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	<title>EUA doa vacinas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>EUA doa vacinas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>EUA doam 500 milhões de doses para países pobres; Brasil fica de fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil não recebe vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[EUA doa vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[milhões de vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Vacinas serão entregues a 92 países de renda baixa e &#8216;médio-baixa&#8217; pela aliança Covax da OMS. Brasil integra consórcio, mas não será beneficiado por ser considerado capaz de comprar as próprias vacinas O governo dos Estados Unidos assinou um acordo com a farmacêutica Pfizer para fornecer 500 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 para 92 países pobres até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vacinas serão entregues a 92 países de renda baixa e &#8216;médio-baixa&#8217; pela aliança Covax da OMS. Brasil integra consórcio, mas não será beneficiado por ser considerado capaz de comprar as próprias vacinas</p>
<p></p>
<p>O governo dos Estados Unidos assinou um acordo com a farmacêutica Pfizer para fornecer 500 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 para 92 países pobres até junho de 2022. A Casa Branca faz o anúncio em comunicado divulgado nesta quinta-feira (10).</p>
<p> </p>
<p>Os imunizantes serão entregues por meio da aliança Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS), para países de baixa renda e de renda &#8220;médio-baixa&#8221;, como Afeganistão, Angola e Síria, segundo o consórcio. Eles receberão as doses até o próximo ano.</p>
<p> </p>
<p>O Brasil ficou de fora desta distribuição porque, apesar de fazer parte da Covax, é considerado um país que pode comprar suas próprias vacinas. Ao lado do Brasil estão cerca de 80 países, como Argentina, Canadá e Reino Unido.</p>
<p> </p>
<p><strong>Entenda por que o Brasil não receberá esta doação de vacinas dos EUA</strong></p>
<p>A informação havia sido antecipada na véspera pelos jornais &#8220;The New York Times&#8221; e &#8220;The Washington Post&#8221;, citando fontes ligadas à negociação. A agência internacional de notícias Reuters também confirmou a existência deste acordo.</p>
<p> </p>
<p>Na quarta-feira (9), antes de embarcar para a Inglaterra, onde acontece nesta semana o encontro do G7 – grupo que reúne as maiores economias do mundo –, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse que faria um anúncio sobre uma estratégia global de vacinação.</p>
<p> </p>
<p>Fontes citadas pelo &#8220;Times&#8221; afirmaram que os EUA pagarão um preço abaixo do praticado no mercado pelas doses e que 200 milhões delas serão distribuídas ainda em 2021. O restante, 300 milhões, será entregue no próximo ano.</p>
<p> </p>
<p>Não há informações sobre como elas serão divididas.</p>
<p> </p>
<p>Em maio, os EUA anunciaram uma doação de 80 milhões de doses vacinas (leia mais abaixo). Um primeiro carregamento começou a ser distribuído semana passada e incluiu o Brasil. Essa remessa não tem relação com as novas 500 milhões de doses contratadas da Pfizer.</p>
<p> </p>
<p><strong>Doses até o fim de junho</strong></p>
<p>Os EUA se comprometeram a redistribuir cerca de 80 milhões de doses das vacinas AstraZeneca, Pfizer, Moderna e Johnson &amp; Johnson para outros países até o final de junho. Do total, 25 milhões de doses começaram a ser enviadas em 3 de junho.</p>
<p> </p>
<p>O Brasil é um dos mais de 40 países que receberão parte desta primeira remessa. Não foi divulgado, no entanto, um número exato de quantas doses o país irá receber – isso porque será preciso dividir 6 milhões delas com outros 14 países da América Latina (leia mais sobre a distribuição abaixo).</p>
<p> </p>
<p><strong>A remessa destinada ao Brasil será entregue pela Covax, que vai gerenciar 19 milhões de doses, distribuídas da seguinte forma (em valores aproximados):</strong></p>
<p>·         6 milhões para América do Sul e Central: Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, Equador, Paraguai, Bolívia, Guatemala, El Salvador, Honduras, Panamá, Haiti, Comunidade do Caribe e República Dominicana.</p>
<p> </p>
<p>·         7 milhões para a Ásia: Índia, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka, Afeganistão, Ilhas Maldivas, Malásia, Filipinas, Vietnã, Indonésia, Tailândia, Laos, Papua Nova Guinea, Taiwan, e as Ilhas do Pacífico.</p>
<p> </p>
<p>·         5 milhões para a África, distribuídas entre os países selecionados em coordenação com a União Africana.</p>
<p>Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil<br />Fonte: g1.globo.com</p>
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