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	<title>Espirita &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Justiça determina indenização à funcionária que sofreu perseguição por causa da religião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Espirita]]></category>
		<category><![CDATA[Evangélica]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Vexatória]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionária]]></category>
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					<description><![CDATA[Supervisora alegava que as vendas da empresa tinha caído por causa da &#8220;aura ruim&#8221; da funcionária que era espírita. Uma trabalhadora de uma loja de ótica e eletrônicos de Goiânia vai receber indenização por danos morais por ter sofrido assédio moral no trabalho por causa de sua religião. A decisão foi da 9ª Vara do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Supervisora alegava que as vendas da empresa tinha caído por causa da &#8220;aura ruim&#8221; da funcionária que era espírita.<br />
</p>
<p>Uma trabalhadora de uma loja de ótica e eletrônicos de Goiânia vai receber indenização por danos morais por ter sofrido assédio moral no trabalho por causa de sua religião. A decisão foi da 9ª Vara do Trabalho de Goiânia, mantida após recurso pela Terceira Turma do TRT de Goiás.</p>
<p> </p>
<p>No processo, a funcionária, que é da religião espírita, relatou que era vítima de perseguição religiosa por parte da supervisora, que é evangélica. A chefe fazia comentários incessantes e insistentes, inclusive na frente de outros empregados, na tentativa de fazer com que a funcionária mudasse de religião.</p>
<p> </p>
<p>Uma das testemunhas confirmou que a supervisora disse que, em razão da religião da trabalhadora, a loja “estava com um peso, com uma aura ruim”, como se a funcionária tivesse feito algo que interferisse nas vendas da empresa.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/e-crime-compartilhar-uma-fake-news" target="_blank"># É crime compartilhar uma FAKE NEWS?</a></em></p>
<p> </p>
<p>Outra testemunha, que disse ser evangélica, afirmou que respeita a opção religiosa da colega, mas que a supervisora não respeitava. Segundo ela, a supervisora chegou a comentar que a equipe de vendas estava muito pesada em razão da opção religiosa da funcionária e pediu sua ajuda com orações. Afirmou que esse comentário também foi feito durante reunião de equipe do Setor de Imagem e que na ocasião a trabalhadora ficou muito sem graça.</p>
<p> </p>
<p>A relatora do processo, desembargadora Rosa Nair Reis, concluiu, após análise dos depoimentos testemunhais constantes dos autos, que de fato foi desnecessária a exposição vexatória da vítima.</p>
<p> </p>
<p>A magistrada observou, no entanto, quanto ao valor da indenização, que devem ser levados em conta a extensão do dano, a gravidade da conduta, a repercussão social do fato e a condição econômica das partes. Dessa forma, com base nos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, o valor inicial foi minorado de R$ 5 mil para R$ 3 mil, valor razoável e compatível com o dano sofrido.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Fonte: JORNAL OPÇÃO</p>
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