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	<title>estatuto golpeado &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Novo estatuto da Funcef contraria princípios da própria Fundação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa funcef]]></category>
		<category><![CDATA[estatuto da funcef]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estatuto foi aprovado com os três votos dos conselheiros indicados pela Caixa e sem um conselheiro eleito. Portanto, mudar o estatuto sem o quarto voto é golpe e afronta todos os participantes. O governo tenta anular a legítima participação dos empregados A Fundação dos Economiários Federais (Funcef) anunciou que as mudanças em seu estatuto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estatuto foi aprovado com os três votos dos conselheiros indicados pela Caixa e sem um conselheiro eleito. Portanto, mudar o estatuto sem o quarto voto é golpe e afronta todos os participantes. O governo tenta anular a legítima participação dos empregados</p>
<p></p>
<p>A Fundação dos Economiários Federais (Funcef) anunciou que as mudanças em seu estatuto, feitas em 2020, entraram em vigor na quarta-feira (11), após a publicação do ato de aprovação da Previc, órgão fiscalizador dos fundos de pensão, no Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p> </p>
<p>A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) sempre alertou sobre o perigo desta aprovação, e está estudando outras medidas judiciais para impedir a implantação das alterações. Em 2020, a Fenae entrou com uma ação judicial que questiona a validade de decisão tomada desconsiderando o estatuto quando da mudança no regulamento do REG/Replan não Saldado. A ação segue tramitando.</p>
<p> </p>
<p>A alteração do estatuto só poderia ocorrer com quatro votos do Conselho Deliberativo. E isso, não aconteceu. Vale ressaltar que as alterações descumprem o parágrafo 1º, do artigo 32, do estatuto vigente, que trata sobre as regras para alteração do mesmo, e que só pode ser apreciado com quatro votos. Três votos dos conselheiros indicados pela Caixa e ao menos um conselheiro eleito. Portanto, mudar o estatuto sem o quarto voto é golpe e afronta todos os participantes.</p>
<p> </p>
<p>Entre as alterações estão ainda o número de diretorias, que será reduzido de seis para quatro e o processo eleitoral para escolha de integrantes de metade do Conselho Deliberativo (CD), do Conselho Fiscal (CF) e da Diretoria-executiva, realizado atualmente por meio de chapas integradas por candidatos a todos os cargos em disputa, será individualizado, por nomes. Na verdade, o que eles chamam de ‘modelo mais enxuto’ fragiliza a governança e possibilita a transferência da gestão dos recursos da Funcef para um gestor privado.</p>
<p> </p>
<p>A Funcef argumenta, em sua defesa, que as alterações foram amplamente debatidas e que foi composto um GT com representação dos eleitos. O que a Fundação não apresenta é o nome dos integrantes desse GT, pois sabe exatamente quem tem todos os dedos nessas alterações e apenas se ancora no dito GT para justificar essa usurpação aos direitos dos participantes”, ressalta Maria Gaia, diretora da Federação Centro Norte, eleita recentemente como conselheira da Funcef.</p>
<p> </p>
<p>Segundo Gaia, “não para por aí, a sucessão de arbitrariedades também tem apoio da direção Caixa, que é a grande interessada em fazer a gestão da Funcef funcionar a seu favor”.</p>
<p> </p>
<p>E complementa: “Não aceitamos, não aceitaremos. As entidades representativas estudam a melhor estratégia para impedir que essas alterações sejam implantadas e para recompor os termos do estatuto anterior, que foi construído a partir das discussões com os participantes e que tem travas contra as arbitrariedades da patrocinadora”.</p>
<p>Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil<br />Fonte: SEEB de Brasília com Fenae      </p>
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