<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>exploração Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/exploracao-santander/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>exploração Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Santander: sofrimento dos funcionários pouco importa!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-sofrimento-dos-funcionarios-pouco-importa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[escravização no Santander]]></category>
		<category><![CDATA[exploração Santander]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=11476</guid>

					<description><![CDATA[Movimento sindical cobrou mais contratações, respostas para descontos relacionados à gastos nos plano de saúde feitos diretamente na conta corrente dos bancários, retorno ao trabalho presencial e utilização do WhatsApp Business Em negociação com a Comissão de Organização dos Empregados (COE), o Santander não apresentou respostas razoáveis e muito menos soluções para problemas detalhados em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Movimento sindical cobrou mais contratações, respostas para descontos relacionados à gastos nos plano de saúde feitos diretamente na conta corrente dos bancários, retorno ao trabalho presencial e utilização do WhatsApp Business</p>
<p></p>
<p>Em negociação com a Comissão de Organização dos Empregados (COE), o Santander não apresentou respostas razoáveis e muito menos soluções para problemas detalhados em uma pauta em posse do banco desde o dia 22 de julho.</p>
<p> Na reunião realizada virtualmente ontem, quarta-feira 4, os representantes dos trabalhadores cobraram mais contratações, respostas para descontos relacionados à gastos nos plano de saúde feitos diretamente na conta corrente dos bancários, retorno ao trabalho presencial e utilização do WhatsApp Business.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mais contratações</strong></p>
<p>A COE, que representa os trabalhadores nas negociações frente ao banco, enfatizou a urgência de mais contratações, devido ao grave quadro de sobrecarga de trabalho causado por falta de funcionários.</p>
<p> Foi enfatizado que os lucros do banco aumentam a cada período, assim como a carteira de clientes. Em contrapartida, o número de bancários está sendo reduzido – pela primeira vez desde 2012 o Santander possui menos de 45 mil bancários, em um contexto de aumento de pressão pelo cumprimento de metas abusivas para obtenção de lucros cada vez maiores, o que está resultando em uma epidemia de adoecimentos relacionados ao trabalho.</p>
<p> O Santander alegou que promoveu duas mil contratações. O número foi questionado porque o último balanço do banco mostra que houve apenas 78 contratações no semestre.</p>
<p> </p>
<p>Os sindicalistas afirmaram que essas 2 mil contratações foram de trabalhadores terceirizados e não de bancários. A realidade é que o Santander divide trabalhadores por categorias, retira direitos, precariza cada vez mais o trabalho e o banco, na maior cara-de-pau, ainda alega que a automatização e a mudança de processos internos dentro das agências resultou em redução de trabalho para os bancários. As agências estão lotadas e os trabalhadores estão sobrecarregados e cada vez mais adoecidos, ressaltaram.</p>
<p> </p>
<p><strong>Assistência médica de trabalhadores afastados</strong></p>
<p>Muitos bancários reclamam que o Santander passou a fazer o desconto do convênio médico em conta corrente, e não em folha de pagamento. O banco alegou que isso só ocorre quando não há saldo na folha de pagamento, e que, no seu entendimento, sempre que utilizado, o convênio médico precisa ser pago ou seja, é uma relação de consumo.</p>
<p> Os representantes dos funcionários dizem que esses trabalhadores já estão numa situação extremamente delicada de adoecimento e não é uma opção usar o convênio médico. Os trabalhadores são obrigados a usá-lo. É uma situação que está acima da escolha e é justamente nesses momentos da vida que eles utilizam mais o convênio médico, e que, ao contrário do trabalhador, o banco tem total condição de arcar com esse custo durante esse afastamento sem complementação e só efetuar esses descontos quando o trabalhador retornar ao trabalho com os devidos parcelamento que facilitem a vida do trabalhador.</p>
<p> O argumento aqui é humanitário. O trabalhador está adoecido, na grande maioria das vezes por causa do trabalho exercido no banco. Portanto, o banco tem responsabilidade e total condição financeira de ajudar o trabalhador nesse momento.</p>
<p> O banco alega que é responsabilidade do funcionário ter a previsão desse custo e portanto ter dinheiro em conta para efetuar esse pagamento. Os sindicaliistas discordaram da justificativa e o RH se comprometeu a retomar a discussão interna no banco e dar uma resposta sobre este tema nos próximos dias.</p>
<p> </p>
<p><strong>Retorno ao trabalho presencial</strong></p>
<p>O Santander informa que, a partir da segunda quinzena de agosto, fará o retorno gradual dos trabalhadores para atividades presenciais. Permanecerão em casa os trabalhadores de maior risco, mesmo os que tiverem sido vacinados com as duas doses.</p>
<p> Os representantes do banco disseram que não é possível informar o percentual de retorno presencial agora, porque ele pode variar muito, considerando as condições de cada área e a necessidade do trabalho presencial. O Santander se comprometeu a ter sensibilidade com pais e mães cujos filhos ainda não tenham retornado para a escola, além de outras questões de mobilidade.</p>
<p> A COE discordou do retorno presencial tencionado pelo banco, pois entende que é um risco grande para todos os envolvidos, pois mesmo que a pessoa tenha tomado as duas doses, poderá não estar imunizada e poderá contaminar outras pessoas. Foi enfatizado que a variante delta está em circulação no território nacional, em alguns estados, já responde por 45% das contaminações, o que causa muita preocupação.</p>
<p> Essa discussão será retomada pelo comando nacional dos bancários e pela fenaban, mas a COE já sinalizou ao Santander o risco que ele assume ao obrigar os trabalhadores ao retorno presencial, e reforçou que, mais uma vez, o banco não ouve o movimento sindical, e nem os trabalhadores, que também expressam grande preocupação com o retorno. </p>
<p><strong>WhatsApp Business</strong></p>
<p>O Santander informou que está proibida a utilização do aplicativo WhatsApp Business para tratar de assuntos relacionados ao banco, devido a uma questão de segurança da informação. Também informou que o número de telefone fixo da mesa, que antes era no banco, agora foi transferido para os notebooks e computadores, e que disponibilizou um guia com orientações para utilização do WhatsApp, disponível na academia do Santander, para o caso de o bancário utilizar o aplicativo para conversar com o cliente.</p>
<p> O Sindicato, contudo, recomenda que os bancários não utilizem os WhatsApp para conversar com o cliente, porque isso envolve segurança da informação e uma porção de responsabilidades civis que podem resultar em responsabilização do trabalhador.</p>
<p> “Diante dos riscos, orientamos que os bancários utilizem apenas os canais institucionais disponibilizados pelo Santander. Caso o gestor continue pressionando para que faça atendimento pelo WhatsApp pessoal, ou para que permaneça utilizando o WhatsApp Business, os bancários devem denunciar ao Sindicato, que irá informar o RH para que oriente o gestor. A identidade do bancário que fizer a denúncia será mantida em sigilo.”</p>
<p> </p>
<p>“Toda essa pauta foi enviada ao Santander em 22 de julho, o banco desmarcou várias reuniões e, agora, veio à mesa de negociação sem respostas num verdadeiro desrespeito com a vida dos funcionários, com o sofrimento diário, com ironia diz que a informatização diminuiu o trabalho dos bancários. Por conta disso que o banco foi multado em 50 milhões pela 60º Vara do Trabalho”, explica Fabiano Couto, secretário de comunicação do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionário do Santander.</p>
<p> </p>
<p>No despacho, o juiz da 60ª Vara do Trabalho de SP, Jeronimo Azambuja Franco Neto, mencionou a obra Trabalhadores do mundo: Ensaios para uma História Global do Trabalho, do historiador holandês Marcel Van Der Linden.</p>
<p> “Nessa obra, a classe trabalhadora é definida por uma força centrípeta cuja base central para caracterização da subalternidade é definida pela ‘mercantilização coagida de sua força de trabalho’. A atuação sindical e a negociação coletiva são inversamente proporcionais à coação mercantilista: quanto menos atuação sindical e negociação coletiva, maior será a coação mercantilista – como no exemplo do trabalho escravizado.”</p>
<p>Fonte: SP Bancários com edição da Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
