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	<title>especialidades no SUS &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Acesso rápido a médicos especialistas chega ao SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Programa Agora Tem Especialistas busca reduzir filas históricas por consultas, exames e cirurgias ao mobilizar a rede pública e credenciar hospitais privados O governo federal deu um passo importante para reduzir uma das maiores queixas dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS): a demora para conseguir consultas, exames e cirurgias especializadas. O programa Agora Tem [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-690503165aed7f51ce2ae152dec0273e">Programa Agora Tem Especialistas busca reduzir filas históricas por consultas, exames e cirurgias ao mobilizar a rede pública e credenciar hospitais privados</h4>



<p></p>



<p>O governo federal deu um passo importante para reduzir uma das maiores queixas dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS): a demora para conseguir consultas, exames e cirurgias especializadas. O programa <strong>Agora Tem Especialistas</strong>, sancionado em 2025, acelera o acesso a médicos especialistas e serviços de média complexidade por meio de uma parceria entre a rede pública e hospitais filantrópicos e privados.</p>



<p>O SUS conseguiu consolidar ao longo das últimas décadas a atenção primária à saúde — os postos próximos da população —, mas ainda enfrenta gargalos no atendimento especializado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Foco nas maiores filas</strong></h4>



<p>O programa prioriza áreas com maior demanda, como&nbsp;<strong>oncologia, cardiologia, ortopedia e oftalmologia</strong>&nbsp;— especialidades responsáveis pelas filas mais longas no país. O&nbsp;<strong>câncer de mama</strong> é um dos problemas que o programa busca enfrentar com mais agilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Diagnóstico precoce e novos medicamentos</strong></h4>



<p>Entre as mudanças já em curso no tratamento do câncer de mama, está a&nbsp;<strong>redução da idade para início das mamografias</strong>, que passou de 50 para 40 anos. Os dados mostram que cerca de 23% das mulheres com câncer de mama estão nessa faixa etária.</p>



<p>Outra medida importante é a&nbsp;<strong>expansão do acesso aos mamógrafos</strong>. Para enfrentar essa desigualdade, o Ministério da Saúde lançou&nbsp;<strong>carretas de mamografia itinerantes</strong>, que percorrem cidades pequenas e regiões mais distantes. Houve também a&nbsp;<strong>introdução de novos medicamentos orais</strong>&nbsp;no tratamento do câncer de mama, que são mais eficazes e apresentam menos efeitos colaterais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção e economia de recursos</strong></h4>



<p>A&nbsp;<strong>hipertensão e diabetes</strong>, que atingem cerca de 25% da população, exigem atenção especializada. O programa tem impacto econômico positivo. A prevenção reduz o uso de tecnologias caras e internações prolongadas. Reduz também o gasto do orçamento público.</p>
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