<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Exaustão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/exaustao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Oct 2026 06:24:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Exaustão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O preço da Nova Reforma Previdenciária de Flávio Bolsonaro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-preco-da-nova-reforma-previdenciaria-de-flavio-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 06:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Exaustão]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Reforma Previdenciária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=71254</guid>

					<description><![CDATA[O projeto do candidato de elevar a aposentadoria para 70 anos (homens) e 67 (mulheres) condena o trabalhador à exaustão e ignora a desigualdade social do país. A promessa de um futuro seguro após décadas de trabalho árduo parece estar se transformando em uma miragem cada vez mais distante para o trabalhador brasileiro. Nos bastidores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">O projeto do candidato de elevar a aposentadoria para 70 anos (homens) e 67 (mulheres) condena o trabalhador à exaustão e ignora a desigualdade social do país.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa de um futuro seguro após décadas de trabalho árduo parece estar se transformando em uma miragem cada vez mais distante para o trabalhador brasileiro. Nos bastidores e nas propostas econômicas que orbitam a campanha de Flávio Bolsonaro, gesta-se uma nova investida contra os direitos sociais: a imposição de idades mínimas extenuantes para a aposentadoria, ventilando patamares de até 70 anos para homens e 67 anos para mulheres. Sob o verniz técnico de &#8220;ajuste fiscal&#8221; e &#8220;sustentabilidade de longo prazo&#8221;, esconde-se uma proposta que flerta abertamente com a desumanização do trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A Desconexão com a Realidade do Brasil Profundo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Discutir exigências de permanência no mercado de trabalho até os 70 anos ignora por completo a realidade socioeconômica do país. O Brasil real é aquele onde a informalidade assola milhões, onde a pejotização precariza as relações de emprego e onde a expectativa de vida saudável varia drasticamente dependendo da região e da classe social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exigir que um trabalhador permaneça na ativa até essa idade é, na prática, condená-lo a uma condenação perpétua ao desgaste físico. Para a imensa maioria da população, essa idade mínima não funciona como uma regra de transição, mas sim como uma barreira intransponível: uma licença para morrer antes de conseguir se aposentar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Peso Desproporcional sobre as Mulheres</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora discursos neoliberais tentem emplacar a unificação e o encarecimento das regras sob o argumento de igualdade, a medida desconsidera a histórica divisão sexual do trabalho. As mulheres brasileiras acumulam jornadas duplas ou triplas, somando o trabalho formal ou informal ao peso invisível do cuidado doméstico e familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elevar o patamar exigido para o descanso significa ignorar que o corpo feminino e a exaustão mental acumulada ao longo de décadas não recebem a devida reparação social. A proposta penaliza justamente quem já carrega as maiores vulnerabilidades do mercado de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para Quem é a Conta?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O aspecto mais revoltante dessas diretrizes econômicas reside na seletividade do sacrifício. Enquanto o trabalhador urbano e rural é instado a suar a camisa até a velhice avançada para &#8220;salvar as contas públicas&#8221;, categorias de privilégio histórico — como altos cargos do Judiciário e as patentes militares — continuam intocadas em seus regimes próprios e generosas aposentadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conta da suposta crise fiscal recai, invariavelmente, sobre o elo mais fraco da corrente. Em vez de combater privilégios, taxar grandes fortunas ou auditar a dívida pública que drena o orçamento da União, prefere-se apostar na exaustão do povo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conclusão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A nova investida reformista ventilada pela ala bolsonarista revela uma visão de Estado onde o cidadão é visto apenas como engajamento produtivo até a última gota de energia. Negar o direito ao descanso digno na velhice é roubar a perspectiva de uma vida pós-trabalho minimamente humana. O Brasil não precisa de reformas que enterrem o futuro dos seus trabalhadores; precisa, isso sim, de coragem para cobrar de quem realmente pode pagar a fatura do desenvolvimento nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/o-que-flavio-bolsonaro-propoe-aos-trabalhadores/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/o-que-flavio-bolsonaro-propoe-aos-trabalhadores/">O que Flávio Bolsonaro propõe aos trabalhadores?</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de burnout atinge profissionais de todas as áreas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-atinge-profissionais-de-todas-as-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança po Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Exaustão]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=9282</guid>

					<description><![CDATA[Cansaço extremo é apenas um dos sintomas do distúrbio Carolina* sentiu durante meses dores de garganta e problemas estomacais que ocorriam com frequência antes de entrar em sala de aula. Professora, ela ministrava aulas para crianças e adolescentes do Ensino Fundamental e Médio.   “O primeiro sintoma foi adoecer antes das aulas, mas eu também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cansaço extremo é apenas um dos sintomas do distúrbio<br />
</p>
<p><strong>Carolina*</strong> sentiu durante meses dores de garganta e problemas estomacais que ocorriam com frequência antes de entrar em sala de aula. Professora, ela ministrava aulas para crianças e adolescentes do Ensino Fundamental e Médio.</p>
<p> </p>
<p><em>“O primeiro sintoma foi adoecer antes das aulas, mas eu também senti muita insônia, ansiedade e tristeza na época. Uma sensação de não saber mais o conteúdo, de chegar ao ponto de esquecer coisas simples, principalmente quando me perguntavam”</em>, relembra Carolina, 43 anos.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>&gt;&gt; Fortaleça suas Lutas, <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank">Sindicalize-se!</a></em></strong></p>
<p> </p>
<p>Apaixonada pela profissão, Carolina nunca imaginou que a sala de aula se tornaria o grande problema, até por isso, evitou procurar ajuda.<em> “O problema foi somar tudo e perceber que o cansaço e os outros sintomas estavam relacionados. Eu demorei para procurar ajuda. Hoje se fala mais dessas questões emocionais ligadas à profissão e antigamente não era assim”</em>, acredita.</p>
<p> </p>
<p>O diagnóstico, de certa forma, foi um alívio para Carolina, que viu no nome síndrome de burnout a chance de recomeçar. Caracterizada como um distúrbio de caráter depressivo, a síndrome de <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/burnout/AND/t" target="_blank">burnout</a> está intimamente relacionado ao esgotamento físico e mental decorrente da vida profissional. <em>“A síndrome é o esgotamento profissional, o trabalhador, no caso o paciente, vai se sentir esgotado do ponto de vista mental e físico, sem energia, sem bateria para continuar, sem carga”</em>, explica a psiquiatra, Anny Rozolem.</p>
<p> </p>
<p>Os principais sintomas são uma insatisfação pessoal com o trabalho e a sensação de não se sentir realizado profissionalmente. <em>“O profissional pensa com frequência que o trabalho não é bom o suficiente, que ele não é reconhecido, não consegue produzir nada, se sente culpado em relação a essa não realização do trabalho. Como consequência, ele pode desenvolver um distanciamento dos colegas e um comportamento mais próximo do cinismo, do deboche e da insensibilidade”</em>, explica Anny.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Siga o Sindicato no <a href="http://bit.ly/32kldss_twitter" target="_blank">twitter</a></strong></em></p>
<p> </p>
<p>Em tratamento há dois anos por conta da síndrome, Carolina acredita que a parte mais difícil foi aceitar que havia algo errado. <em>“No trabalho, sempre temos o receio do olhar do outro, muitas inseguranças. O diagnóstico é, de certa forma, um alívio; saber que aquilo tem nome, que existe um apoio. As crises antes de tratar foram mais de um ano até chegar ao tratamento, sendo que elas não acontecem em tempo integral; normalmente vão e vem”</em>, conta.</p>
<p> </p>
<p>Anny explica que essa demora em procurar ajuda é comum. <em>“As pessoas demoram para procurar ajuda. Normalmente elas vão se esforçando, tentando se adaptar muitas vezes e, quando ela procura um profissional, estão em quadros mais graves”</em>.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>DEPRESSÃO</strong></span></p>
<p> </p>
<p>De acordo com a psiquiatra, muitos estudiosos acreditam que a síndrome de burnout está relacionada à <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/depress%C3%A3o/OR/t" target="_blank">depressão</a>. <em>“No caso dos quadros de moderados a graves, o que muitos estudiosos acreditam é que a situação é semelhante a uma depressão, sendo que o gatilho foi o local de trabalho. Acredita-se que 90% das pessoas que tem a síndrome terão um transtorno depressivo ou ansioso”</em>, indica.</p>
<p> </p>
<p>Para a especialista, muitos casos são um encontro ruim entre profissional e o trabalho. <em>“Por si só, o trabalho dificilmente vai adoecer uma pessoa. Claro que existem casos de <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/assedio+moral/AND/t" target="_blank">assédio moral</a> e outros problemas. Salvo essas situações, normalmente o trabalhador tem uma predisposição genética para desenvolver a doença depressiva”</em>, frisa.</p>
<p> </p>
<p>No entanto, isso não significa que o trabalhador é fraco ou imaturo. <em>“Provavelmente ele só não se adequa [sic!] àquela rotina de trabalho”</em>, explica Anny.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Além do acompanhamento psicológico e psiquiátrico, o paciente pode investir em pequenas mudanças. <em>“O tratamento depende muito: nas formas leves, pode ser adequando as cargas horárias do trabalho, dos funcionários, mudando o turno, readaptando em uma outra função”</em>, acredita.</p>
<p> </p>
<p>Foi o que Carolina fez. Na coordenação de uma escola, ela segue com o amor pela profissão, mas optando por uma nova função, que diminui o estresse.</p>
<p> </p>
<p>Para Anny, o problema é que nem todos tem essa opção. <em>“Infelizmente, a gente vê algumas pessoas com pouca capacitação profissional; há pouca oferta de emprego e ela aceita manter o trabalho porque precisa do dinheiro. Muitas vezes, o paciente não tem afinidade, está em um quadro de obrigatoriedade. O ideal é que o profissional sempre busque a capacitação para poder escolher o emprego que mais combina com a sua personalidade”</em>, acredita Anny.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>PREVENÇÃO</strong></span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>1 –</strong> Faça o que realmente gosta;</span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>2 –</strong> Se a rotina te afeta, então mude-a de vez em quando;</span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>3 –</strong> Aproveite todos os momentos de folga para pensar em algo totalmente diferente;</span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>4 –</strong> Crie metas de lazer;</span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>5 –</strong> Organize suas tarefas com ordem de prioridade.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>* Nome fictício para preservar a identidade da entrevistada.</strong></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><em><span style="color: #000000;"><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e nome</strong></span></em></p>
<p>Fonte: Correio do Estado &#8211; 05/11<br />Escrito por: NAIANE MESQUITA</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
