227;o com o quarto trimestre do ano passado. O retorno sobre o patrim&#244;nio l&#237;quido m&#233;dio anualizado (ROE) ficou em 12,8%, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>O Santander Brasil obteve um lucro l&iacute;quido gerencial de R$ 1,6 bilh&atilde;o neste primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 14,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2014 e alta de 7,3% na compara&ccedil;&atilde;o com o quarto trimestre do ano passado. O retorno sobre o patrim&ocirc;nio l&iacute;quido m&eacute;dio anualizado (ROE) ficou em 12,8%, com crescimento de 1,6 ponto percentual em doze meses.&nbsp;</p>
<p>Os n&uacute;meros brasileiros puxaram o resultado global do banco espanhol, que registrou lucro l&iacute;quido de 1,72 bilh&atilde;o de euros no primeiro trimestre de 2015, ante 1,3 bilh&atilde;o de euros um ano antes. O Brasil contribuiu com 21%, deixando para tr&aacute;s o Reino Unido, com 20%, e a Espanha, com 15%.&nbsp;</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>Patrim&ocirc;nio l&iacute;quido e carteira de cr&eacute;dito</strong></em></span></p>
<p>A carteira de cr&eacute;dito ampliada tamb&eacute;m registrou alta de 18,0% no mesmo per&iacute;odo, atingindo um montante de R$ 324,7 bilh&otilde;es. As opera&ccedil;&otilde;es com pessoas f&iacute;sicas cresceram 5,8% em rela&ccedil;&atilde;o a mar&ccedil;o de 2014, chegando a R$ 79,8 bilh&otilde;es. J&aacute; as opera&ccedil;&otilde;es com pessoas jur&iacute;dicas alcan&ccedil;aram R$ 142,1 bilh&otilde;es, com alta de 28,0%.&nbsp;</p>
<p>O segmento de grandes empresas cresceu 39,5%, em compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre passado, mas o de pequenas e m&eacute;dias empresas caiu 0,7%, assim como a carteira de &quot;financiamento ao consumo&quot;, gerada fora da rede de ag&ecirc;ncias, com queda de 3,3% em 12 meses, totalizando R$ 36,2 milh&otilde;es.&nbsp;</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>Inadimpl&ecirc;ncia em queda</strong></em></span></p>
<p>O &iacute;ndice de inadimpl&ecirc;ncia superior a 90 dias apresentou queda de 0,8 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trimestre de 2014, ficando em 3,0%. Com isso, foram reduzidas as despesas com provis&otilde;es para cr&eacute;ditos de liquida&ccedil;&atilde;o duvidosa (PDD) em 10,0%, totalizando R$ 2,1 bilh&otilde;es.&nbsp;</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>Efeito Selic</strong></em></span></p>
<p>O crescimento das receitas com t&iacute;tulos e valores mobili&aacute;rios foi diretamente influenciado pelos sucessivos aumentos na taxa Selic, com crescimento expressivo de 59,2%, fechando em R$ 7,0 bilh&otilde;es. A receita com presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os mais a renda das tarifas banc&aacute;rias cresceu 7,4% em doze meses, totalizando R$ 2,8 bilh&otilde;es.&nbsp;</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>Postos de trabalho</strong></em></span></p>
<p>As despesas de pessoal subiram 5,7%, atingindo R$ 1,9 bilh&atilde;o. Assim, em mar&ccedil;o, a cobertura dessas despesas pelas receitas secund&aacute;rias do banco foi de 151,96%.</p>
<p>A holding encerrou o primeiro trimestre com 49.910 empregados, com aumento de 1.259 postos de trabalho, em rala&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2014. Foram fechadas 2 ag&ecirc;ncias e 82 PAB&#39;s. Apesar da redu&ccedil;&atilde;o, a carteira de clientes cresceu significativamente, com 1,3 milh&atilde;o a mais em um ano.</p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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